Após uma recepção em sua maioria negativa de A Ameaça FantasmaGeorge Lucas estava receoso em voltar a escrever. Em março de 2000, apenas três meses antes da fotografia principal começar, Lucas finalizou o rascunho para o Episódio II. Ele continuou a iteração em seu rascunho, produzindo dois roteiros diferentes para o filme. Lucas buscou ajuda com o terceiro roteiro, que mais tarde se tornaria o roteiro de filmagem, chamando Jonathan Hales, que tinha escrito vários episódios de The Young Indiana Jones Chronicles (uma série baseada na juventude do personagem Indiana Jones, criado pelo próprio Lucas com a ajuda de Steven Spielberg, lançada entre 1992 e 1993) para ele, mas tinha experiência limitada com longa-metragens de cinema. O roteiro final ficou pronto apenas uma semana antes das filmagens começarem. Como brincadeira, o título de produção do filme foi Jar Jar’s Big Adventure, uma referência bem legal e engraçada em relação à negativa recepção do personagem no Episódio I.

Nas primeiras versões do roteiro, Lucas desenvolveu essencialmente o enredo e a estrutura narrativa. Em seguida, ele retrabalhou muitos passagem com Hales. Uma terceira versão foi então escrita. Como não era a versão final do roteiro, o novo ajudante do criador da saga o ajudou durante as filmagens na Austrália. Algumas cenas foram reescritas nas filmagens, incluindo a relação entre Anakin e Padmé. Ataque dos Clones estreou mundialmente em 16 de maio de 2002. Os críticos e a maioria do público (eu incluso) elogiaram os efeitos visuais, figurinos, trilha sonora, sequências de ação, e a performance de Ewan McGregor como Obi-Wan Kenobi, mas criticaram o romance do jovem Skywalker com a rainha Amidala, os diálogos, a maioria das atuações e o ritmo do filme. O Episódio II arrecadou mais de 640 milhões de dólares ao redor do mundo, tornando-se um sucesso financeiro. No entanto, foi o primeiro filme de Star Wars a não ficar em primeiro lugar no ano de lançamento, ocupando o terceiro lugar no mercado interno e o quarto internacionalmente. Nesse segundo capítulo da segunda trilogia, George Lucas quis começar uma nova fase da jornada de Anakin, fazendo-o descobrir emoções mais intensas, como raiva, ódio, sentimentos de perda, posse e ciúmes.

Outra jornada longa e cansativa

Dez anos se passaram após a invasão de Naboo pela Federação de Comércio, e a República Galáctica está ameaçada por um movimento separatista organizado pelo ex-mestre Jedi Conde Dooku (Christopher Lee), que atualmente serve ao lado sombrio da Força. A ex-rainha de Naboo e agora Senadora, Padmé Amidala (Natalie Portman), viaja para a capital galáctica de Coruscant no intuito de votar uma emenda para criar um exército e ajudar os Jedi contra esta ameaça. Evitando por pouco uma tentativa de assassinato na chegada, ela é colocada sob a proteção de dois Jedi, o jovem Anakin Skywalker (Hayden Christensen) e seu mestre, Obi-Wan Kenobi (Ewan McGregor), ambos velhos conhecidos da alteza. Os dois Jedi impedem uma segunda tentativa de assassinato e subjugam a assassina, uma metamorfa que logo é morta por seu cliente caçador de recompensas antes que ela possa revelar a sua identidade. O conselho Jedi atribui a Obi-Wan a missão para identificar e capturar o caçador de recompensas para descobrir por que motivo estão querendo matar a senadora, enquanto seu aprendiz Anakin é atribuído a escoltar Padmé de volta para Naboo, onde os dois iniciam um romance proibido.

A investigação de Obi-Wan leva-o para o remoto planeta oceânico Kamino, onde ele descobre um exército de clones está sendo produzido para a república, com o caçador de recompensas Jango Fett (Temuera Morrison) servindo como seu modelo genético. Obi-Wan deduz que Jango é o caçador de recompensas que está procurando, e segue ele e seu filho clone, Boba Fett (Daniel Logan), para o planeta desértico Geonosis através de um rastreador colocado na sua nave, a Slave I. Enquanto isso, Anakin passa a ter pesadelos com sua mãe, Shmi Skywalker (Pernilla August), em que esta estar sendo torturada, e viaja para Tatooine, seu planeta natal, contando com a ajuda de Padmé para salvá-la. Eles se encontram Owen Lars (Joel Edgerton), meio-irmão de Anakin, fruto de um novo relacionamento que sua mãe teve após o garoto deixar o planeta quando pequeno. Anakin descobre que Shmi foi sequestrada pelo Povo da Areia semanas antes e pode provavelmente estar morta. Determinado a encontrá-la, o jovem Skywalker começa a procurá-la e a encontra no acampamento do Povo da Areia. Sua mãe, infelizmente, morre em seus braços devido a tortura realizada pela tribo. Enfurecido, Anakin massacra a tribo, mostrando pela primeira vez a quantitativa ira que o preenche, e depois retorna para a fazenda de Lars com o corpo de Shmi, para que seu velório fosse realizado. Após revelar, transtornado, o que fez a Padmé, Anakin diz que ele quer evitar que outras pessoas morram. Darth Vader, aos poucos, começa a nascer em sua figura.

Em Geonosis, Obi-Wan descobre uma reunião separatista liderada por Conde Dooku. O Jedi transmite as suas conclusões a Anakin para transmitir ao conselho Jedi, mas é capturado no meio da transmissão. Anakin e Padmé partem para Geonosis, após avisar o conselho, para resgatar Obi-Wan, mas também acabam capturados. Os dois são presos e mandados para uma arena, ao lado de Kenobi, onde lutam com criaturas medonhas. Agora, eles terão que tentar a sorte, ou esperar por um milagre. Com o conselho avisado da situação, é só uma questão de tempo para que Yoda (Frank Oz), Mace Windu (Samuel L. Jackson), e os demais Jedi cheguem e ajudem os mocinhos.

O “Ataque” dos Clones

Verdade seja dita, esse é o segundo filme dessa trilogia em que o subtítulo da película não se encaixa muito bem com a história que está sendo contada. Assim como A Ameça Fantasma, que até hoje ninguém sabe o que é, o título Ataque dos Clones sofre de um devaneio repleto de inconsistências com o decorrer de todo o filme. Os Clones são citados a todo momento, porém só partem para a ação realmente ao final da história, nos últimos 20 ou 15 minutos, em mais uma batalha sem graça, genérica e de pouco peso para os espectadores (repetindo o fiasco da batalha final do Episódio I). Diferente da trilogia clássica, os soldados aqui são feitos inteiramente em CGI, mais uma vez ocasionando um certo desconforto para quem acompanha a película. Fala sério, pessoal, qual a dificuldade em colocar atores reais dentro de armaduras de plástico? Os três primeiros filmes originais fizeram isso sem contrariedade e, em decorrência disso, estão bonitos até hoje. Ataque dos Clones, por utilizar muita computação gráfica (o primeiro filme da história a ser 100% digital), visto hoje em dia envelheceu muito mal. Me arrisco a dizer que alguns jogos da atualidade têm gráficos mais bonitos do que os efeitos do Episódio II.

Em relação aos efeitos especiais, também vale salientar que toda a sequência no planeta oceânico Kamino é vergonhosa. Ewan McGregor notoriamente passa longos minutos de filme interagindo com uma tela azul, onde os personagens parecem ser desprovidos de vida e personalidade, o que é uma pena, visto que McGregor é um excelente ator e sua ótima interpretação do sábio e já experiente mestre Jedi é um destaque de toda película. Até o Jango Fett, um personagem que tinha muito potencial, vai na onda do esquecimento e da falta de presença, justamente por ser outro personagem feito inteiramente em computação gráfica. Muitos anos se passaram, mas George Lucas passa uma impressão de regressão quanto a seu trabalho na trilogia anterior.

Sem dúvida, outro dos grandes problemas desse filme é o romance forçado entre o casal protagonista. A falta de carisma e talento do jovem Hayden Christensen fica escancarada em toda cena que ele aparece; Natalie Portman, embora seja uma talentosa atriz, e uma das melhores coisas das prequências de Star Wars, também sofre em diversas cenas pela forçação de barra que o roteiro faz com sua personagem, desesperadamente, no intuito de fazê-la se apaixonar pelo personagem de Christensen e, consequentemente, fazer ele se apaixonar por ela. O romance não funciona e a impressão que fica é que George Lucas escreveu uma história de amor sem ao menos conhecer o significado desse sentimento.

Os ápices do filme também são outro grande incômodo para os fãs da franquia e espectadores em geral. A batalha em Geonosis, onde temos uma arena repleta de Jedi, prontos para a batalha, é patética. Sinceramente, jogar inúmeros personagens em um local e preparar uma grandiosa cena pareceu não ser a intenção do diretor aqui. A câmera nos mostra Jedi por Jedi, apenas mexendo seus sabres de luz e matando robozinhos descartáveis; até o C-3PO, um personagem super interessante e querido dos fãs, aqui é feito de palhaço e colocado no campo de batalha apenas para contar piadas sem graça e passar vergonha. É exatamente isso que todo mundo imaginava para uma grande cena com os mestres usuários da Força, não é, senhor George Lucas? Simplesmente deplorável. Seguindo isso, temos a batalha final do filme, que como eu já disse anteriormente, não tem personalidade, por ser feita completamente em CGI, e carece de um bom desenvolvimento. Mace Windu, o personagem de Samuel L. Jackson, mais uma vez, é subaproveitado, aparecendo em meia dúzias de cenas (em sua maioria andando e conversando), e completamente esquecível, igual a todos os outros Jedi dessa trilogia.

O experiente e poderoso Mestre Yoda de Frank Oz também é outro que sofre, mais uma vez, com o desenvolvimento do fraco roteiro, e tem apenas um momento de destaque, na cena final, onde luta dando piruetas ridículas contra o vilão do filme, interpretado por Christopher Lee. Lee, embora seja um bom vilão, é outro personagem importante que não tem muito destaque no filme, aparecendo praticamente apenas do meio para o final da história. O já falecido ator nos entrega uma ameaça mais amedrontadora que a de Ray Park no filme anterior, mas ainda assim não mostra completamente a que veio e suas motivações são um pouco confusas. Ao final da batalha, é contado que as famosas e altamente citadas Guerras Clônicas começaram, mas aí eu te pergunto… por que George Lucas não deixou todo esse romance babaca e cenas genéricas de lado e focou em contar essa história, que todos os fãs sempre almejaram ver, nesse filme? Um desenho envolvendo esse período da história de Star Wars após algum tempo foi produzido em formato de série animada, mas garanto que todo mundo sempre quis ver isso em live-action. Fica a dica para a DisneyLucasfilm explorarem isso em algum dos filmes que compõe sua nova antologia de produções.

Ainda na batalha final, temos também participações de Evan McGregor e de Hayden Christensen na luta contra o personagem de Christopher Lee. Os atores se saem até bem, mas nenhum de seus movimentos ou golpes se tornam memoráveis ou marcantes. Saindo de todo esse núcleo, a trilha sonora de John Williams novamente é um deleite à parte. O compositor capta toda a energia do filme e nos presenteia com novas trilhas magistrais que tornam até os momentos ruins e esquecíveis em bons e “assistíveis”. Across the Stars, o tema do romance patético entre Anakin e Padmé, é, ironicamente, uma das melhores coisas do filme, e uma das faixas mais lindas de toda a franquia.

Ataque dos Clones, assim como A Ameaça Fantasma, é um fraco e esquecível longa, com uma história cansativa e pouco convidativa. Diferente de O Império Contra-Ataca, o filme do meio da trilogia anterior, que deixou todo mundo ansiosíssimo para o capítulo final, o Episódio II passa longe de cumprir essa tarefa; deixa os fãs desesperançosos e descrentes que o terceiro capítulo da trindade de filmes seja bom. Porém, para a surpresa de todo mundo, A Vingança dos Sith, o capítulo final da trilogia, é um dos melhores filmes de toda a franquia, e faz com que todas essas prequências valham a pena. Mas esse é um assunto para outra crítica.

Star Wars – Episódio II: Ataque dos Clones (Star Wars – Episode II: Attack of the Clones) – EUA, 2002, cor, 136 minutos.
Direção: George Lucas. Roteiro: George Lucas e Jonathan Hales. Produção: Rick McCallum. Música: John Williams. Cinematografia: David Tattersall. Elenco: Ewan McGregor, Natalie Portman, Hayden Christensen, Ian McDiarmid, Ahmed Best, Samuel L. Jackson, Christopher Lee, Anthony Daniels, Kenny Baker, Pernilla August, Frank Oz, etc.

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Sobre o Autor

Victor Dourado

Fissurado por quadrinhos, cinema e literatura. Estudante de Matemática e autor nas horas vagas. Posso também ser considerado como um antigo explorador espacial, portador do jipe intergaláctico que fez o Percurso de Kessel em menos de 12 parsecs.

  • Aragorn II, King of Gondor

    Ahhhhh, Episódio II!

    Cara, eu adorava esse filme quando era pequeno. Na real, eu ainda gosto UM POUQUINHO dele, mas reconheço a falta de qualidade. Mais uma cagada do Lucas. Assim como o Episódio I, era um filme com um grande potencial, mais uma vez desperdiçado.
    Sobre o Hayden Christensen…. eu juro que a atuação dele nesse filme me incomodou poucas vezes, mas eu assisto as prequelas na versão dublada (é meio difícil me acostumar com a legendada. Assistia antes da aprender a ler…). Nas poucas cenas que eu vi no áudio original, as atuações me deram desgosto… kkkkk!

    Pelo menos o filme tem seus momentos bons, ainda que sejam poucos. A trilha sonora, como você destacou, continua marcante. Acredito que todos os filmes da franquia tenham músicas que ficaram marcadas no imaginário dos fãs.

    Mas, sério, voce esqueceu de citar o MELHOR DIÁLOGO da saga. COMO ASSIM, JIPEIRO??

    – Eu não gosto de areia.
    – Por quê?
    – Ela é pegajosa, irritante, e entra em todos os lugares.
    – Humm…

    Meo, O QUE SÃO OS DIÁLOGOS DO TARANTINO PERTO DOS DO GEORGE LUCAS?? Huahauahauhauhuhauahuahaua!!

    Ah, e esse filme também apresenta os personagens com os melhores nomes da franquia: Mestre Sifo-Dyas e Conde Dooku. Sério, tenho certeza que tinha um brasileiro na equipe do filme pra sugerir esses nomes… hauahauahuahau!

    Ótima crítica, para um filme lamentável, seu projeto de C-3PO.

    • Max

      Eu lembro de algo que, acho que foi o próprio Jipeiro quem disse, no ano passado. Depois desse diálogo da areia, Anakin ainda beijou a Padmé. Quem precisa de poesia quando se pode falar mal de areia e pegar a menina?

      • Aragorn II, King of Gondor

        Porra, verdade. Anakin é um conquistador mal compreendido.

      • Dave Mustaine Kryptoniano

        E depois ainda tem gente que zoa esse Anakin. Olha como o cara é foda: conseguiu pegar a NATALIE PORTMAN falando sobre areia kkkkk

        • Falando sobre areia, com um olhar psicopata de Jack Nicholson. Como resistir???

          • Dave Mustaine Kryptoniano

            Ah,aí não tem como kkkkk nenhuma mulher resiste à isso.

      • Sim, fiz um comentário sobre esse diálogo lá no Legião uma vez kkkk

    • Dave Mustaine Kryptoniano

      Cara,é engraçado que teve uma raça alienígena do universo Marvel que o James Gunn queria colocar no primeiro Guardiões da Galáxia,mas acabou sendo vetado porque o nome dessa raça era uma gíria para clitóris em um idioma lá da puta que paril. Fico me perguntando,porque é que não verificaram isso antes de nomear personagens de Dooku,Syfo-Dias e Capitão Panaka?

      • Panaka eu sempre estranhei, mas Dooku e Syfo-Dias eu soube agora.

      • Aragorn II, King of Gondor

        Sinceramente? Consigo imaginar direitinho alguém falando isso pro Lucas, e ele respondendo um sonoro ”F*ck it!”… rsrs!

        Mas é só mais um dos exemplos de como o perfeccionismo do Lucas não estava muito em alta… hehehe!

      • Capitão Panaka melhor personagem

    • Melhor diálogo da franquia. Com adicionarei isso ao Playbook quando trocar o nick para “Barney Stinson” novamente.
      MANO, AGORA EU PERCEBI O QUE SIFO-DYAS E CONDE DOOKU SIGNIFICAM!!!!!!!!
      Ah, e SW previu um meme. C-3PO se parece com “cepo”, e cepo é o que o Gugu Gaiteiro bate no meme: um cepo de madeira.

      • Aragorn II, King of Gondor

        Huahauahuahaua…. genial!

        Porra, agora eu tô me perguntando: você é mais desatento que eu…. ou isso é porque você assiste dublado mesmo? Huahauahauahua!
        Na versão daqui eles adaptaram, graças a Deus… hahaha!

        Genial. Trilogia Prequel é o novo Simpsons.

        • Eu assisto dublado, e além do mais, na época que assistia eu não era mente poluída.

      • Quanta quantidade de merda em um só comentário. Parabéns… kkkkkkkk

        • Quanta quantidade de merda em uma só pessoa. Parabéns… kkkkkkk
          Aparece no Hangouts, seu dejeto espacial.

        • Aragorn II, King of Gondor

          Agree…. tá te superando já o Padawan.

    • Eu também adorava ele. Hoje acho muito parado e cheio de enrolação. Isso me desanima um pouco.

      O dublador do Anakin ajuda, no mínimo, uns 70% na atuação do Christensen… kkkkkk
      Todos os seis episódios eu gosto de ver dublado, porque me afeiçoei e acostumei com as vozes. Os novos estou assistindo legendado.

      PUTA MERDA… COMO EU PUDE ESQUECER DESSA PORRA????
      Melhor cantada do cinema. O Anakin é mesmo o Escolhido. Não conseguiria pegar ninguém se não fosse… kkkkkkkkk
      Ouvi boatos que o Tarantino aprendeu a escrever diálogos com o George Lucas. Com certeza isso tem procedência.

      Os BRs dominam o mundo… kkkkkkkkkkk
      Eu adoro esses nomes. Pena que “traduzem”.

      Muito obrigado, seu Snoke!

      • Aragorn II, King of Gondor

        Sim! Aqueles raros casos em que a dublagem ajuda na atuação do ator, ao invés de atrapalhar… kkkkkkkkk!
        Também vejo os seis primeiros dublados, mas vou tentar assistir tudo legendado na minha próxima maratona. Pra ver o que acho. Mas vai ser bem difícil: como você, eu me afeiçoei bastante às vozes dos dubladores.

        Kkkkkkkkkkkkkkk! EXATAMENTE! Mano, Charlie Harper e Barney Stinson se tornam meros Padawans perto desse cara.
        Sem dúvidas. Isso fica muito evidente em filmes como Kill Bill. Igualzinho. Lucas devia processar essa porra.

        Sem dúvidas, mano! Huahauahuahaua!

        • kkkkkkkkkkkkk
          Talvez um dia o Tarantino chegue perto do Lucas. Um dia…

  • Herbie: The Love Bug

    Capitão Panaka, Conde Dooku…quem é que tem essa alta criatividade pra criar nomes?
    Mais uma crítica excelente, Jipeiro. Aquela primeira imagem 100% CGI parece que saiu de um jogo dos anos 2000. Isso é muito estranho vindo de um cara como o George Lucas…

    • Dave Mustaine Kryptoniano

      Esqueceu do Lorde Syfo-Dyas.

      • Esse você gosta, né??

        • Dave Mustaine Kryptoniano

          Ah,eu gosto kkkkk brinks.

    • Tenho uma leve impressão que o Lucas tem sangue brasileiro correndo por seu corpo kkkk
      Muito obrigado, Herbie! Com certeza. Parece MUITO CGI de jogo dos anos 2000. Muito feio hoje em dia.

      Obs: Ainda vou passar na sua crítica.

  • Estephano

    Dureza, hein?
    Como já tinha comentado na crítica do Ep. I, esse filme é ruim que dói também. Tem praticamente os mesmos problemas do filme anterior, e não melhora em quase nada. E sim, com tanto CGI, não tinha como não ficar datado, fazer o quê?
    De resto, esse filme me deu um sentimento de vergonha alheia em vários momentos, de tão patético que eram as coisas. Triste.

    Porém, para a surpresa de todo mundo, A Vingança dos Sith, o capítulo final da trilogia, é um dos melhores filmes de toda a franquia, e faz com que todas essas prequências valham a pena.

    Ahhhh rapaz… Faz não viu. rs

    • Não tem muita melhora, realmente.
      Sinto, hoje em dia, muitos momentos de vergonha alheia também. Talvez, de toda a trilogia, esse seja o filme com mais potencial desperdiçado.

      Ah, Estephano… EU ACHO QUE FAZ SIM!!! kkkkkkkkk

  • Dave Mustaine Kryptoniano

    E aí,quando é que vão fazer um filme sobre a sua vida e chamá-lo de Jar Jar Big Adventures? kkkkk ótima crítica seu manézão feito em CGI datado.

    Cara,a última vez que eu vi O Ataque dos Clones já faz um tempinho,então eu ainda estou sujeito à mudança de opinião,mas a memória que eu tenho dele ainda é muito boa,as únicas coisas que eu concordo com você nos pontos negativos é o excesso de CGI e aquele romance brega e forçado entre Anakin e Padme (que dá uma melhorada no próximo filme). De resto,eu acho o enredo do filme bem legal (tem sim os seus problemas de ritmo e não é tão marcante quanto os demais filmes da franquia,mas ainda assim eu gosto),e acho as cenas de ação ótimas. A cena do Anakin em seu ápice de ódio massacrando aquela tribo do povo da areia eu achei muito foda,toda a sequência na fábrica de droides idem (rendeu uma das fases mais divertidas do Lego Star Wars),a batalha final na arena de gladiadores eu também acho foda pra caralho,tanto o trio Anakin,Obi-Wan e Padme contra aquelas criaturas bizarras,quanto a parte que chega aquele exército de Jedis liderados pelo Mace Windu em seu resgate,e a luta contra o Conde Dookan é épica,primeiro o Anakin tomando uma surra e perdendo um braço e depois chegando o Yoda e mostrando como é que se faz. Hayden Christensen e Natalie Portman realmente não estão em seus melhores momentos,mas por alguma razão eu gosto deles nesses papéis,e o Ewan McGregor realmente está ótimo no papel de Obi-Wan Kenobi. E a cena do C-3PO tendo sua cabeça colocada no corpo de um dróide e a cabeça de um dróide colocada em seu corpo é muito engraçada.

    No geralzão,gosto bastante do filme,não acho ele essa porcaria toda que falam não. Mas a melhor cena com toda certeza são os momentos do Anakin e da Padme,aquela cantada 10/10 dele falando que ela é como a areia é infalível kkkkkk

    • kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      Eu tô torcendo pra Disney colocar esse filme na sua lista de spin-offs.

      Eu também. Última vez que assisti ao filme foi na minha maratona pra ver Rogue One, ano passado.
      As cenas de ação são boas, mas com um enorme potencial desperdiçado. Mano, uma arena cheia de Jedi… puta que pariu, isso deveria ter sido foda. Aquela cena é broxante demais.
      Puta que pariu, Dave. Sério que acha toda a sequência em Geonosis legal? A fábrica, as criaturas… eu acho bem brega e mal feito. Principalmente pelo excesso de CGI.

      “E a cena do C-3PO tendo sua cabeça colocada no corpo de um dróide e a cabeça de um dróide colocada em seu corpo é muito engraçada.”
      Ahhhhhhhhh… MAS VAI TOMAR NO SEU CU. Aquela cena é patética. Nível Jar Jar Binks. C-3PO não deveria ter sido rebaixado a aquilo.

      A cantada é uma das melhores coisas do filme kkkkkkkkkk
      Pelo menos dá pra dar umas boas risadas. Muito obrigado, dejeto.

  • Ótima crítica, seu lixo humano!
    Eu curtia esse filme. Até hoje tenho um pouco de gosto. Bem melhor que o Episódio I, sem dúvida.
    Outra coisa: A melhor cena da história da franquia aconteceu nesse filme. É aquela em que o C-3PO fica com a cabeça no corpo de um dróide (nem sei se é a palavra certa, mas eu falava quando era menor, então dane-se) e a cabeça de um dróide fica no corpo dele.

    • Também acho melhor que o 1, não que isso seja muito dificil… kkkkkk

      Mano do céu… essa cena é ridicula demais. COMO VOCÊS GOSTAM DESSA MERDA?
      Muito obrigado, seu merdinha.

  • V.

    @VOfVengeance13:disqus

    • V.

      Filha da p#ta para de clonar o meu perfil

  • V.

    Galera, tem um perfil falso meu postando coisas ofensivas ao pessoal do omelet, Ovicio, Legião dos Heróis, etc,não sou eu.
    Esse é o perfil fake @VOfVengeance13:disqus

  • Pingback: Crítica | Star Wars – Episódio III: A Vingança dos Sith (2005)()

  • Ótimo texto, @JipeiroEspacial:disqus. Acabei não conseguindo rever esse filme antes do episódio VIII, e agora é que acho que não vou rever mesmo…rs Se Lucas tivesse a manha de produtor que seu amigo Spielberg tinha, teria feito uma nova trilogia de alta qualidade com outras pessoas dirigindo e roteirizando com base em suas ideias. E olha que Spielberg como diretor é um milhão de anos-luz superior a Lucas, o que não o impediu de deixar a direção de lado várias vezes e produzir inúmeros sucessos que possuem claramente a sua marca, como Gremlins, De Volta para o Futuro, Querida, Encolhi as Crianças e Os Gonnies.

    • Muito obrigado, Rodrigo!
      “Se Lucas tivesse a manha de produtor que seu amigo Spielberg tinha, teria feito uma nova trilogia de alta qualidade com outras pessoas dirigindo e roteirizando com base em suas ideias.”
      Concordo demais, Rodrigo. Ninguém, NINGUÉM consegue fazer três filmes sozinho, sem consultas ou ideias vindas de outras pessoas. O próprio Rian Johnson pode sofrer com isso, se optar ir por esse mesmo caminho que o Lucas foi com essa segunda trilogia. Acho que ele deve auxiliar e montar a história da nova trilogia, dirigindo o primeiro ou o último filme, e dispor de outros diretores a sua volta.

      Spielberg é um dos maiores cineastas visionários que já existiram, meu amigo.