A expressão inglesa “comics” designa as histórias em quadrinhos produzidas nos EUA. Originalmente, essas revistinhas traziam apenas conteúdos de comédia em suas histórias, sempre fechadas e feitas para o público infantil e infanto-juvenil. Com o tempo, o humor passou a dividir os quadros das páginas com uma miríade de estilos: o terror, a ficção científica, as criaturas sobrenaturais, a ação, a aventura, o western… chegando mesmo a amalgamar-se com esses gêneros. A revolução que os anos 1960 trouxeram para os quadrinhos norte-americanos solidificou de vez nessa mídia o domínio dos super-heróis fantasiados e coloridos que haviam nascido no final dos anos 1930 e quase sido enterrados no final dos anos 1940, além de estabelecer uma atmosfera aventureira que se manteve a sua principal vertente por muito tempo.

Por mais que mestres da nona arte como Stan Lee, Jack Kirby e Steve Ditko aproveitassem as suas criações para diluir elementos que gostavam, como psicodelia, misticismo e cientificismo, a alma dessas histórias seguia sendo a despretensiosa diversão aventureira. O poderoso Thor, o deus do trovão, criado em agosto de 1962 por Lee, Lieber e Kirby nas páginas de Journey Into Mistery #83 (clique aqui para ler a resenha), é um dos personagens da Casa das Ideias que mais viajou nessa linha de ação, tanto quando a mente inventiva de Kirby aproveitou para misturar em seu traço cinematográfico conceitos e elementos como humanidade, mitologia, ciência, magia, tecnologia avançada e as loucas teorias pseudo-científicas de Eram os Deuses Astronautas, como quando Walt Simonson inoculou um espírito de aventura cósmica pura no personagem. Eram histórias eivadas de uma fantasia excêntrica, colorida e insana, um caldeirão de ideias que até hoje influencia outros artistas das HQs. E Thor: Ragnarok compreende as substâncias dessas duas fases clássicas (a primeira no visual, a segunda no coração) como os filmes anteriores do super-herói foram incapazes de fazer.

Os dois primeiros filmes do Thor tiveram diferentes abordagens. Enquanto Kenneth Branagh tentou produzir um conto asgardiano com toques shakesperianos em Thor (2011), Alan Taylor errou a mão em um confuso Thor: O Mundo Sombrio (2013). Por mais que os dois filmes tenham feito relativo sucesso, nenhum deles alcançou o público e a crítica do mesmo modo que as demais franquias da Marvel Studios conseguiram. Para a terceira parte da trilogia, lançada no mesmo ano em que Thor comemora o 55º aniversário de sua primeira publicação (em agosto de 1962), Kevin Feige optou por uma total e completa mudança de rumo, jogando fora todas as regras desgastadas das duas obras anteriores. Uma aposta ousada (e certeira), a começar pelo diretor escolhido: Taika Waititi, um peculiar e extravagante neozelandês advindo do cenário indie, no comando do seu primeiro blockbuster (com orçamento centenas de vezes superior a de todos os filmes que havia dirigido) e dono de um humor muito característico, calcado no absurdo e sempre pronto a se auto-depreciar antes de tudo.

Depois de partir da Terra ao final de Vingadores: A Era de Ultron com o intuito de pesquisar sobre as joias do infinito, nada parece ter dado muito certo para Thor (Chris Hemsworth) – e descobrir algo sobre os poderosos artefatos é uma coisa que definitivamente ele não foi capaz de fazer. Retornando a Asgard para avisar Odin (Anthony Hopkins) sobre a iminência do Ragnarok, a destruição de tudo, o que ele encontra é um lar descuidado, entregue a peças teatrais que louvam o heroísmo de Loki (Tom Hiddleston), que está se fazendo passar pelo pai que ele exilou na Terra. Em Nova York, os dois irmãos contam com o auxílio do Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) para irem atrás de um alquebrado Odin, escondido na Noruega. Por lá, descobrem a existência de Hela (Cate Blanchett), a deusa da morte e verdadeira primogênita de Odin, banida de Asgard há muito tempo atrás. Thor acaba sem o seu martelo e preso em Sakaar, um enorme ferro-velho do universo inteiro, comandado pelo insano Grão-Mestre (Jeff Goldblum), que adora combates de gladiadores em arenas. O deus do trovão se vê obrigado a enfrentar seu antigo companheiro Hulk (Mark Ruffalo) enquanto tenta escapar do planeta e retornar a tempo de salvar o seu povo – e no meio do caminho o seu time de “vingativos” receberá as adições de Valquíria (Tessa Thompson), uma guerreira alcoólatra e sarcástica, e Korg (Taika Waititi), um hilário gladiador de pedra.

Thor: Ragnarok começa com uma excelente cena entre Thor e Surtur. O deus do trovão surge soberbo, destemido e arrogante, fazendo pouco caso do discurso do demônio de fogo e excessivamente confiante em suas habilidades e no poder do seu martelo – que Taika Waititi maneja com precisão em uma sequência de ação estonteante, com a câmera acompanhando o mjölnir em suas rotações de ataque e defesa. Seus poderes só aumentam no restante do filme (aqueles que sempre esperaram por um Thor realmente poderoso irão adorar), mas a empáfia asgardiana logo é desmascarada pelo diretor, que com seu humor nonsense aplica quilos e quilos de humanidade no personagem. A peça satírica (com hilárias participações especiais) encenada em Asgard aponta o tom farsesco que o filme assumirá dali em diante (e há uma referência incrível a uma história clássica de Walt Simonson), com o roteiro desconstruindo toda a pseudo-seriedade do deus do trovão, que gradativamente vai perdendo tudo: a pose, o cabelo, a nobreza e o martelo (facilmente destruído por Hela), sendo descartado como lixo pelo “ânus do demônio” em um planeta de gladiadores, obrigado a fazer o que não quer, até perceber que, sozinho, não poderá impedir o Ragnarok, e precisará de toda a ajuda possível de antigos e novos aliados.

O roteiro é de Eric Pearson, Craig Kyle e Christopher Yost, mas percebe-se que Taika Waititi falou a verdade quando afirmou que trabalhou com improvisação em 80% dos diálogos: a sua assinatura é visível. São diálogos longos, auto-depreciativos e irônicos e situações absurdas, tudo filmado quase sempre com uma câmera incômoda, em close e fechada em um mesmo plano por segundos extras enquanto o efeito cômico é absorvido pelo espectador. E tudo isso sem esquecer do drama – outra de suas características. A desgastada e dúbia relação familiar Thor e Loki está toda lá, explorada com mais humanidade e lembranças da infância e menos combates diretos, e o arco dos irmãos com Odin na Noruega, mesmo curto, é emocional e belo. A dinâmica entre Thor e Hulk/Bruce Banner funciona muito bem e o Gigante Esmeralda, balbuciando palavras e frases curtas no melhor estilo “Hulk esmaga!“, parece saído diretamente de sua longeva fase inicial nas HQs, reagindo como uma criança birrenta a todas as provocações de Thor e finalmente existindo como uma persona distinta de Bruce Banner – e que não deseja voltar a ser o “fracote” Bruce Banner, que, por sua vez, garante algumas das melhores sacadas do filme, especialmente as que envolvem Tony Stark e uma certa cigana.

O elenco inteiro está confortável em seus papéis, mas os destaques absolutos são Cate Blanchett e Jeff Goldblum. Hela tem pouco tempo em cena (e olhando em retrospecto, o filme nem precisava da vilã, já que o arco inteiro em Sakaar seria suficiente para um ótimo resultado final, ou mesmo um Ragnarok apenas com Surtur cumprindo a profecia), mas mostra todo o seu poder, destruindo coisas e assassinando guerreiros poderosos com extrema facilidade assim que surge em cena. Blanchett entrega uma performance deliciosa, sinuosa e sensual, visivelmente confortável no tom de farsa de Thor: Ragnarok, destilando ironia em todas as suas falas. Já Goldblum… é Goldblum. Do começo ao fim. E isso é espetacular. O experiente ator parece ter nascido para o papel do afetado Ancião do Universo, completamente insano e excêntrico, repleto de trejeitos e atuando como uma espécie de apresentador de TV e DJ obcecado pelos combates nas arenas, sempre auxiliado pela sua fiel escudeira Topázio (Rachel House).

Além deles, Tessa Thompson rouba a cena desde o primeiro instante quando surge cambaleante saindo de uma nave: forte, carismática, sarcástica… e beberrona. Os excelentes Mark Ruffalo, Anthony Hopkins e Tom Hiddleston seguem as precisões de suas atuações anteriores nos filmes do estúdio e o mediano Chris Hemsworth, rodeado de intérpretes talentosos, consegue não ficar muito atrás dos seus companheiros, com Taika Waititi extraindo excelentes momentos do ator, especialmente na comicidade e na ação – o próprio Waititi arranca risadas com sua fala de acento maori dando suavidade e graça involuntária ao gigante de pedra Korg. Poderia haver mais Idris Elba como Heimdall (que finalmente tem espaço para brilhar), e menos do Executor de Karl Urban, que está bem, só que em um personagem descartável na história, mas nada que atrapalhe o desenvolvimento narrativo.

Jack Kirby arquitetou do zero o visual de praticamente todo o universo de super-heróis da Marvel Comics durante os anos 1960 – e fez a mesmíssima coisa com o universo cósmico da DC Comics em 1971. Apesar disso, e mesmo com a overdose anual de filmes do gênero, ainda não havíamos visto com clareza total a sua peculiar assinatura artística transposta com fidelidade apurada para as grandes telas. Justamente no ano em que celebra-se o centenário do seu nascimento, Thor: Ragnarok faz isso com perfeição, capturando toda a influência kirbyana até mesmo nos aspectos mais minimalistas, entregando um dos visuais mais belos dos filmes da Marvel Studios, graças ao excepcional trabalho do designer de produção Dan Hennah, que foi o diretor de arte da trilogia O Senhor dos Anéis (2001-2003), da figurinista Mayes Rubio, da equipe de efeitos especiais (supervisionada por Jake Morrison) e do fotógrafo espanhol Javier Aguirresarobe, que desenha uma fotografia competente – o flashback da luta entre Hela e as Valquírias é belíssimo e parece germinado a partir de uma arte renascentista.

O camarote do Grão-Mestre na arena de Sakaar é puramente kirbyano: repleto de ornamentos complexos, elementos visuais distintos, linhas e mais linhas para todos os lados, que se atravessam e se encontram, com direito até mesmo a personagens vestidos com figurinos que remetem aos Celestiais. O próprio mundo sakaariano, com seu encontro de múltiplas culturas espaciais, recebe a marca do artista, com um design retrô-futurista, e por todo o filme vemos ecos do seu traço detalhista, vivo, repleto de cores (pegue qualquer página dos quadrinhos de Thor e veja que o arco-íris vai muito além da Bifrost), além dos seus clássicos maquinários muito além da nossa imaginação. Ainda se fazem presentes as famosas Kirby Kracles, imagens pretas usadas para a representação de energias cósmicas ou insondáveis.

A trilha sonora de Mark Mothersbaugh encaixa-se muito bem com todos esses aspectos e a reconhecível assinatura musical do compositor, líder do Devo, preenche Thor: Ragnarok de uma sonoridade new wave, lotada de sintetizadores surrealistas que parecem trilha de videogame – mas é Immigrant Song, do Led Zeppelin, que toma os holofotes para si, elevando ainda mais o nível das duas melhores sequências de ação do longa-metragem. Ação que Taika Waititi filma não em lotes como normalmente se espera em um filme do tipo, mas com talento, entregando alguns dos melhores combates dos filmes do universo compartilhado da Marvel. As coreografias são interessantes, assim como os posicionamentos de câmera, e elas não se perdem na confusão ou nos cortes, sendo tão incríveis quanto fantasiosas – o combate entre Thor e Hulk na arena de gladiadores é tudo o que se espera dela.

Thor: Ragnarok compreende a essência de aventura que sempre encharcou o poderoso Thor nos quadrinhos, especialmente na clássica fase de Walt Simonson, e entrega uma excêntrica e divertídissima viagem intergaláctica com contornos de fábula. Convertendo as ideias e conceitos de Planeta Hulk – com o auxílio luxuoso do Gigante Esmeralda – em um verdadeiro Planeta Thor – dois terços do filme acontecem em Sakaar –, o filme é facilmente a melhor aventura do deus do trovão nos cinemas e uma das melhores da Marvel Studios, lançando o personagem em uma jornada intensa de volta ao lar, em uma missão de salvação (“Asgard não é um lugar, é um povo.”) e autodescoberta. Dentro da estrutura fechada e coesa de um universo compartilhado, pouco afeita a experimentações, Taika Waititi produz um filme que indiscutivelmente é um blockbuster de super-herói, com seus combates imensos e explosões para todos os lados, mas que ainda assim é visível como seu filme, profundamente engraçado, com a sua marca irreverente e a sua voz – e que seria ainda melhor do que é se tivesse muito mais do estilo do neozelandês.

Thor: Ragnarok Thor: Ragnarok – EUA, 2017, cor, 130 minutos.
Direção: Taika Waititi. Roteiro: Eric Pearson, Craig Kyle e Christopher Yost. Música: Mark Mothersbaugh. Cinematografia: Javier Aguirresarobe. Edição: Joel Negron e Zene Baker. Elenco: Chris Hemsworth, Tom Hiddleston, Cate Blanchett, Idris Elba, Jeff Goldblum, Tessa Thompson, Karl Urban, Mark Ruffalo, Anthony Hopkins, Tadanobu Asano, Ray Stevenson, Zachary Levi, Rachel House, Sam Neill, Clancy Brown e Benedict Cumberbatch.

Compartilhe

Sobre o Autor

Rodrigo Oliveira

Católico. Desenvolvedor de eBooks. Um apaixonado por cinema – em especial por western – e literatura. Fã do Surfista Prateado e aficionado pelas obras de Akira Kurosawa, G. K. Chesterton, John Ford, John Wayne e Joseph Ratzinger.

  • Ghostface

    Crítica excelente Rodrigo!
    Vi hoje e adorei!
    A Hela da Cate ficou simplesmente demais, ela foi a ameaça mais poderosa do UCM até agora. Conseguiu derrotar facilmente uma porrada de gente. Goldblum está simplesmente demais! O resto do elenco está sensacional, e acho que foi o filme em que o Hopkins ficou mais confortável no seu papel de Odin.
    Já to planejando para ver de novo kkkkkkkkkkkk.
    Quero ver a Hela em Guerra Infinita, ainda tenho esperanças kkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

    • Valeu! Pois é, a Hela tocou o terror, e isso com pouco tempo em cena. Acho que se Taika pudesse ter feito o roteiro do zero, tinha tirado o Executor e no lugar das suas cenas, dado mais espaço para Odin e Heimdall. Ficaram muito bons nesse filme, podiam ter mais espaço. Hela precisa voltar, ainda mais agora que está morta, fazendo jus ao seu epíteto de deusa da morte..kkkkkkkkkkkkkkkkkk

      • Ghostface

        O Executor eu também achei meio deslocado do filme, mas eu gostei do Karl. Sim, sim kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

  • Brenno Veloso

    Rodrigo vc está de parabéns foi a melhor crítica que eu vir do filme.

  • Brenno Veloso

    Nossa eu sair tão feliz do cinema assistindo esse filme do thor que fez eu me lembra da época quando assisti o primeiro vingadores .
    Que nostalgia

    • Também fiquei muito feliz vendo esse filme. Eu me senti vendo filmes que gostava nos anos 1990, tem uma aura meio nostálgica nele mesmo.

      • DCNAUTA

        O James Gunn disse que o filme do Thor deixa os filmes do Guardiões da Galáxia com uma tonalidade preto-e-branco na comparação. hehehe

        As armas laser do filme do Thor eram com design mais retrô e mais impactantes que as utilizadas nos filmes dos Guardiões, bem como os efeitos especiais dessas armas soavam mais convincentes.

    • DCNAUTA

      Eu disse que esse filme lembraria o Vingadores 1, parte dos Vingadores atuando numa aventura conjunta também é bem representativo.

  • Matt The Radar Technician

    Fantástico, Rodrigo!

    Tô bem feliz. Sempre achei que havia algo dissonante nos filmes do Thor que eu não sabia exatamente o que era. Depois de ver Ragnarok eu percebi que o tom dos filmes anteriores não casavam com o personagem. Nesse filme tudo ficou harmônico.

    Eu amei demais o Grão-Mestre hehehe.

    • Valeu! Chegou a ler a crítica da Boscov? Ela fala justamente disso…rs Que a série finalmente se acertou quando assumiu o que devia ter assumido desde o primeiro filme: “Porque isso é o que a série Thor queria ser desde que nasceu, em 2011: comédia de verdade, com uma puxada forte para aquele nonsense do Monty Python (mesmo no universo de impossibilidades dos super-heróis, algumas coisas são mais viajandonas do que outras – por exemplo, um deus viking que mora num planeta furta-cor ”

      Jeff Goldblum é demais. Parece que eles vão fazer um falso documentário com ele, igual teve aquele com o Thor dividindo apartamento..rs tomara que façam.

      • Matt The Radar Technician

        Acabei de ler! Spot on, como sempre.

        Poxa Rodrigo, ontem vi o filme pela terceira vez e não consigo cansar. Cada vez que vejo gosto mais.

        • Não consigo ver esses filmes mais de uma vez quando lançam, não…rs Mas ano que vem irei rever. Você gostou mesmo, hein?

          • Matt The Radar Technician

            Demais. E quanto mais eu penso e leio sobre o filme, mais eu gosto. Tenho lido uns artigos explorando sobre como Ragnarok é uma crítica ao imperialismo e ao colonialismo e sobre toda a simbologia por trás dos detalhes do filme e fico impressionada como Taika conseguiu fazer uma obra tão significativa e ao mesmo tempo tão divertida. Sou fã mesmo hehe.

          • =) Chegou a ver outros filmes anteriores do Taika? Ou se empolgou para vê-los depois desse? Pô, Fuga para a liberdade e Boy são ainda muito superiores a Thor: Ragnarok…rs O curta que foi indicado ao Oscar também é sensacional. O Taika é muito bom. Publiquei críticas sobre todos os filmes dele.

          • DCNAUTA

            Eu vou ver os outros filmes do Taika agora! Valeu pelas dicas.

          • DCNAUTA

            Não é todo dia que um Thor Ragnarok é produzido, muitos blockbusters são feitos, mas que exploram Hulk e Thor, não! rsrsrs

    • DCNAUTA

      Achei a mesma coisa do que você, ficou harmônico. É porque o Chris Hemsworth teve mais tempo de tela e interpretou melhor o personagem do que nos outros filmes, como se o personagem fosse adaptado ao estilo do ator que o interpreta.

  • Estephano

    Muito bom o texto.
    Gostei muito do trabalho do Taika, espero que retorne ao MCU, e que na próxima seja o roteirista também. Ele criar livremente os diálogos seria ótimo.

    O cara mandou bem com um filme de grande orçamento recheado de atores famosos, conseguiu imprimir seu estilo, além de fazer ótimas cenas de ação. Inclusive tomará que reaproveitem os novos personagens que apareceram, incluindo o Korg. rs
    Visualmente falando esse é de longe o filme mais colorido da Marvel Studios, provavelmente seja o de super-heróis em geral também. Ficou muito bom, tomará que abordem mais vezes esse estilo. Pantera aparentemente esta indo por esse caminho também.

    • Valeu. Também espero que ele seja roteirista do próximo filme, será bem melhor. E que esse visual inspire os próximos filmes, ficou muito, muito bom. Pantera já tá aí, e Homem-Formiga e Vespa, ainda mais agora que teremos o reino quântico, provavelmente, é outro que pode seguir essa linha.

      • Estephano

        Já pensou se Homem-Formiga e a Vespa for uma mescla de Thor com Doutor Estranho? Ia ficar incrível.

  • Dave Mustaine Rebirth

    AAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHH
    AAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHH
    WE COME FROM THE LAND OF ICE AND SNOW
    FROM THE MIDNIGHT SUN WHERE THE HOT SPRING BLOWS
    THE HAMMER OF THE GODS
    WILL DRIVE OUR SHIPS TO NEW LAND
    TO FIGHT THE HORDE
    SINGING AND CRYING
    VALHALLA, I AM COMING!!!

    Cara,que filmaço! Já está entre os meus favoritos de todo o MCU! Finalmente tivemos um filme digno do Thor!

    À começar pelo enredo,que é completamente diferente de tudo o que já foi feito em filmes de super-herói: ao invés de ser aquele clichê do vilão que chega ameaçando tudo e o herói ter que se superar pra poder impedir a ameaça,não,o filme já começa com a Hela conseguindo o que quer e chutando o Thor lá pro outro lado do universo,aí a jornada do protagonista é pra voltar lá e resolver o problema, tem o negócio da história de superação também,tem,mas é feito de um jeito bem inventivo e sem cair na mesmice,além de que o final é completamente imprevisível e diferente de tudo o que já foi feito em um filme de herói (mas ainda vai ter nego falando que é “a mesma coisa de sempre,que os filme da Marvel é tudo igual,e fórmula Marvel isso,fórmula Marvel aquilo,e blá blá blá”).

    Sobre os personagens,cara,finalmente nós vimos o VERDADEIRO Thor, finalmente ele fez jus ao seu título de DEUS DO TROVÃO,e deu pra ver que o Hemsworth tem carisma sim,só precisava de uma boa direção que conseguisse captar isso.
    O Hulk foi demais,tanto o monstrão verde que só quer esmagar quanto o “fracote” Bruce Banner,ele também esteve em seu melhor momento de todos os filmes do MCU.
    Valquiria foi sensacional,Tessa Thompson é demais (quem criticou a escolha dela pagou com a língua).
    Loki,mesma coisa que Thor e Hulk,também esteve em seu melhor momento,e é legal ver o quanto o Tom Hiddleston está confortável no papel.
    E cara,a Hela foi fodastica,a primeira grande vilã dos filmes do UCM foi uma de suas maiores e melhores ameaças,Cate Blancchet está mais linda do que nunca (nem parece que tem quase 50 anos,rs),apesar de não ter tido taaaanto tempo em tela,ela rouba a cena sempre que aparece,e cara,ela consegue impor respeito kkkk
    Os coadjuvantes,Odin,Heimdall,apesar de terem aparecido pouco,também estavam incríveis (Anthony Hopkins é sempre incrível e o Idris Elba finalmente teve a chance de brilhar). Os novos personagens,Korg,Miek e o Grão-Mestre também foram ótimos,hilários,e eu gostei do Skurge,ele pode até não ter tido tanta importância pra trama,mas eu não o tiraria,gostei de todas as cenas em que ele aparece. E o Surtur? Sem palavras!
    E o Taika aprontou de novo! Conseguir dar humanidade aos personagens através do drama e do humor daquele jeito que só ele consegue.

    A direção do Taika Waititi foi genial como sempre (a assinatura dele estava lá!),as sequências de ação foram de tirar o fôlego! Seja a cena de abertura do Thor descendo a porrada no Surtur e naquela horda de criaturas de fogo,a luta entre Thor e Hulk,a fuga de Sakaar,a batalha final,tudo impecável!

    O visual do filme era puramente Kirbyano,tive a sensação de ver as HQs ganhando vida,indiscutivelmente o filme mais visualmente impressionante já feito pela Marvel Studios,fotografia,direção de arte,figurino,maquiagem,efeitos especiais,tudo de primeira linha (mas ainda vai ter trouxa falando que “a fotografia dos filme da Marvel é tudo igual”).

    Trilha sonora impecável,tanto a trilha instrumental (bem inusitada mesmo) quanto a fantástica Immigrant Song ficaram sensacionais em cena!

    E foi legal também ver que aqueles pseudo-adulto não tem poderes premonitórios,o filme teve momentos de seriedade e momentos dramáticos SIM,e não,não teve “piada” em cenas de morte e destruição.

    Agora vamos falar do melhor:o HUMOR! Cara,o humor desse filme é HILÁRIO,ri demais em várias e várias cenas,o filme já foi engraçado logo em sua cena de abertura,com o Thor conversando com o esqueleto e desdenhando do Surtur. Aquela parte que ele volta pra Asgaard e se depara co aquele teatro retratando “o que aconteceu” em O Mundo Sombrio onde era o MATT DAMON interpretando o Loki foi demais kkkkkk a dinâmica entre Thor & Hulk ficou sensacional,foram tantos momentos hilários entre eles que nem dá pra lembrar todos,desde ele berrando YEEEEEEES ao ver o Hulk e depois falar “lembra do Loki? Ele ainda tá vivo,olha ele ali!” Kkkkk ou quando o Hulk faz com o Thor o mesmo que ele fez com o Loki em Os Vingadores,o Thor tentando acalmar o Hulk que nem Viúva Negra fazia (que,inclusive,foi uma sacada genial pra tirar sarro disso,porque sinceramente,esse romance do Hulk com a Viúva foi uma das piores coisas de AoU),a personalidade infantil do Hulk,aqueles diálogos entre eles:
    “-Não,você não é amigo do Hulk,é amigo do Banner.
    -Naaaaao,eu nem gosto do Banner,ele só fica lá,’ahh ciência’,’ahh números’,eu prefiro você”
    E depois com o Banner:
    “-Não,você não é meu amigo,é amigo do Hulk.
    -Naaaaao,eu nem gosto do Hulk,ele fica só lá ‘arrr,esmagar’,eu prefiro você”.
    A interação do Thor com o Banner também foi ótima: “usa um dos seus sete PhD’s pra pilotar essa coisa” kkkkk
    A dinâmica do Thor com o Loki também teve seus ótimos momentos (vamos fazer o “ajuda aí”),e com a Valquiria mais ainda,seja no Thor ficando meio sem jeito pra falar com ela,como aquela parte que ele fala “ah,eu queria ser uma Valquiria quando era criança,mas aí eu descobri que era só pra mulheres”,ou quando ele joga o capacete na parede e o capacete volta e acerta ele kkkkk as tiradas sarcásticas dela também eram ótimas:
    “-Vai pagar por isso
    -Eu fui paga pra isso”

    Nossa cara,foram tantas coisas épicas nesse filme que eu acabei fazendo um baita textão aqui kkkkk e olha que ainda tem muito mais à ser dito. Agora eu quero é ir pro debate com as snydetes!!!

    https://uploads.disquscdn.com/images/a9feab20aaea97297d599348e7621da1e7d3f4a21eec2ef8aa4ed6d0f71a6ba7.gif

    Excelente crítica,meu amigo,e desculpe o tamanho do comentário.

    • Também coloco entre os favoritos do UCM. Sobre o final, é igual o da barganha de Doutor Estranho. Ficam o tempo todo reclamando que não mudam, aí quando fazem algo diferente, que não foi feito antes, eles inventam algo pra hatear. Sempre assim…rs

      “Verdadeiro Thor? Não! Como assim? Não vi o viking beberrão, sanguinário e mal-humorado que Lee e Kirby criaram! Nem o Ragnarok épico, sério, sombrio e complexo que o personagem merecia ter. Só vi um bobalhão num show de stand up o tempo inteiro. A crítica baba ovo porque é da Marvel, o filme é muito superestimado, ridículo. Só marvete finge que gosta.”

      O que foi aquela câmera no martelo na primeira sequência? Só ali já deu pra ver que todas as cenas de ação seriam bons. Dito e feito.

      Visualmente também achei um dos mais incríveis. Muito bonito e uma homenagem perfeita no centenário do mestre.

      O humor foi incrível. Tinha que ser…rs Não podia ser diferente. E gostei demais de ver o Hulk falando, bem ao estilo das primeiras HQs, com uma mentalidade de criança (pode ter certeza que logo verá “entendidos” do personagem por ai reclamando disso, dizendo que o personagem foi “descaracterizado”. É uma pena que a Marvel não possa fazer filmes solos do Hulk. Realmente uma pena.

      Agora, o Taika precisa voltar em um futuro filme do Thor, colocar, sei lá, ele, a Valquíria, o Korg, o Miek e o Bill Raio Beta em uma jornada pra salvar o mundo do Bill. Só. Mais nada. Um road movie pra salvar um planeta. Roteiro do Taika. Algum maori pra fazer o Bill. Ah, e Thor transformado em sapo em pelo menos umas três ou quatro cenas do filme. Para desespero dos haters…kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      • Dave Mustaine Rebirth

        pode ter certeza que logo verá “entendidos” do personagem por ai reclamando disso, dizendo que o personagem foi “descaracterizado”.

        Era justamente o que eu ia comentar com você agora. Na sessão que eu fui,eu tinha ido com os meus amigos,e depois que o filme acabou,eu tava empolgadão,aí eu tava conversando lá com os meus amigos sobre o quanto o filme foi foda e engraçado,e o quanto os snydetes eram otários e etc,aí eu olho pro lado e tem dois caras me encarando. Eu encarei de volta,e logo eles desviaram o olhar,aí eu escutei que eles tavam reclamando do humor,e eu escutei um deles dizendo “o que foi que fizeram com o Hulk?” kkkkkkk não basta terem deturpado o Thor,agora deturparam o Hulk também kkkkkkkkkk.

        • Estephano

          PQP. KKKKKKKKKKKKKK
          Eu queria ter visto isso.

        • DCNAUTA

          Esse pessoal acha que entende de gibis, mas não entende.

          O que não teve de drama no filme teve de liderança do Thor e inteligência para resolver os problemas, não usando somente a força bruta e o poder do Mjolnir, isso é pura HQ de Jack Kirby e Stan Lee.

          Essa maior fidelidade ao personagem foi conseguida em seu terceiro filme, pois nos outros dois (com ou sem humor) não conseguiram, não passava a ideia de como o “Thor pensava”. Waititi tem o mérito de mostrar como é o Thor sendo desafiado de verdade e como usa a sua mente para resolver os problemas e superar os desafios.

          • Dave Mustaine Asgaardiano

            Com toda certeza,esse finalmente foi um filme do Thor que faz jus aos quadrinhos,e os manés que provavelmente leram só meia dúzia de HQs e já se acham donos do personagem ficam com essa ladainha de “ain,transformaram o Thor em um comediante”,o que esta MUITO longe de ser verdade.

      • Dave Mustaine Rebirth

        Boa comparação com o Doutor Estranho,essa cena do “eu vim barganhar” foi uma sacada genial,mas os caras insistem em ficar de mimimi,pior que isso só ver que essas mesmas pessoas que criticam são as mesmas que defendem a cena da Martha.

        Sobre o visual,voce acha que esse poderia ter indicações ao Oscar nessas categorias técnicas? Na real,eu achei ele visualmente muito mais impressionante que Mulher Maravilha ou Logan.

        Cara,a Marvel PRECISA fazer uma nova trilogia do Thor após Guerra Infinita,e com o Taika comandando!
        (E eu gostaria de já ter visto o Thor sapo nesse filme mesmo…rs).

        • Mulher-Maravilha e Logan tiveram nada demais. E nego ainda fala que “em fotografia merecem”. Acho que nem sabe o que é fotografia…rs Visualmente Thor pode até ter indicação, efeitos, direção de arte, só que esse ano acho que filme algum de herói leva algo do tipo…rs Pelo que estão dizendo do visual de Blade Runner, deve fazer a limpa nessas técnicas menores. E ainda teve Valerian, que apesar do fracasso, tinha o visual deslumbrante. E em efeitos, Planeta dos Macacos, até o momento, vem forte. E ainda tem Star Wars pra fechar.

          Só quero o Taika em outra franquia, se a Marvel conseguir o Quarteto de volta. Aí é pra colocar o cara pra fazer três filmes logo, sem discussão.Toupeira como vilão do primeiro. Imagina os diálogos que ele ia escrever pro Coisa e pro Tocha? Putz. A relação dos dois sempre foi hilária.

          Se tivesse Thor sapo já nesse Ragnarok o choro dos haters ia encher as comportas do país…kkkkkkkkkkkkkkk

          • Dave Mustaine Rebirth

            Putz,pior que é mesmo,também acho que Blade Runner,Valerian,Planeta dos Macacos e Star Wars podem ter mais sorte em indicações.

            Nossa,o Quarteto sendo dirigido pelo Taika seria incrivel! Mas eu ainda prefiro que ele continue trabalhando com o Thor. Pro Quarteto eu acho que o Matthew Vaughnn poderia ser uma boa opção,visto que ele mesmo já demonstrou interesse em dirigir um filme da equipe (e detalhe,o Vaughnn é do nosso lado,ele já falou que “filmes ‘sombrios’ de super-herói já encheram o saco”).

            Nossa,nunca mais teríamos problemas de falta de água no Brasil se o Thor sapo tivesse aparecido kkkkk

          • Estephano

            Em Direção de Arte, Efeitos Visuais, Fotografia e quase todas as outras categorias técnicas, Blade Runner é MUITO superior a qualquer filme de super-herói que lançou esse ano. Haja lobby para algum deles ter alguma chance viu. rs

          • cleber

            É, fotografia tem que ir pro Roger Deakins! Apesar de nessa categoria sempre indicarem trabalhos ótimos, o que o cara fez ali é su-bli-me.

            Fora que esse mito já foi indicado 14 vezes e nunca ganhou :O
            Então, nada melhor do que dar o premio por um trabalho incrivel, ao mesmo tempo que “compensam” o cara por tudo que ele já fez.

            E o Javier Aguirresarobe é um grande profissional, principalmnte seus trabalhos na Espanha. Mas não acho que vá ser indicado.

          • Dave Mustaine Rebirth

            Entendi. Infelizmente,não tenho money pra ir ver Blade Runner (aliás,acho que nem está mais em cartaz),mas vou conferir quando sair o torrent…rs.

          • Humpty Dumpty

            O lance da fotografia de Mulher Maravilha é somente por causa de Themyscera. Onde realmente a cada frame é de encher os olhos. Mas depois que sai da Ilha Paraíso, fica um visual cada vez mais poluído(claro, devido a guerra). É um uso de filtro desnecessário que pesa na estética só porque quiseram reforçar o ambiente violento. Não precisava disso. Aí chega no terceiro e vira aquele abuso de CGI que justifica uma não indicação ao Oscar. Fotografia tem que ser do começo ao fim e não preso ficar mexendo na paleta de cores com o andar do filme. Veja só o exemplo do magnífico O Regresso. LUZ NATURAL! O cara levou o terceiro boneco dourado SEGUIDO!

            Já sobre LOGAN, eu achei que o visual era interessante e que lembrava uma mistura de Os Indomáveis e Johnny e June. Uma composição belíssima até mesmo na cena onde o trio principal janta na casa daquela família. Porém, não tem uma ”identidade” com algum diferencial que se destaque.

            Como você disse, realmente tem Blade Runner 2049(sério que ainda não viu? ‘-‘) e Valerian(é uma obra de arte). Na minha opinião momentânea, Planeta dos Macacos está no páreo. Ainda virão os filmes de Veneza e Toronto que chegam em dezembro com aquele ”favoritismo” de festivais premiados. O Assassino no Expresso Oriente também pode ser uma surpresa. Não esquecendo de Terra Selvagem(Wind River).

          • Achei bem comum nessas partes. De todos eles, aliás. De todo modo, Blade Runner é muito mais forte que todos esses nesses aspectos, e daqui até o Oscar ainda tem muito filme forte pra sair. O Expresso do Oriente parece que está bonito demais, esse é um dos que mais espero agora para o fim do ano.

          • Kleber Oliveira

            Putz, porque eu não vejo mais pessoas falando sobre o visual de Valerian. Caramba, o filme criou um universo maravilhoso. Embora tenha achado o filme ruim, eu saí do cinema querendo ver mais e mais sobre tudo aquilo.

          • DCNAUTA

            Taika para os filmes do Quarteto Fantástico, já!

      • Humpty Dumpty

        ”Ah, e Thor transformado em sapo em pelo menos umas três ou quatro cenas do filme. Para desespero dos haters…kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk”

        PQP KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

        Q U E R O AGORA!

        O pior que eu esperava que isso fosse acontecer no filme
        Mas aí quando teve aquela referência numa conversa de que Thor virou sapo, morri de rir kkkkkkkkkkkkk
        Imagina se fazem MESMO e o Thor diz: ”isso de novo não” kkkkkkkkk

        • Imagina se fazem MESMO e o Thor diz: ”isso de novo não”

          Isso precisa acontecer…kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      • Humpty Dumpty

        Essa lance do Doutor Estranho concordo plenamente. É a mesma coisa com Thor chamando Surtur. É uma conclusão diferente e a maioria pode pensar que é ”broxante” porque esperavam aquele triunfo ”foda”, tendo a virada clichê do bem vencendo o mal. Ambos não foram capazes de conseguir derrotar Dormammu e Hela a força, mas souberam pensar numa solução arriscada que deu certo. Gostei da saída de Estranho logo de cara. Já com Thor, eu fiquei pensando um pouco e depois também gostei como foi resolvido. Os defechos são completamente plausíveis. E outra, até mesmo o Homem Aranha também não pôde abater o Abutre fisicamente. Aí já são 3 embates com finais diferentes do habitual.

        • É aquela coisa, sempre vão reclamar…rs Se eles derrotassem esses vilões no modo “básico”, como acontece em quase todo filme do tipo, reclamariam que não “ousa”. Quando mudam, reclamam que mudaram.

      • Pedro, o Homem Sem Medo

        Olá, meu amigo.
        Ontem eu consegui assistir assistir a este filmaço. A sensação que eu tive ao sair do cinema foi de tristeza. Não pelo filme – que muito me agradou -, mas pela franquia do Thor. Se o Taika tivesse dirigido todos, seria uma das melhores franquias da Marvel.
        O filme é tudo aquilo que ele se propõe: o melhor filme de todos os tempos da última semana. E não tem nada de errado com isso. Nem todos os filmes precisam ser uma obra-prima da sétima arte, muito embora todos devessem ter qualidade na entrega para seu público.
        Ótima crítica, camarada! (Se bem que eu não esperava menos de você)

        • Valeu, meu amigo. Realmente é uma pena que não descobriram o Taika antes. Poderíamos ter tido uma trilogia excelente do Thor. Mas ao menos tivemos um encerramento incrível, com muita qualidade e extremamente divertido. Veremos em que projeto a Marvel colocará o Taika no futuro.

          • DCNAUTA

            Eu acho possível um Thor 4.

          • Também estou achando. Seria legal um filme mostrando Thor, Korg, Valquiria e Bill Raio Beta em uma jornada pra salvar o planeta de Bill. Um road movie espacial. Só isso, mais plot nenhum. Dá o roteiro pro Taika desde o começo.

        • DCNAUTA

          Eu devo discordar de você nessa.

          Eu achei uma obra-prima, na honestidade do que o filme propõe ser um filme pipoca e entretenimento de primeira, talvez o primeiro filme a realmente usar dois super heróis numa aventura mais leve se você desconsiderar aquele do Hulk antigo do seriado e do Thor kkkkkkkkk

          Eu acho que é algo de gênio você fazer o melhor filme da última semana e do mês e do ano…se o que está sendo feito é inédito de alguma forma.

          Thor e Hulk é como Spiderman e Demolidor, como Coisa e Tocha Humana, é o começo das franquias de duplas de super heróis e não sabemos onde isso vai nos levar. Por esse pioneirismo o filme é memorável, sendo mais cósmico e mais “comics” que os filmes do James Gunn.

          Nas palavras de Gunn “Perto de Thor Ragnarok os filmes dos Guardiões são como se fossem feitos em preto-e-branco”. Acho que esse filme é sim uma “obra-prima” dos blockbusters de ação.

          Esse filme faz no século 21 o que os filmes do Stallone, Swarza, Seagal e outros faziam até os 90, faz dentro da nova onda dos super heróis.

    • Estephano

      Pena que não “tiraram aquela música engraçada para colocar uma música épica de verdade.” (HERÓIS, Legião)

      • Dave Mustaine Rebirth

        Clássica kkkk legal é que foi o Mike que tinha soltado essa,tiraram a música do Led Zeppelin e substituíram por uma trilha instrumental genérica e ele falou que “colocaram uma música mais épica” kkkkkk mas ele já se redimiu quanto à isso.

    • Kleber Oliveira

      Caralho, bicho. Tu gostou mesmo do filme, hein. Pqp! Hahahahaha

      Cara, não vejo a hora de conferir essa bagaça.

      • Dave Mustaine Asgaardiano

        Putz,ainda não viu?
        Vai lá cara,o filme fez as snydetes sangrar kkkkk

    • Pedro, o Homem Sem Medo

      Bom que você gostou do filme, seu patchinho safado. Consegui assistir ontem, finalmente…kkkkkk
      E, cara, é sério que a Cate já tá na casa dos 50? Aquela mulher é uma deusa… na real acepção da palavra. Que mulher linda!!!

      • Dave Mustaine Asgaardiano

        Quase 50,ela tem 48.
        E aí? Gostou do filme?

        • Pedro, o Homem Sem Medo

          Sim, safadjinho, gostei bastante. Salvou a trilogia do Thor.

          • Dave Mustaine Asgaardiano

            Agora eu quero uma nova trilogia do Thor após Guerra Infinita,com o Taika Waititi dirigindo todos.

          • Já tem a foto e o texto descritivo aqui pro site? Tá dando uns problemas na página de autor por causa da quantidade de gente, e queria fazer uns testes já com tudo certo.

          • Dave Mustaine Asgaardiano

            Ainda não fiz isso (eu não entendi direito como é que faz pra colocar uma foto)

          • Pode ir em “Mídia” e subir a imagem que você quer usar pra lá que depois eu coloco no perfil.

          • Dave Mustaine Asgaardiano

            Ok.
            Aliás,tem como fazer isso pelo celular mesmo? Meu PC tá com problema.

          • Acredito que sim. Mas se tiver dificuldade, me envie pelo whatsapp, se tiver. Ou passe-me por e-mail.

          • Dave Mustaine Asgaardiano

            Ok,tudo bem.

          • Dave Mustaine Asgaardiano

            Rodrigo,coloquei um texto e uma foto,olha lá se foi.

          • Sim, tudo certo.

          • Dave Mustaine Asgaardiano

            O layout ficou bem otimizado aqui no celular,não é a mesma coisa que no PC,mas quebra um galho.

          • Sim, ele se adapta para os dispositivos mobile. Agora preciso descobrir como resolver o bug da página de autores…rs Com mais de 10 perfis ela não tá abrindo direito.

          • Dave Mustaine Asgaardiano

            Putz. Tem tantos autores assim?

          • É. Cresceu rápido. São 11, contando com o perfil que criei pra postar vídeos.

          • Dave Mustaine Asgaardiano

            Caramba hein. E quantos deles postam alguma coisa? Rs.

          • Não sei. Acho que só você e mais um ainda não postaram.

    • DCNAUTA

      Muito bom o seu comentário, parabéns. Penso muito parecido com você.

      Na verdade esse filme do Thor mostrou que ele também pode ser esperto e inteligente como ele é nos gibis, o que ficou devendo nos outros filmes (culpa do roteiro).

      Pra mim esse fato (inteligência e liderança do Thor) que apareceu graças ao roteiro, direção e atuação do Chris Hemsworth já soma pontos positivos à fidelidade do personagem que compensa qualquer falta de drama que eventualmente poderia ter.

      • Dave Mustaine Asgaardiano

        Valeu! Perfeita colocação,finalmente tivemos um Thor inteligente,corajoso,decidido e fodão,e os caras ae enchendo o saco que queriam ver um Thor chorão,ainda bem que o Taika não deu ouvidos à eles,rs.

        • DCNAUTA

          O cara é um guerreiro alienígena e viking, não tem nada a ver com ser um chorão e um melodramático.

          • Dave Mustaine Asgaardiano

            Exatamente. Mas a turminha do “sombrio e realista” queria que o Thor ficasse o filme inteiro chorando porque quebraram o martelo dele.

          • Falando em “sombrio e realista”, já viu Liga da Justiça?

          • Dave Mustaine Asgaardiano

            Ainda não,se tudo der certo,vou nesse fim de semana

          • Ok.
            O filme é ótimo!

          • Dave Mustaine Asgaardiano

            Foi o que todos disseram. O que me deixa ainda mais empolgado que ver o filme da Liga é ver as desculpas que as snydetes vão inventar pra tentar justificar que “na DC não tem problema o filme ser leve,divertido e com bastante humor,agora na Marvel não pode”.

          • Então você vai gostar muito do Superman raiz.
            Olha esse comentário que eu achei:
            https://uploads.disquscdn.com/images/6bebbcfd1eba89f7c8cc8e23cd77593b283d0f30f7b49251d52f56c6ef68d0ff.png

          • Dave Mustaine Asgaardiano

            HAAAAAAAAAA,pelo menos esse não foi hipócrita kkkk

          • O que mais tem por aí é hipócrita, dizendo que as piadas nesse filme funcionam, e na Marvel não. Ah, e tem outros dizendo que todas as partes “ruins” da Liga são do Whedon…kkkkkkkkk

          • Dave Mustaine Asgaardiano

            Ah,era de se esperar que isso fosse acontecer, o humor da Marvel é pastelão e fora de hora,enquanto o da DC é refinado,sofisticado e bem encaixado kkkkk você já foi ver o filme?

          • Estou terminando de arrumar a crítica para postar.

          • Dave Mustaine Asgaardiano

            Beleza. Hey,eu estou baixando o Yojimbo aqui,vou assistir ele amanhã e depois passo na sua crítica.

          • Beleza. Cuidado, hein? Sabe como é, Yojimbo é um filme de ação repleto de comédia. E sabemos que comédia devia ser proibida e que tira a tensão de tudo. É muito infantiloide e emburrecedor.

          • Dave Mustaine Asgaardiano

            Ah não,eu aqui pensando que seria algo sério,sombrio e realista,maldita fórmula Marvel impondo seus padrões no cinema.

          • Kkkk.
            Eu acho que esse vai dar mais cholo que Ragnarok… Kkkkkk.

    • ON WE SWEEP
      WITH THRESHING OAR
      OUR ONLY GOAL WILL BE THE WESTERN SHORE!!!!

      Eu também achei este um FILMAÇO! E cara… O que foi aquele final???

      • Dave Mustaine Asgaardiano

        Fantástico! Completamente imprevisível!

  • Cleber Rosa

    Caraca Rodrigo…que critica maravilhosa!! Agora estou mais empolgado ainda pra ver o filme, verei na Quarta e sei que vou adorar…pois ao contrario do que alguns haters idiotas pregam, eu vou ao cinema ver filmes de super heróis para me DIVERTIR, e nisso Thor Ragnarok parece acertar em cheio!

    • Valeu! Espero que você goste. Se você viu outros filmes do Taika e gostou, provavelmente gostará desse. Diverte demais.

  • Mr. Doom

    Excelente crítica, Rodrigo!

    Conferi o filme hoje e simplesmente, amei o que vi. Os filmes do Thor precisavam justamente desta “ousadia”, de livrar-se do receio de adaptar o material fonte e realizar as alterações necessárias. Da trindade dos Vingadores, ele sempre foi o mais apagado nos filmes e era completamente ofuscado pelo Loki. Aqui vimos algo diferente, onde o Hemsworth se apega ao seu lado cômico e tem o seu potencial explorado.

    Cate está brilhante como a Deusa da Morte. Desde o sarcasmo até a sensação de imponência que ela transmite. Embora alguns tenham torcido o nariz, eu adorei a alteração no background dela. Ao meu ver, concedeu-lhe muito mais profundidade.

    • Valeu. Pois é. Resolveram ousar e foram pro caminho certo, revitalizando um personagem que teve dois filmes muito fraquinhos. É o que a Boscov disse na crítica dela: “Porque isso é o que a série Thor queria ser desde que nasceu, em 2011: comédia de verdade, com uma puxada forte para aquele nonsense do Monty Python (mesmo no universo de impossibilidades dos super-heróis, algumas coisas são mais viajandonas do que outras – por exemplo, um deus viking que mora num planeta furta-cor ” Exploraram o nonsense completamente e o resultado foi ótimo. Uma pena que não descobriram o Taika antes do Mundo Sombrio…rs

      • DCNAUTA

        Exatamente isso, palavra por palavra.

  • Aragorn II, King of Gondor

    Cara, tenho que dizer… eu conferi o filme sábado, com alguma expectativa e muito… medo.

    Eu li poucos quadrinhos solo do deus do trovão. E sempre tive uma preferencia pela fase do Jason Aaron, com arte do Esad Ribic. A fase d’O Carniceiro de Deuses é incrível, e marcou em mim o Thor que eu admirava: um personagem sério, inserido num roteiro denso, enfrentando um vilão temível em uma aventura mais… sombria, com ares épicos, por assim dizer. Por isso, fiquei extremamente receoso com o marketing de Ragnarok, apesar de ninguém poupar elogios ao diretor. Aquele humor… não era o filme que eu ESPERAVA do Thor, ainda mais de um cujo foco, supostamente, estaria no APOCALIPSE dos deuses. Mas, apesar disso, foi possível reconhecer uma qualidade clara em cada um dos trailers, e, por não ser um fã de longa data do personagem, resolvi esperar, ainda com um pé atrás, esse terceiro filme.

    Por fim, decidi me abrir para a obra que viria, me livrar de qualquer receio ou expectativa e julgar o filme pelo o que ele fosse. Cheguei no cinema um pouco hesitante, achando que ficaria em silencio enquanto todos ririam, ou coisas do tipo, mas abri meu coração para a obra do Waititi.
    Resultado: já estava gargalhando na primeira cena do filme, e surtando logo na primeira sequencia de ação. QUE FILMAÇO!

    Como eu disse antes, esse não era o filme que eu imaginava do Thor. Pelo contrário, BEM diferente disso. Mas eu me apaixonei pela proposta do Taika logo de início. A forma como ele explorou a veia cômica de cada um dos atores, as piadas sensacionais, e as excelentes transições para o drama e para a ação… os fatores foram se somando, e eu percebi que esse filme era um dos meus favoritos do ano logo que o arco em Sakaar começou.
    A Hela estava FANTÁSTICA, bem como todo o elenco principal do filme. Já chegou arrasando, como merecia. E o Thor… finalmente vimos, nos cinemas, o verdadeiro DEUS DO TROVÃO!

    Eu simplesmente SURTEI durante a luta final, quando a Hela arranca o olho do Thor. INCRÍVEL!

    A mão do diretor realmente salvou o mais apagado dos Vingadores. Que o Taika nos presenteie com mais obras do tipo por um BOM tempo! Um Thor 4 nas mãos dele seria demais…

    Excelente crítica, Rodrigo! Como sempre.

    • Valeu! É ainda melhor quando não temos muitas expectativas para uma coisa e somos surpreendidos positivamente…rs Eu já esperava algo muito bom vindo do Taika, e felizmente veio. Para aqueles que reclamavam de um Thor “fraco”, não podem reclamar depois desse. Ele realmente usou todo seu poder como podia, e as cenas de ação ficaram incríveis. Em Guerra Infinita já deve estar nível Odin, provavelmente.

      Uma pena é que não tenham encontrado o Taika antes do Thor 2. Hoje ele poderia estar fechando a trilogia. Mas beleza. Quem sabe não faça um Thor 4 mais pra frente (e com o Bill Raio Beta).

      • DCNAUTA

        A sacada dele usar o poder eletromagnético dos raios e relâmpagos foi muito interessante, sem o Mjolnir é como se Thor não fosse completo.

        Só que no roteiro do filme, na passagem que Odin diz “O martelo sempre foi um condutor, algo que canaliza o poder que você já tem”. Genial!

        O Thor fica parecido com o Homem-Raio da DC, o Shazam! E ele até poderia utilizar mais esse poder, quem sabe voando através da eletricidade estática, aí já é viagem minha, mas que seria possível, isso seria hehehe

        • Ele voando através d poder elétrico seria incrível. Quem sabe em Guerra Infinita? Thor, Hulk e Doutor Estranho tiveram seus níveis de poder muito elevados, será interessante quando a Ordem de Thanos surgir.

    • DCNAUTA

      Leia as histórias do Stan Lee e Jack Kirby, selecione as mais “bem-humoradas” e eleve isso na décima potência, você tem a visão do Taika Waititi kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • Valeu. Esse ano está uma beleza para filmes do tipo.

  • Humpty Dumpty

    Demorei, mas cheguei kkkkkkk

    Cara, eu achei mais engraçado eles falando ”revingadores” que ”vingativos” kkkkkkkkkkk

    Uma coisa que estou pra falar a muito tempo sobre as suas críticas e sempre esqueço:
    É UMA AULA DE PORTUGUÊS! Sem brincadeira
    Muito mais pela escrita apurada e muito versátil, mas também porque você traz conhecimentos amplos sobre o que está falando. Tal como foi em It, A Qualquer Custo, Planeta dos Macacos de 68(ou 69?), Dunkirk e agora THOR! Chega a ser uma resenha informativa com análise argumentativa e isso é algo que POUCOS fazem.
    Você fala de onde o filme se inspirou, como era a fonte, os nomes dos envolvidas nas categorias técnicas e os trabalhos anteriores… Sensacional

    Sobre o filme, acho que já falamos muito sobre ele neh kkkkkkkkkkkk
    Mas é ótimo poder comentar de novo sobre algo que nós gostamos

    Então, o ”sedutor do trovão”(mano kkkkkkkkkkkk) finalmente mostrou TUDO aquilo que os fãs queriam ver em toda a sua demonstração de poder. Ou, ao menos, grande parte do que ele é capaz de fazer. Seja em força, como foi aquela luta INCRÍVEL do Hulk(onde ele ganho no braço), os raios sem precisar do martelo e a magnitude dos mesmos e como finalmente nos importamos com o personagem no cinema, simpatizando com a sua personalidade.

    Nas mãos de Kenneth, somente a cena do THOR metendo uma martelada no chão em Yotunhein(acertei?) e destrói um monte de gigantes de gelo, foi algo que nos fez lembrar de sua imponência. Já em questão de caráter e o jeito do personagem, a forma como ele vangloriza e tenho uma prepotência pra lá de arrogante, acho que foi bem feito.

    Por sua vez, o Alan Taylor, tentou repetir essa porrada no chão logo no início do filme antes de chegar aquele monstro de pedra. Que até foi interessante, mas numa escala menor. Ali caiu muito o desenvolvimento do ”Point Break”(eita que o Stark curtiu) e nerfou demais a sua capacidade de luta.

    Joss Whedon(esse cara ainda fará muita coisa FODA) foi o único antes do Taika a dar alguma imponência e um certo ar de Deus do Trovão ao loirão surfista caolho. Tal como um tipo de ação pró ativa e um jeito mais robusto, também amigável. Cenas como aquela martelada ÉPICA na cara do Hulk dentro do porta aviões, quando ele vira um ”concentrador” de raios na hora da invasão e simplesmente destrói vários Chitauris e uma das ”baleias” sem esforço, a cena da briga com Stark e a explosão com o escudo do Rogers, escudo esse que serviu para uma cena muito boa numa junção de poderes no para derrubar os agentes da Hydra em Era de Ultron, teve também aquela destruição gigantesca de Sokóvia que ele fez e até mesmo quando largou o Mhjolnir na cara do Ultron no primeiro embate. Claro, não esquecendo de como foi incrível vê-lo erguer o martelo na hora de dar vida ao Visão. Mas mesmo com tudo isso, ainda sentia-se algo faltando que desse para Thor o quão F O D A esse personagem pode ser.

    Eis que vem um vampiro rochoso aloprado lá da Nova Zelândia. Waititi vem e faz parecer a coisa mais fácil do mundo LOGO NA PRIMEIRA CENA. E daí você se pergunta: ”como caralhos não fizeram isso antes?”. Porra, é simplesmente desse jeito que Thor deveria ser. Poderoso, ágil, proeminente e com muito carisma. Mesmo que Chris não seja um ator fenomenal, não adianta nada se o roteiro e a direção não der material suficiente para explorá-lo da maneira certa. Eu adorei o filme e vou ver de novo no cinema. Fica mais fácil ”cumprir minha tradição de assistir 2x” quando gosto de um filme. kkkkkkkkkkkkkk

    E voltar e reforçar o que já te falei: ele tem que fazer Thor 4 trazendo Bill Raio Beta, ou Aranha 2/3, Homem Formiga 3 e quem sabe Quarteto Fantástico. Mas aí, se for na FOX e não no MCU, prefiro esse doido em Deadpool 3 mesmo kkkkkk Além de quê, já o imaginei num Anjos da Lei 3, Tartarugas Ninja 3 e Até Piratas do Caribe 6. Sério, preciso virar o agente dele, Planejei a carreira do cara kkkkkkkk

    Toda vez que vejo algo desse filme, é impossível não elogiar a Cate Blanchette. PUTA QUE PARIU! Eu casava com essa mulher(ou com a Demi Lovato ou a Juliane Moore). Confesso que ela vestida de Hela me dá uma tesão imenso kkkkkkkkkkkkkk Bom, é melhor que tarar uma escavarilana, aposto! Cate é magnífica de qualquer jeito. Todo filme dela eu me MANIFESTO(eita que o Capitão América curtiu) sobre o quão esplêndida essa mulher é. Seria um sonho conhecê-la. Bem que poderiam ter trago uma tour do filme pro RJ. A vilã que ela fez precisa aparecer de novo. Eu duvido que ela tenha ficado daquele jeito. Pois se você lembrar, o Thor ATRAVESSOU O CORPO dela com uma espada e não teve efeito nenhum nela. Um outro guerreiro também a acertou e nada. Deusa da Morte não pode morrer. E nos ”spoilers vazados” que surgiram de Guerra Infinita, quero muito que seja verdade dela se aliar ao Thanos. PRECISO MAIS DESSA MULHER. E por falar nela, a danada não era portadora da Joia da Alma. E nem o Heimdall kkkkkkkkkkkkk Enfim: Kneel before your queen. Cuz I missed this!

    Obs: Agradeço o convite de ler outra crítica sua. Espero pela próxima. Estou até vendo se você escrever sobre Liga da Justiça… Também gostaria muito que fizesse a de Star Wars 8.

    Obs2: RAGNAROK está em que posição da sua lista? Se estiver fora do top5, queria saber quais são. Lembro de você ter dito que GdG2 estava em segundo, mas não perguntei a do Aranha kkkkkkkkkkk Por enquanto, acho que o coloco esse Thor na sexta. Quando eu rever, falo com mais certeza. Ah, meu top5. Vingadores / Cap 2 / Homem de Ferro / GdG / Guerra Civil

    • Muito obrigado…rs Acho legal escrevermos de maneira mais completa sobre os filmes, quadrinhos e livros. Demora mais, mas fica bem melhor…rs

      “Eis que vem um vampiro rochoso aloprado lá da Nova Zelândia”

      Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Precisaram trazer um maori, ou seja, um quase alienígena, para entender um personagem alienígena…rs

      O “deus dos martelos” kkkkk vai estar em um nível absurdo em Guerra Infinita, hein? Hulk também. E Doutor Estranho em 5 minutos já mostrou quão rápido evoluiu como mago supremo. Mas se nem Hela eles conseguiram bater de frente, imagina Thanos… com as joias? E como você diz, talvez com a Hela do lado? Putz. Quero só ver como irão derrotá-lo no fim das contas…rs

      Como infelizmente o Quarteto não deve voltar, espero um Thor 4 com roteiro do Taika, só road movie. Thor, Valquíria, Korg, Miek, e Bill, em uma jornada para salvar o planeta de Bill. Precisa de mais nada.

      De Star Wars, o Victor começou ontem com o texto do episódio IV e vai escrever sobre todos os filmes até o lançamento do episódio VIII. Como não sou fã de Star Wars, desse provavelmente não escrevei, ainda mais que ele já vai escrever.

      O meu top de prediletos da Marvel, pensando nele agora, seria:

      1. Guerra Civil
      2. Thor: Ragnarok
      3. Guardiões da Galáxia 1 e 2 e Soldado Invernal
      4. Homem-Aranha: Homecoming e Homem-Formiga
      5. Vingadores: Era de Ultron
      6. Homem de Ferro
      7. Vingadores
      8. Doutor Estranho
      9. Homem de Ferro 3
      10. O Primeiro Vingador
      11. O Incrível Hulk
      12. Homem de Ferro 2
      13. Thor
      14. Thor: O Mundo Sombrio

      • DCNAUTA

        Boa lista.

  • Kleber Oliveira

    Puta merda, pensei que veria o filme hoje mas ainda terei que esperar mais uma semana. Estou lendo e ouvindo vários elogios sobre o filme, eu realmente não esperava que o humor do Taika pudesse alcançar tanta gente. Ficar lendo comentários como os daqui só me deixam ainda mais puto, haha.

    Ótimo texto como sempre, meu amigo.

    • Que pena. Precisa ver logo…rs Ao menos na sessão que fui o humor dele funcionou bastante. E felizmente, todo o resto também. Valeu, meu amigo.

      • Kleber Oliveira

        Assim, você acha que o humor dele pode funcionar como o de Guardiões, onde as pessoas voltavam pra assistir ao filme?

        Hoje foi uma galera aqui pra assistir e não fui, quero apreciar numa tela melhor. Avisei eles que esse era mais um filme de comédia do que aventura, não incitei tanto essa ideia mas deixei no ar o que eles ia esperar.

        • Eu não sei, porque nunca volto para ver esses filmes…rs Só vejo uma vez. Não sei, mas no fim das contas o filme tem menos humor que Guardiões. E é um humor diferente. Guardiões é piada atrás de piada. Thor são situações cômicas, nonsenses (tem muitas que nem chegam a ser cômicas, mas acho que o pessoal que não diferencia achou que era humor). E tem mais aventura que Guardiões. O ritmo do filme é acelerado, já começa na ação e segue sem deixar cair até o fim. Mas aqui no Brasil acredito que fará bem menos sucesso que Guardiões. Os dois filmes anteriores do Thor não foram sucessos estrondosos aqui.

          • Kleber Oliveira

            Entendi. Sobre essas situações que não necessariamente pedem risadas, é o que não me faz mais assistir nas primeiras semanas. Geralmente são salas com pessoas muito empolgadas e isso meio que atrapalha. Espero chegar na semana que vem e pegar um público mais casual. Na sessão de Guerra Civil, que assisti umas três semanas após a estreia, acredito que tenha sido a pessoa que mais riu no cinema e ainda assim achei o filme tenso pra caramba. Quando acabou meus colegas disseram que puderam absorver melhor e tivemos uma boa discussão. Thor talvez não traga isso mas acho que trará uma experiência melhor.

  • Chandler BING

    Não perco suas analises Rodrigo,você escreve muito bem e é bem observador aos detalhes do filme,isso é algo muito bom meu amigo!!
    Sobre o filme…… MEU,ADOREI!!!

    Esse filme é com toda certeza o mais autoral da Marvel (Achei até mais que os dois guardiões da galáxia do Gunn) pelo simples fato dele não se agarrar a Marvel,o Taika trata esse filme como algo independente de qualquer universo. Tem elementos dos filmes da Marvel,tem elementos dos quadrinhos do Thor e tem até elementos da cultura Viking (Aquele momento entre o Thor e Odin no final do filme define muito isso) mas tudo isso é feito da Maneira Taika. O humor mundano,o estilo descompromissado,as participações especiais,exploração visual,montagem e principalmente a sincronia entre a trilha sonora e as cenas de ação (E isso não é qualquer coisa). Esse filme,marca colocando o Thor como centro de tudo que está acontecendo. Acompanhamos a independência dele,sem seu martelo,sem seu pai e até mesmo sem a sua dignidade. E é nisso que o Ragnarok funciona,ele serve como uma desconstrução de tudo que foi feito no universo do Thor,partindo o personagem para um novo ciclo,com novas alianças (Loki,Valkyria,Hulk e até mesmo o Korg hehe) novas responsabilidades e uma nova história para Asgard. O filme trata com muito respeito esse evento dos quadrinhos e tá bem longe de ser essa comédia escrachada que muitos estavam dizendo por aí. O filme não tem tanta piada como Guardiões da Galáxia e Homem Formiga, o tom dele é muito similar ao primeiro Vingadores,que tinha tanta piada,ou até mais que esse filme. No geral vi esse filme com o gênero super herói,mesclando entre aventura e fantasia,com grandes momentos de humor,assim como os outros filmes do Taika,como Hunt for the widerpeople e Boy,que são filme de aventura/Drama com Humor……
    Mas de resto é um dos meus filmes preferidos da Marvel,pra min o melhor do ano. Perde apenas pra Soldado invernal,guerra civil,vingadores e guardiões da galáxia!

    • Valeu! Também achei o mais autoral. Tem muito a cara dele, e penso que se tivesse mais, seria ainda melhor do que foi. Como queria, por exemplo, ver o filme todo no “Planeta Thor”, que é a parte mais Taika do filme.

      E é nisso que o Ragnarok funciona,ele serve como uma desconstrução de tudo que foi feito no universo do Thor,partindo o personagem para um novo ciclo,com novas alianças.

      Perfeito. Tivemos, na prática, dois Ragnarok, toda essa desconstrução do personagem até então, e o Ragnarok em si (que ficaram meses enchendo o saco, reclamando que “não podia ter humor”, e no fim das contas teve quase zero).

      O filme trata com muito respeito esse evento dos quadrinhos e tá bem longe de ser essa comédia escrachada que muitos estavam dizendo por aí.

      Sem dúvida. Mas não adianta, os hates vão ficar batendo nessa o tempo todo (como também, se comédia fosse algo ruim…rs). O humor do filme é bem diferente e acho que até coisa que não é cômica, essa turma que reduz tudo a “piada”, considerou humor.

      • Chandler BING

        “Valeu! Também achei o mais autoral. Tem muito a cara dele, e penso que se tivesse mais, seria ainda melhor do que foi. Como queria, por exemplo, ver o filme todo no “Planeta Thor”, que é a parte mais Taika do filme.”

        Exatamente. O problema é que o roteiro estava pronto assim que o Taika assumiu a direção do filme e mesmo ele esteve ocupado com toda a produção de Hunt for the widerpeople ,e nesse momento o Eric Pearson estava reescrevendo o roteiro. O diretor só teve tempo de mudar algumas coisas,mas acredito que se pudesse ele teria tirado o Skurge que foi o elemento mais fraco do filme (mas serviu como um belo fanservice). Mas é notável o cuidado que ele teve com cada elemento do filme,a maioria dos personagens receberam atenção merecida,até mesmo o Heimdall que sempre fora jogado de escanteio. E a criação de Saakar é maravilhosa,aquele planeta é muito rico e merece ser trabalhado nos futuros filmes da Marvel. Aliás acho que thor merece uma 4 aventura,mostrando o nascimento de uma nova Asgard e Thor como rei da mesma,tem muita coisa para ser trabalhada que fora desperdiçada nos outros filmes.

        “Sem dúvida. Mas não adianta, os hates vão ficar batendo nessa o tempo todo (como também, se comédia fosse algo ruim…rs). O humor do filme é bem diferente e acho que até coisa que não é cômica, essa turma que reduz tudo a “piada”, considerou humor.”

        Exatamente,o humor desse filme é bem diferente de guardiões da galáxia homem formiga. O humor está mais presente nas cenas de Saakar e naquele universo,mas no restante,toda dominação de Hela eo climax,são tratados de forma intensa e dramática. Vingadores teve mais momentos de humor que esse filme,mas o povo não admite isso nem ferrando…

    • DCNAUTA

      Esse filme é memorável, marcou como filme de dupla de super heróis!

      E que venham outros filmes de dupla, outros filmes com equipes diferentes.

      • Parece que o team-up tem tudo pra ser a próxima moda da Marvel Studios. É uma saída bem legal.

  • Ótima crítica, Rodrigo!
    Ainda não assisti (provavelmente na próxima semana), mas estou ouvindo altos elogios de conhecidos meus. Acho que vou gostar bastante.

    • Valeu. Espero que goste do filme. É excelente.

      • Até agora nenhum filme me decepcionou. Esse ano tá demais.

  • DCNAUTA

    Excelente crítica, parabéns.

    Eu vi o filme do Thor pela segunda vez nessa terça-feira, que filme incrível.

    Agora a lista dos meus top 6 fica assim

    – Thor Ragnarok
    – Capitão América Guerra Civil
    – Vingadores Era de Ultron
    – Vingadores
    – Capitão América Soldado Invernal
    – Homem de Ferro 1

    • Valeu. Continuo achando Guerra Civil o melhor do UCM, mas Thor: Ragnarok vem logo após. Realmente excelente. Ao que parece, cada vez mais eles estão conseguindo fazer filmes que transparecem o espírito das HQs clássicas dos personagens do começo ao fim. Começou com Guerra Civil, nas interações entre heróis, seguiu com Doutor Estranho, no visual Ditko total, permaneceu em Homem-Aranha, com a essência do Teioso, e agora em Thor foi às alturas com essa aventura espacial colorida e insana.

      • DCNAUTA

        O que me surpreendeu no filme foi que todo esse potencial do Chris Hemsworth era deixado de lado, talvez o ator não tenha capacidade para interpretar os maneirismos mais dramáticos do Thor tradicional.

        Acontece que “esse outro lado” mais leve do Thor é perfeitamente adequado para os recursos de interpretação do ator, parece ser mais a praia do ator e não descaracteriza o personagem como muitos dizem. Claro que fica evidente essa escolha por uma abordagem leve que destaca as características já demonstradas pelo ator e essa parcialidade nem pesa tanto, pois faria mais diferença uma interpretação com mais drama se fosse o caso de interpretar um Donald Blake de respeito ou algo assim. Como o Thor não tem identidade secreta no MCU, essa interpretação mais baseada em drama se faz menos necessária.

        Essa aventura superou até o que o mestre James Gunn fez, nas palavras do próprio! Ele considerou um filme mais cósmico e que presta mais tributo aos filmes descompromissados dos anos 80 do que o próprio Guardiões da Galáxia!

        Eu sinceramente achei melhor que Guardiões, porque Thor e Hulk são personagens com mais peso e dos quais li muitas histórias nos gibis e sempre acompanhei desde criança.

  • DCNAUTA

    “Já Goldblum… é Goldblum. Do começo ao fim. E isso é espetacular. O experiente ator parece ter nascido para o papel do afetado Ancião do Universo, completamente insano e excêntrico,
    repleto de trejeitos e atuando como uma espécie de apresentador de TV e DJ obcecado pelos combates nas arenas, sempre auxiliado pela sua fiel escudeira Topázio (Rachel House).”

    hahahahaha

    É isso mesmo, ele ficou super a vontade no papel de Grão-Mestre. A excentricidade desse personagem só somou ao conjunto todo, aliás, todos os coadjuvantes estavam ótimos, todos em sinergia ressaltavam o protagonismo do Thor.

  • Kleber Oliveira

    Cara, tu acha que aquela nave no final é a do Thanos? Tipo, ele vai destruir a bagaça toda e só vai sobrar o Thor, que será encontrado pelos Guardiões?

    • Aquela nave deve ser sim de Thanos. A nave dos asgaardianos deve ser atacada, e cada um vai parar em um lugar.

      • Kleber Oliveira

        Pois é. Li por aí antes do filme que terminava com eles todos na nave e tal, por isso perguntei sobre a ligação com o traidor vazado naquela vez. O foda é que inventarão alguma coisa para separar ele da galera para que apareça sozinho no próximo Vingadores. Espero que o restante dos Vingativos voltem no quarto filme, hehe.

        • Nessa separação vamos ver onde o Hulk vai parar também. Ainda tem o Heimdall. E os asgaardianos, porque não acho que vão matar todos de uma vez.

          Os vingativos precisam voltar…rs E espero que com o acréscimo do Bill Raio Beta.

          • Kleber Oliveira

            Puta merda, ainda tem o Bill. Caramba, porque o Taika não chegou antes? Com certeza ele teria aproveitado um Thor com cara de cavalo. Hahahahahahahaha

  • Pingback: Crítica | Vingadores: Guerra Infinita (2018)()