ATENÇÃO! Não leia esta história sem antes ler os capítulos anteriores.
Capítulo 1: Sórdido Desfecho.
Capítulo 2: Hegemonia Mística.
Capítulo 3: Audaciosos Profetas.


O ÚLTIMO TROVÃO
Capítulo 4 – Zeloso Protetor


1

MASSACHUSETTS. Norte de Boston. Vilarejo de Salém. Século XVII.

Era uma calorosa noite de verão. O céu majestosamente situava-se tomado pelas diminutas estrelas espalhadas pelo ambiente, brilhantes como sempre. Pouco abaixo, uma infestação exacerbada de fumaça fazia-se presente, poluindo toda a paisagem, e transmitindo uma onda flamejante de horror. Um gás negro, feio e assustadoramente fedido, produzido por uma quantidade significativa de chamas, que ardiam sobre o corpo de várias mulheres pagãs.
ㅤㅤHaviam incontáveis pessoas cercando uma diminuta praça, no centro do vilarejo povoado; dizimado financeiramente pelos mais facultosos, largado aos porcos e porcas que dele quisessem tirar proveito. Essas pessoas demonstravam em seus rostos uma feição medonha, tomada pela raiva, pela ignorância e pelo ódio; teus fervores sentimentais faziam-as ranger os poucos dentes que possuíam no interior da pútrida boca. Transmitiam repulsa perante àquela amarrada ao tronco, de frente aos teus corpos, logo acima de uma estrutura de palha.
ㅤㅤ— BRUXA! — o povo gritava, em uníssono. — Você é responsável pelo que aconteceu com aquelas crianças!
ㅤㅤA jovem moça jazia-se enrolada ferrenhamente por incontáveis cordas, rodeando-a dos joelhos aos seios, e dispondo, igualmente, de uma apertada mordaça sobre seus lábios rosados. Sua vagina peluda, assim como os bicos claros de seus peitos, totalmente expostos; como ambos, a totalidade de suas vergonhas. Teu corpo, agora ferido, contava com inúmeras cicatrizes profundas — física e metaforicamente falando —, advindas das torturas que sofrera até então, bem como de todo o tipo de palavreado usado contra sua pessoa; há algum tempo havia deixada de ser querida, relacionável e, para muitos, uma pessoa normal.
ㅤㅤAtacada por uma população visualmente sem cultura, que na maioria das vezes apenas imitavam o que seus iguais patifes, espalhados ao redor, faziam. Sem inteligência e pensamento próprio. Homens e mulheres anti-higiênicas, o bafo rogando mais fortes que a própria voz; a respiração débil, ao mesmo tempo que era grotescamente impulsionada pelos pulmões descuidados.
ㅤㅤNaquela reunião de adoradores religiosos, que nem ao menos possuíam acesso aos Livros Sagrados da Igreja, os maldosos puniam a mulher à sua frente, acusando-a de crimes que jamais seria capaz de cometer. Nomeavam-a de traidora, vinculada com as mais impensáveis e impronunciáveis das heresias.
ㅤㅤA mulher exposta não possuía culpa alguma, se querem saber; de fato, desconhecia grande parte dos argumentos que pulavam em meio ao hálito daqueles seres. Era apenas uma vítima, uma pobre coitada, de um povo tomado por pensamentos ultrapassados, onde nem o mais santo dos homens teria força para contrapô-los. Durante aquela era perversa e dotada de acontecimentos e punições extravagantes, não só a moça, como muitas de suas colegas, derretiam em praça pública.
ㅤㅤA mundialmente conhecida Caça às Bruxas estava a todo vapor.
ㅤㅤ— Queime, sua vagabunda! QUEIME! — Continuavam a vociferar, quando as chamas foram levadas às palhas, por meio de um longo graveto, e posteriormente atingiram o corpo da pobre moça.

2

ESTADOS UNIDOS. Filadélfia. Dias de hoje.

ㅤㅤA escuridão tomava conta do celeste, deslumbrante. Billy chegou completamente atrasado em sua residência, após um dia cansativo de trabalho; demorar para retornar do intervalo custou-lhe momentos a mais em seu escritório, mexendo na pilha de papéis que parecia ser tão grande quanto os maiores arranha-céus da cidade. Adentrando o confortável apartamento familiar, ele deixou seu chapéu e casaco no suporte de madeira localizado logo atrás da porta, enquanto esforçava-se para retirar seu apertado paletó e sentir-se um tanto mais desleixado. Finalmente dentro de casa, não tinha que ser tão formal quanto era de fora.
ㅤㅤ— Oi, Billy — uma singela onda sonora pairou sobre o ar. — Como foi o seu dia?
ㅤㅤEra Richie, seu sobrinho. Ao mesmo tempo que nutria um carinho fabuloso de tio pelo garoto, um certo aspecto paterno também fazia-se presente, indescritível.
ㅤㅤ— Olá, rapazão — começou, colocando a mão em seus fios de cabelo, balançando-os. — Foi cansativo, mas ótimo. Ajudei a salvar um pessoal que estava caindo em um avião em chamas.
ㅤㅤOs olhos do menino arregalaram-se instantaneamente, impressionados demais para esboçarem uma atitude diferente.
ㅤㅤ— Sério? — o queixo praticamente caiu. — Nossa, isso deve ter sido irado!
ㅤㅤ— E foi, meu garoto! Embora tenha inalado muita fumaça — riu um pouco. — Detesto quando isso acontece. Meu nariz sempre passa uma semana entupido.
ㅤㅤ— Mas você tem que aceitar as consequências, tio Billy — ergueu seus ombros, piscando. — O que prefere… salvar as pessoas ou manter seu nariz funcionando perfeitamente?
ㅤㅤBatson suspirou. E assentiu.
ㅤㅤ— É isso aí. Tudo tem uma consequência. E, bem, acho que não preciso nem responder sua pergunta, não é? — tentou dar uma brusca sugada no ar, falhando miseravelmente. — Viu só?
ㅤㅤRichie sorriu.
ㅤㅤ— E a sua escola, como foi?
ㅤㅤ— Ah, você sabe… a mesma coisa de sempre — bradou ele, um tanto tristonho. — Foi até legal, tirando a parte em que aquele menino que te falei, Henry, tentou roubar o dinheiro do meu lanche.
ㅤㅤ— Deixe eu adivinhar… você se segurou para não dar uma surra nele, não foi? — Billy deu uma curta piscada.
ㅤㅤ— Isso mesmo! — Richie balançou as mãos, alegre.
ㅤㅤAinda divertidos, seguiram conversando até a sala de estar, lugar onde passariam os próximos minutos continuando seu gostoso papo. Esperavam ansiosamente por Mary, Freddy e Eugene, que não deviam demorar a agraciá-los com suas marcantes presenças. E assim foi. Em menos de meia hora toda aquela parcela familiar já se reunia, decidindo incansavelmente o que comeriam na janta.
ㅤㅤ— Por que não pedimos sanduíches? — sugeriu Eugene. — São rápidos. E estou morrendo de fome.
ㅤㅤ— Ah, não. Eu quero pizza! — Se contrapôs Richie, cruzando os braços.
ㅤㅤ— De novo, garoto? Eu não aguento mais! — Freddy quase desfaleceu, brincando.
ㅤㅤ— Eu voto pra pizza! — Billy levantou uma das mãos.
ㅤㅤ— Eu também! — Mary igualmente o fez.
ㅤㅤFreddy e Eugene encaram Richie, fechando as vistas, divertidos. Suas feições mal humoradas, embora carregassem todo um tom de descontração.
ㅤㅤ— Hum. Tá bom. Que seja. Pizza. — Eugene expressou, balançando negativamente a cabeça.
ㅤㅤ— EBAAA! — Richie descruzou os braços e levou-os ao alto, feliz da vida.
ㅤㅤ— Ei, Billy, psiu — Freddy balançou a cabeça. — Trouxe o refri?
ㅤㅤ— Meu Deus! — Batson bateu uma de suas mãos na testa, lamentando amargamente. — Diacho! Esqueci. E agora?
ㅤㅤAmbos olharam na direção de Mary, as feições abatidas, já sabendo, intrinsecamente, da resposta.
ㅤㅤ— Não! — Billy retomou suas vistas para o irmão.
ㅤㅤ— Não, não! — Freddy remexeu seu cocuruto, a boca com um aspecto de desespero. — Suco de caju de novo nããããão!
ㅤㅤPosteriormente à chegada do pedido, ainda aos lamentos, todos tiveram que se deliciar com a tão amada bebida de Mary, enquanto saboreavam piamente uma gostosa pizza de quatro queijos — era a predileta de todos. Alimentando e, principalmente, saciando de forma eficiente as mazelas de suas barrigas, todos ajudaram a organizar a cozinha, lavar e guardar a louça, após. E, sem delongas, se despediram, rumo aos seus queridos dormitórios, desejando uma boa noite para cada um.
ㅤㅤPouco antes de adentrarem o quarto, Billy voltou a chamar Freddy, dessa vez escondido em um canto da sala, para noticiá-lo das novidades. Disse que havia conseguido contatar os pais e os outros irmãos, e que todos eles haviam confirmado presença no dia seguinte, para a comemoração do aniversário de Mary. Passariam o fim de semana lá e, provavelmente na segunda-feira, iriam embora. Era tempo suficiente para que todos se aproveitassem ao máximo. Com a atualização, Freddy instantaneamente alegrou-se, e ambos decidiram não contar nada para Richie — lê-se: o maior fofoqueiro da face da Terra — e para Mary, no intuito da surpresa realmente funcionar. Somente Eugene ficaria, mais tarde, sabendo, para que pudesse ajudá-los com os preparativos; principalmente nas compras no supermercado — o refrigerante tornou-se assustadoramente rápido o primeiro e mais importante item da lista. Ele também teria a árdua missão de não levantar suspeitas.
ㅤㅤA felicidade seria hegemônica, de qualquer jeito. Após tempos a Família Marvel estaria finalmente reunida uma vez mais, teoricamente alegre e descompromissada. E seriam, como sempre, lideradas pelo zeloso protetor de todo o grupo.

3

ㅤㅤEncontravam-se todas as coisas desprovidas de boas perspectivas, o ambiente visivelmente nublado, melancólico como nos dias mais perversos. O grande e incontestavelmente importante planeta Terra via a si mesmo homogeneamente frio e sombrio, carregando toda uma aura de inconstância sentimental, pautada pela aglomeração do terror, do pânico e do inevitável caos. Impensavelmente, era como se nenhum mísero raio luminoso conseguisse adentrar em toda a estratosfera, mesmo que o tentasse, de forma incansável. O Sol já se despedira há tempos, e apenas a perversa treva era responsável por denotar todos os meandros das localidades conhecidas. A esperança jazia morta, praticamente acabada, esquecida.
ㅤㅤO Relâmpago Vermelho trajava sua veste peculiar, transformado, esbanjando poderes mágicos por toda sua composição carnal. Poderes incrivelmente perigosos e potentes, compartilhados, entretanto, também com seu vil oponente. Via a tudo, sem muito o que fazer, sem compreender majoritariamente como deram-se todos aqueles acontecimentos repentinos. Como se, num átimo, tudo se perdesse, mesmo embora houvesse uma certa ordem controlando a universalidade planetária. Todavia, ele estava disposto a findar com aquilo, a novamente colocar as coisas em sua devida arrumação. Tentaria, de todas as formas possíveis, zelar pela humanidade, mesmo que a mesma, muitas vezes, não o merecesse. A carregaria em suas costas, caso fosse preciso, e daria sua vida sua própria vida no intuito de protegê-la.
ㅤㅤDe longe, com seus olhos aguçados, de visão perfeita, ele avistou o ser sombrio. O maquiavélico Relâmpago Negro liderava um temoroso exército de criaturas assustadoramente perigosas. Era Adão Negro, sua aprimorada contraparte; aquele que, mesmo diante de tantos outros oponentes que enfrentara durante a vida, mostrou-se ser o mais inigualável e audacioso deles. Pensamentos ruins logo foram borbulhando em sua mente confusa, fazendo-o lembrar de seu fatídico sonho; naquele instante, já indagava a si mesmo se aquilo não passara de um real presságio. Uma cruel profecia. Incrivelmente determinado, o virtuoso Shazam não estava disposto a arriscar absolutamente nada para descobrir. Tomaria a única decisão possível na hora: faria de tudo para detê-lo; dessa vez, quem sabe, sem misericórdia.
ㅤㅤOs passos largos do monstro em que a criatura das trevas encontrava-se sentado eram pesados e lentos, no mais puro sentimento de que a transmissão de todo o horror fosse delonga; presenciaria assim, calmamente, as esperanças se esvaindo dos olhos curiosos e assustados de todos aqueles que assistiam. Embora sendo reconhecido, teu visual fugia do habitual: em sua cabeça, possuía uma grande coroa de faraó, que remetia-se instantaneamente aos mais perversos imperadores egípcios de outrora, e grandiosas asas feitas de cera tomavam conta de suas costas — um fato que dificilmente conseguira explicar. Montado em uma espécie de jacaré gigante, geneticamente modificado, tentava impor toda sua onda de soberania, fosse como fosse. Os grandes e poderosos soldados do exército promovido por Cérebro.
ㅤㅤTua voz era, como em todas as outras ocasiões, determinada, cheia de fulgor maléfico e vivacidade.
ㅤㅤ— Humanidade… Chegou a hora! — bradou, o ar quente saindo em meio aos lábios com robustez. — Eu salvarei todos vocês, conforme a profecia já dizia. Irei libertá-los desta escravidão e mentira disfarçadas de liberdade. Eu sou o Messias, responsável por livrar a todos do pecado!
ㅤㅤAproximando de uma forma cada vez mais eficiente, o exército, comandado por Adão Negro, era responsável por arrancar incessantes gritos das pessoas comuns espalhadas pelo local, completamente malucas e temorosas; tua fisicalidade já era conhecida, de diversos outros confrontos, porém jamais haviam o visto de tal maneira, sedento, finalmente, pelo que mais almejava. E toda essa onda de desespero agravava-se ainda mais com o passar dos milésimos, espalhando não só na população da Filadélfia, bem como em todo o mundo. Facilmente assemelhava-se ao Armagedom, instaurado pela grande Besta do Apocalipse; totalmente contra tudo o que um verdadeiro Messias diria.
ㅤㅤ— A liberdade verdadeira requer sacrifício e dor. A maioria dos seres humanos somente acham que querem liberdade — gesticulava em demasia, suas mãos ao alto como um grande e sábio professor. — Na verdade, eles anseiam pela escravidão da ordem social, leis severas e materialismo. A única liberdade que o homem realmente quer, é a liberdade para ficarem confortáveis.
ㅤㅤTeu discurso era recheado com mais ênfase a cada passo consistente da criatura sob teu corpo.
ㅤㅤ— Só há um jeito de levar ordem para esta patife população… Devemos recomeçar. Novas leis, novo governante. Nova sociedade!
ㅤㅤShazam, o grande herói da Terra, e único poderoso ali presente, repugnava em excesso todas as palavras que saíam da boca daquele indivíduo. Sabia muito bem que Adão Negro não demostrava ser nenhum Messias; muito pelo contrário. Não possuía nem mesmo a honra de pisar em tal solo, pertencente a todas aquelas pessoas de bem, que viviam dia após dia lutando como verdadeiros guerreiros no mercado de trabalho e, claramente, na própria vida. Em sua maioria, inocentes, inquestionavelmente dignas do Reino dos Céus.
ㅤㅤ— Eu sou Adão Negro, o grande escolhido, filho de Ozymandias — vociferou, olhos atentos a observar, ouvidos sucintos a escutar. — Como meu pai, construirei um império e serei, finalmente, rei. Rei dos Reis. Aquele que todos devem se espelhar e admirar.
ㅤㅤO pânico cada vez mais presente, assolando até o mais poderoso de todos lá estabelecido.
ㅤㅤ— Juntem-se a mim, ou perecerão perante ao meu poderoso raio da inquisição!
ㅤㅤE caminhou, cada vez mais determinado, avistando, enfim, o maior de todos os seus antagonistas, parado à sua frente, vermelho. Olhou diretamente em teus olhos inocentes e fraquejados, observando teu corpo a emanar poderes, e tuas feições a desesperar.
ㅤㅤEle sorriu, agora já mais perto, vil e esperançoso pelo seu cruel plano dominador.
ㅤㅤ— Me confrontem e perecerão. Ousem me impedir e conhecerão o pó — bufou, seus dentes incrivelmente brancos sendo notados. — Contemplem minhas obras, ó poderosos, e desesperai-vos!
ㅤㅤUma grande e devastadora batalha estava prestes a se iniciar. Houveram vozes, trovões, relâmpagos e terremotos seguindo tais acontecimentos. E houve saraiva e fogo misturados com sangue. Do céu, por segundos, pareceu cair uma grande estrela, ardendo como uma tocha.
ㅤㅤTudo o que restara para o pobre e inconsolável povo que residia no planeta era rezar e ter esperança naquele que consideravam piamente como seu salvador. O verdadeiro e único. Aquele que carregava, além de uma praticamente impossível missão, toda a responsabilidade do mundo. E, naquele mesmo instante, todos olharam para o alto, perdidos, e puderam perceber um pequeno anjo resmungando. Como todos, devastadoramente preocupado e temoroso.
ㅤㅤAi, ai, ai dos que habitam sobre a Terra.

Continua…


Inspirado nos personagens da DC Comics.
Shazam foi criado por Bill Parker e C. C. Beck.

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Sobre o Autor

Victor Dourado

Fissurado por quadrinhos, cinema e literatura. Estudante de Matemática e autor nas horas vagas. Posso também ser considerado como um antigo explorador espacial, portador do jipe intergaláctico que fez o Percurso de Kessel em menos de 12 parsecs.

  • Aragorn II, King of Gondor

    Jipeiro, a forma como a sua escrita captura todo o espírito que o Shazam transmite…. é fantástica!! O Último Trovão é um texto absurdo de bom. Mesmo relendo, chego a sentir arrepios em alguns trechos.

    Ótimo capítulo, claro! Mas disso você já sabe….

    • Pedro, o Homem Sem Medo

      Ele está se superando cada vez mais. É um dcneco muito safado mesmo.

    • Muito obrigado, seu merda!
      Espero lançar as outras partes em breve (a última eu estou escrevendo há uns dois meses kkkkkk – sempre fico deixando pra depois)

      • Aragorn II, King of Gondor

        E depois reclama de mim, né, seu porra? Huahuahuahua!

  • Lá vai eu ter que assistir SoA pra pegar a referência… Mais um excelente texto como sempre Jipeiro, já tô me preparando pro impacto desses dois últimos capítulos

    • Hehehehe…
      Muito obrigado, meu amigo. É uma fala do Jax, lendo algo na parede. Achei sensacional!

  • Pedro, o Homem Sem Medo

    Eu leio o texto e olho para sua foto, mas eles parecem não se encaixar. Como alguém tão jovem consegue escrever dessa maneira? Gostaria muito de ter o seu talento (e seu carisma), meu amigo.
    E o final com a referência ao Apocalipse bíblico foi a cereja do bolo. Lindo demais!!!

    • Para com isso, Pedro! kkkkkkkk
      Você tem muito mais carisma que eu. Muito mais. E, bem, com certeza escreveria algo SENSACIONAL caso um dia planeje tentar. Tentaria? O Rodrigo já me disse que vai tentar!

      Muito obrigado, meu amigo!

  • Agente Smith

    Jipeiro, estou digitando com os pés porque estou usando as mãos para aplaudir! kkkk.
    A sua escrita é tão mágica que fez minha imaginação viajar nessa história, as referências são sempre certeiras, deixando a história ainda mais emocionante! E não minto: Me arrepiei quando comecei a ver as referências ao Apocalipse kkkkk. Eu nunca vou conseguir escrever como você, sério, lembra de quando eu te falei os autores que eram as minhas maiores inspirações? Pois bem, você é o primeiro da lista das minhas inspirações mano!

    E me desculpe por ter demorado a ler a história, é que eu realmente não sabia que tinha saído, se não me engano na Disqus tem uma opção de seguir que mostra as notificações de artigos novos de um novo site, se puder me ajudar a fazer eu receber as notificações do OVEST pra não perder nenhuma HISTÓRIA/RESENHA sua eu ficarei muito agradecido! kkkk.

    Você é o cara <3

    • Caramba, Justiceiro… MUITO OBRIGADO, MANO!!! <3
      Você também é o cara, meu amigo!

      Então, estamos tendo vários problemas com as notificações do disqus para o site. O Rodrigo já tentou resolver, mas parece que não está conseguindo. Já segue nosso site? Se não, aqui está o link: https://disqus.com/home/forum/www-ovest-com-br/
      Só clicar para seguir. Mas, infelizmente, as notificações não estão chegando normalmente (tá tudo uma porra kkkkkkkkk).

      Mas fique nos visitando. Sempre que podemos postamos coisas novas. Tente criar uma rotina de entrar aqui pelo menos uma vez por semana (ou mais kkkk). Sua companhia aqui SEMPRE é um prazer, meu amigo!

      • Agente Smith

        Tomara que consigam consertar o problema. Pode deixar amigo, vou visitar uma vez por semana! prazer mesmo é ler as suas histórias amigo!

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