DIMENSÕES
Capítulo 1 – Comprimento

“Afinal, qual o sentido da vida? Crer na ‘verdade’, ou procurá-la?” – Erich von Däniken.


1

TERRA. Futuro distante.
Estava chovendo forte, as gotas grossas da incessante chuva espatifavam no telhado e se desintegravam milésimos de segundos depois, em seguida formavam uma longa e pequena correnteza que descia sob a calha envelhecida para que pudesse, depois de um longo tempo, chegar ao solo. Uma grande residência, erguida sobre um gigantesco mastro, tinha suas luzes acesas e poucos movimentos carnosos em seu interior quente e aconchegante. O apartamento se mostrava bem arrumado, com coleções variadas, todas organizadas em ordem alfabética: discos, filmes, troféus de reconhecimento profissional, e até mesmo alguns gibis. Também possuía uma adega linda e enorme, repleta das mais variadas e caras bebidas que podiam ser encontradas atualmente mundo. Dois amigos, grandes cientistas, estavam tomando uma boa cerveja e conversando sobre variados tipos de assuntos. O trabalho duro dos últimos anos, suas pequenas horas acompanhados de suas respectivas famílias, e outras coisas normais e cômodas, presentes em qualquer diálogo corriqueiro. Chris Marshall e Robert Sullivan, formados na mesma universidade, e dois dos maiores profissionais do ramo do planeta Terra. Até os gênios, por incrível que pareça, tinham seu pequeno tempo para descansar e aproveitar alguns dos poucos prazeres da vida.
— Você acredita em alienígenas, Rob? — Perguntou um dos cientistas, após virar o último gole de sua quarta garrafa.
— Não é uma questão de acreditar ou não, Chris. A pergunta deveria ser: “o quão longe eles estão de nós?”.
— Então, você acredita — bradou, com um sorriso sem brilho — Bem, eu também. Seria muito egoísta de nossa parte pensar que estamos sozinhos no universo, não acha? — Terminou, encarando seu amigo e levantando a mão direita, na qual sua bebida repousava.
— Com certeza. Mas, cá entre nós, o que mais existe nesse mundo são pessoas egoístas. Não tem jeito. — Disse Rob, maneando a cabeça.
— Acha que um dia ainda encontraremos eles? Ou eles nos encontrarão? — ele perguntou novamente, pegando e abrindo a quinta garrafa, localizada em uma pequena mesa logo à sua frente — Eu penso muito a respeito desse assunto — riu. — Talvez esteja assistindo filmes demais.
— Acho que eles já encontramos, meu amigo. Existem muitas teorias por aí que dizem que fomos criados por alienígenas, ou que pelo menos eles nos visitaram no passado.
Rob levantou seu busto e pôs sua coluna ereta, empolgando-se com o assunto que seu amigo tinha iniciado.
— Eu sou cético, sabe disso, mas não acredito que a concepção de “deuses” pelos nossos antepassados surgiram do nada — fitou-o bem nos olhos, dando bastante enfoque ao que dizia. — Eles tiveram inspiração para isso, Chris. A própria imaginação precisa de um ponto de partida.
— Então… A velha teoria de Erich von Däniken — Chris soltou um leve riso, seguido de um longo suspiro — Já ouvi falar dela. É meio impensável, mas ele tem uns bons argumentos.
— Sim, tem. Pena que a maioria do que escreveu em seus livros são mentiras. O cara era um charlatão, mas sabemos que, no fundo, muitas coisas fazem sentido. — Terminou dizendo, voltando a se acomodar de qualquer jeito na cadeira.
— E como descobriríamos se essa teoria é mesmo verdade? Voltando no tempo? — Chris sorriu. — Vai ser o jeito.
— Por que não? Poderíamos fazer isso se quiséssemos, não? — observou entre as janelas ensopadas e embaçadas, refletindo sobre o poder que tinham nas mãos. — A humanidade tem tecnologia e dinheiro o suficiente para bancar um projeto desse tamanho.
— Não viaja, Rob. Einstein mesmo disse que viagens temporais são possíveis, mas só para o futuro. E mesmo assim, não chegamos nem perto de construir uma nave mais leve que o ar, que nos permita fazer esse tipo de coisa. — Expressou Chris, totalmente descrente do que seu amigo havia falado.
— Bem, na época de Einstein nós não tínhamos o Condutor e Teleportador de Átomos. Sinceramente falando, acho a tecnologia que possuímos hoje nunca nem foi cogitada por aquele velhinho — ele ficou sério, largou sua cerveja e entrelaçou suas duas mãos — Pense comigo. Mark Feüller não criou tamanha tecnologia para que fosse esquecida. Tudo bem que seu projeto não deu certo, mas foram pequenos erros de cálculo. Nada que dois cientistas talentosos como nós não consigamos resolver.
Chris encarou Rob, sem falar uma única palavra.
— O Tempo é o ponto central da teoria das supercordas, que tenta unificar as demais teorias físicas propondo que tudo o que existe, incluindo partículas de matéria e energia, é apenas a manifestação das vibrações de cordas incrivelmente pequenas, umas enroladas nas outras — ele fez uma pequena pausa, movimentou os dedos, e logo continuou. — Se conseguirmos teleportar os átomos de nossos corpos para esses pequenos barbantes vibracionais, com as contas corretas, poderemos manipular o tempo a nossa volta, e levar essas partículas para a época que quiséssemos. Faremos o que Feüller tentou e não conseguiu.
— Isso é loucura. Nunca daria certo — Chris respondeu, ainda descrente, sem olhar nos olhos do amigo. — Romperíamos as ligações que unem o centro às camadas. Explodiríamos com tamanha pressão, se é que essa é a palavra certa.
— Não pagaria para ver? Não arriscaria para descobrir aquilo que a humanidade sempre quis saber? — Rob perguntou, com um sorriso que mostrava todos seus dentes perfeitos.
— Então é isso? É assim que descobriremos se estamos sozinhos ou não no universo? Viajando para o passado, baseando-nos em uma teoria de um charlatão como von Däniken? — ele enfim encarou seu amigo nos olhos, com uma das suas sobrancelhas levantadas. — Você está bêbado pra caralho, sabia?!
— Vai se foder, seu merda. Se arranjássemos um louco para nos bancar, quem sabe? — ele terminou de tomar sua cerveja, e levantou-se para pegar outra. — Você precisa de um robô aqui nessa casa, Chris. Não cansa de fazer as coisas por conta própria?
— Às vezes é esse tipo de coisa que me mantém vivo, Rob. Não sei como você aguenta ficar sem fazer tarefas tão simples e essenciais para a vida.
— Somos cientistas, Chris. Temos que procurar evoluir a humanidade. — Abriu a geladeira.
— Isso está mais para regredir do que para evoluir.
— Você é um merdão mesmo, hein. — disse, já com a cerveja em sua mão, fechando a porta da geladeira. — Olha, só vou tomar mais essa e vou embora. Debby deve estar preocupada já. E estou com medo de acordar a Suzzie também.
— É verdade. Aliás, ainda bem que esses carros dirigem sozinhos. Imagina você pilotar alguma coisa nesse estado? — brincou Chris. — Mataria, no mínimo, alguns pássaros no caminho.
Robert sorriu. Xingando seu amigo por dentro, como de praxe, mas sorriu.
— Adoro ter esse tipo de conversa com você, sabia? Alienígenas, coisas impensáveis. Não me sinto um zumbi… — Ele finalizou, dando uma leve risada.
Caminhou rumo à sala e novamente sentou ao lado da mesa. Os dois amigos voltam a conversar, na última rodada de cerveja daquela noite.

2

TERRA. 25 anos depois.
A luz solar incidia sobre Washington D.C. e era refletida como um grande espelho. Aço, ferro, e muitos outros tipos de metais recobriam as grandiosas e imponentes estruturas do local. Uma mega-cidade, evoluída em um nível impensável. A capital dos Estados Unidos da América, nação que por anos reinou como a maior potência do mundo era bela e incrivelmente populosa. Em meados do século XXI o país perdeu seu poder para outras nações e entrou em uma guerra que abalou todo o globo. A Terceira Grande Guerra matou bilhões e feriu milhões, desencadeando acontecimentos trágicos que reverberariam pelos livros de história que viriam a ser publicados anos depois. Disputas insignificantes que custaram a vida de muitas pessoas, inocentes, que nem ao menos tiveram avisos para fugir ou se esconder. Mas, com o tempo, tudo voltou ao normal. A paz reinou novamente — se é que algum dia ela existiu —, e todos puderam prosperar, enfim. O país de maior renome do continente norte-americano retornou ao posto de maior potência mundial após algum tempo, e dedicou-se a investir mais pesado do que nunca na evolução tecnológica e nos segredos que a humanidade há muito tanto guardava. Os melhores cientistas do mundo foram recrutados para responder a pergunta que todos sempre quiseram saber, convencidos e liderados pelo então cientista-chefe do país, que respondia diretamente ao presidente, Chris Marshall. Gênio absoluto, desde a adolescência se destacando e chamando atenção das grandes empresas de tecnologia. “Estamos sozinhos no universo?“, tua missão pregava. Mesmo com tanto progresso, nunca pudemos achar formas de vida inteligentes além da nossa, por mais que existissem as mais variadas teorias de conspiração. Nossos foguetes, lançados séculos atrás, ainda não haviam chegado na metade do caminho do destino que demos a eles. Com anos de pesquisas e trabalhos, analisando impensáveis tipos de hipóteses existentes, desde os primórdios da Terra, as mentes mais brilhantes finalmente chegaram a uma ideia que definiria, talvez, todo o curso e a história da humanidade.
Vários veículos voadores cortavam o céu, sendo usados como transporte público e privado. Os altos edifícios ultrapassavam a barreira dos antigos arranha-céus gigantescos da humanidade e agora, literalmente, tocavam os céus. O solo já não era mais visitado por muitas pessoas, seu chão era sombrio e desprovido da presença de muitos seres de bem, além das inúmeras doenças e pragas que sua localidade reservava. Como se o submundo tivesse se apoderado dele, e nunca mais devolvido. As pessoas normais viviam há anos nas alturas, local onde a luz conseguia incidir. Onde havia esperança, e paz.
Chegando ao porto onde seu veículo fora estacionado, um homem desceu do carro sem rodas, ao mesmo tempo que seu colega de trabalho também chegava e descia. Ambos faziam parte de um grupo de cientistas renomados, os melhores profissionais do ramo de todo o globo. Recentemente, haviam encontrado o caminho que lhes dariam as respostas que tanto buscavam, baseando-se em um sonho antigo de ambos, e um projeto fracassado de outra grande mente. Um caminhava docemente, tímido, enquanto os passos do outro eram mais pesados e chamativos. Em breve vestiriam seus jalecos e comandariam mais um dia de extrema pesquisa, para que na próxima semana pudessem prover a humanidade com a resposta que passaram anos buscando.
— Como vai a Debby? — Chris perguntou, sem preocupações em seu rosto.
— Ela vai bem — Robert respondeu, olhando na direção de seu amigo. — E a Suzzie e as crianças, como vão?
— Vão bem também. Ela está uma fera por eu estar no grupo de viagem da semana que vem. Falei que era o trabalho de nossas vidas, mas ela teme que algo dê errado.
— Algo dar errado? — bradou Rob, convicto — Fizemos os cálculos milhões e milhões de vezes. Nada vai dar errado. — voltou a observar à sua frente, onde seus seus pés pisariam. — Não arriscaríamos nossas vidas se não tivéssemos certeza, não é? — Finalizou, com um grande alto astral.
— É verdade, meu amigo. Nada vai dar errado.
Ambos seguiram a caminhada e adentraram o Centro de Pesquisas. Seriam os responsáveis por uma grande palestra que estava prestes a começar.

Continua…


O cientista – Parte 1:

Mamãe certa vez disse que o comprimento de certos objetos definiria o trabalho que teríamos para montá-lo. Quanto maior ele fosse, mais dificuldade enfrentaríamos para terminá-lo e, assim sendo, sermos reconhecidos, ganhando qualquer tipo de mérito. Quando estava prestes a executar o maior feito de minha vida, percebi que ela dizia a verdade. Eu trabalhei duro, perdi noites de sono, passeios com os amigos, comemorações em datas importantes, deixei que tal projeto tomasse todas as minhas energias durante longos anos, mas felizmente realizei o meu sonho. Todo grande artista possui sua grande jornada. Se Deus existir de verdade, talvez não aprove o que estou prestes a fazer com minha, agora pronta, realização. Seria certo impedir que algo cruel aconteça? Algo que tire a vida de uma jovem pessoa, cheia de sonhos e desejos, com uma longa existência pela frente? Bancando o juri e o juiz, eu digo que sim. Ainda mais se essa tal pessoa fosse tão importante para você. Seu nome é… quer dizer, era… Elizabeth. Elizabeth Jensen. A mais linda garota que eu já conheci em todo o meu longo e não tão empolgante tempo na Terra. A pessoa que despertou em mim o interesse por ciência e tecnologia, que sempre instigou minha criatividade. A mulher que eu escolhi para ser minha, e que o destino me roubou, sem nem ao menos pedir permissão. Por isso, não ligo para ele. Sinceramente, que ele se dane. Farei o que ninguém jamais fez, enquanto tudo o que eu almejo é ver aqueles lindos olhos castanhos no mínimo mais uma vez. Falar o que deveria ter dito no primeiro dia em que meu coração disparou e a saliva em minha boca ressecou. O poder está em minhas mãos e, se assim permitir que tudo o que planejo aconteça, terei feito o que todo homem sempre imaginou fazer, porém nunca conseguiu. Diferente do que devem estar pensando, usarei meu vasto conhecimento e poder para o bem. Não deixei que o destino seja cruel com mais ninguém, e que a dor possa, enfim, ser apenas uma vaga e triste lembrança na mente das pessoas de meu século.
Meu nome é Mark Feüller, célebre criador da Máquina do Tempo. Talvez, sem falsa modéstia, seja um dos homens mais inteligentes que já passaram pela Terra. Muitos dos gênios da física, química, matemática e outros estudos tiveram suas importâncias, e sem dúvida não teria conseguido fazer o que fiz sem suas teorias e comprovações. No fim, cada um de nós fomos importantes para que a humanidade desse mais esse salto gigantesco. Nós fizemos história.

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Sobre o Autor

Victor Dourado

Fissurado por quadrinhos, cinema, games e literatura. Estudante de Matemática e autor nas horas vagas. Posso também ser considerado como um antigo explorador espacial, portador do jipe intergaláctico que fez o Percurso de Kessel em menos de 12 parsecs.

  • Max Eisenhardt

    Uau! Que narrativa bacana! Leitura muito prazerosa. Parabéns, Victor! Você leva muito jeito pra isso. Já é possível simpatizar com Chris e Rob a partir das primeiras linhas de diálogo, e o enredo toma um rumo de especulações e descobertas extremamente cativante, à medida que os dois colegas prosseguem ao desconhecido. Estou ansioso para ver como a história irá se desenrolar. Boa sorte adiante! ^^

    • Muito obrigado, Max! Cara, que bom que gostou. Me sinto muito honrado, sério.
      Tomara que os próximos não decepcionem!

  • Aragorn II, King of Gondor

    Mais uma vez, este texto está incrível, mano! Ficção Científica, Viagem no Tempo… reitero o outro comentário aqui. ANSIOSÍSSIMO para ler o resto!

    E, ah, acho que em breve estrearei!

    • Muito obrigado, seu merda!
      Eu nem comecei a escrever os próximos. Acho que estou ficando igual a alguém que eu conheço… kkkkkkkkkk

      • Aragorn II, King of Gondor

        NO GOD PLEASE NO! Kkkkkkkkkkkkkkkkkk!

        Procrastinação é contagiosa, já disse…. huahuahuahua!

  • VIAGEM TEMPORAL PAPAI AÍ SIM!!! Lado a lado com realidades paralelas esse é meu tema favorito pra qualquer tipo de mídia que eu consuma. Se aqueles textos do Shazam tão demais, esse aqui foi sensacional meu caro Jipeiro, além de ter me lembrado bastante coisa (principalmente Crononautas do Millar). Confesso que não conhecia esse von Daniken, mas vou agora mesmo atrás de informação sobre esse velho safado HUEAHUEAHUEA

    • AÍ SIM, RAPÁ!!! kkkkkkkkkkkkkk
      Muito obrigado, meu amigo. Falando nos textos do Shazam, acho que postarei outra parte ainda hoje! kkkkkkkk
      Pesquise sobre, mano. Ele é um charlatão genial! kkkkkkk

      E eu nunca li Crononautas :/

      • Crononautas é curtinho mas é bem daora, assim como (quase) tudo que o Millar faz. Pesquisei sobre esse velho safado e gostei das entrevistas dele HUEAHUEAHUEA

  • Agente Smith

    Texto muito foda! Mais uma vez mitando!
    Futuro, viagens no tempo, contato com seres extraterrestres, sem dúvidas vai ser foda os próximos capítulos. Pelo que entendi, nesse futuro a Ufologia foi taxada como uma mitologia e principais ufólogos (como o Von Däniken) foram taxados como charlatões. O carisma dos dois cientistas já faz gostar deles, e quanto mais palavrões melhor! kkkkk. E existe uma verdade universal: Não importa se é na ficção ou na vida real, se você dizer “Nada vai dar errado” as chances de que aquilo irá dar errado aumentam 50%, essa verdade nunca falha kkkkkkkk.

    O trecho “— Acha que um dia ainda encontraremos eles? Ou eles nos encontrarão?” me fez lembrar de uma teoria chamada Data-Limite, que diz que assim que o ser humano conseguiu ir até a Lua foi dado um prazo de no máximo 50 anos para a humanidade entrar em paz, caso isto não ocorresse, o mundo sofreria por isso, com isto com terromotos, tsunamis, maremotos e vários países iriam desaparecer. É muita coisa, se quiser eu deixo um vídeo aqui explicando melhor o que é, eu gostaria de colocar algo baseado ou próximo a isso nas minhas histórias.

    • Muito obrigado, Justiceiro!!!
      Espero não decepcionar!
      Eu acho que nem precisa falar que algo vai dar fodasticamente errado, né? kkkkkkkkkkkk

      Caralho… Que teoria maluca, mano. Eu nem sei se faz muito sentido, mas beleza. É puro achismo, não? Ou tem uma base sólida?
      Mande o link do vídeo, por favor!

      • Agente Smith

        Eu sou a prova viva de que dizer que vai dar tudo certo aumenta em 50% as chances de dar errado kkkkkkkk, quero ler a continuação o mais rápido possível!

        Eu nem expliquei direito pra você kkkkkkk, vou deixar uns dois vídeos explicando essa tal teoria da “Data-Limite”, esse vídeo é resumido:

        • Caramba, mano. Eu achei MUITO, mas MUITO interessante. E esse cara narrando deu todo o tom épico da profecia! kkkkkk

          Eu não sei se é verdade. Segundo ela, passaríamos, não por uma destruição, mas por uma jornada de interação entre seres de outros países. Achei muito interessante mesmo.

          • Agente Smith

            Sim, a Fatos Desconhecidos pelo menos ainda presta no Youtube, esse cara aí é o melhor narrador da Fatos, sempre faz de vídeos de suspense kkkkk.

            Eu também não sei, mas como sou apaixonado por Ufologia não se deve descartar essa teoria, na verdade, além da interação com pessoas de outros países teríamos o contato com seres de outros planetas, no outro documentário explica melhor isso. Se o homem conseguisse se reajustar e mudar a forma de viver, a recompensa seria a visita dos seres extraterrestres.

      • Agente Smith

        Esse aqui explica de forma mais detalhada, até o Ademar Gevaerd da Revista UFO aparece.

        • Essa eu vou ter que tirar um tempinho pra ver! kkkkkk

          • Agente Smith

            Vê sim kkkk, é bem mais detalhado e mostra mais pontos da teoria.

  • Pedro, o Homem Sem Medo

    Este camarada está se superando cada vez mais!!!
    Ótimo texto, Victor. A sua narrativa é tão fluida que eu nem sinto o tempo passar. Será que a sua narrativa consegue quebrar a barreira do tempo?
    Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    • Muito obrigado, seu marveco safado!
      Minha narrativa eu não sei, mas espero fazer isso com os personagens. Levá-los a situações tensas! kkkkkkkkk

  • Você gostou mesmo do livro, hein? Kkkkkkkkkk Ótimo texto. “Nada vai dar errado.” É óbvio que algo vai dar errado…rs Se quer mais inspirações para histórias de ficção especulativa futurista, sugiro que leia algumas coisas do Ray Bradbury, é muito bom.

    • Sim, Rodrigo, eu adorei o livro! kkkkkkkkkkk
      Muito obrigado, meu amigo. É óbvio que vai! kkkkkkkk
      Ray Bradbury? Eu já ouvi falar de As Crônicas Marcianas (ou algo assim). É bastante elogiado e querido nesse mundo da fantasia-científica!

      • Sim. Esse foi o primeiro livro que li dele, As Crônicas Marcianas. Naquela pasta que te adicionei no drive tem Fahrenheit 451, o livro mais famoso dele.