George Lucas começou a escrever o roteiro desse terceiro longa antes mesmo da produção de Star Wars: Ataque dos Clones acabar. As filmagens de A Vingança dos Sith começaram em setembro de 2003, principalmente na Austrália, e com locações adicionais espalhadas pela Tailândia, Suíça, China, Itália e Reino Unido. O Episódio III estreou mundialmente em 19 de maio de 2005, arrecadando cerca de 840 milhões de dólares mundialmente, e recebeu avaliações positivas dos críticos, especialmente em contraste com as críticas menos favoráveis das prequências anteriores, recebendo elogios pelo seu enredo, visual, cenas de ação, trilha sonora, efeitos visuais, e performances de Ewan McGregor, Ian McDiarmid, Frank Oz e Samuel L. Jackson. A Vingança dos Sith foi o último filme da franquia ser distribuído pela 20th Century Fox, já que em 2012 os direitos da Lucasfilm (e, consequentemente de todas a saga) foram adquiridos pela Walt Disney Company.

O fim da liberdade na galáxia

O filme começa na épica batalha sobre Coruscant, três anos após o início das Guerras Clônicas, onde os Cavaleiros Jedi Obi-Wan Kenobi (Ewan McGregor) e Anakin Skywalker (Hayden Christensen) lideram um resgate ao Chanceler Palpatine (Ian McDiarmid), cativo dos Separatistas. Anakin e Obi-Wan lutam contra Darth Tyranus, vulgo Conde Dooku (Christopher Lee), líder separatista, que é decapitado por Anakin a mando de Palpatine, que mais tarde nos é revelado como Darth Sidious, mestre Sith de Tyranus que traiu seu aprendiz para substitui-lo por Anakin. Ao retornar da batalha, Skywalker descobre que sua esposa secreta, Padmé Amidala (Natalie Portman), a senadora de Naboo, está grávida. Logo depois Anakin começa ter sonhos de Padmé morrendo no parto e fica com medo de perdê-la, como havia perdido a sua mãe no filme anterior. Palpatine ganha poderes sobre a Ordem Jedi através do Senado, e indica Anakin para ser seu representante no Conselho Jedi; a contragosto, o Conselho aceita Anakin como seu membro, mas não o faz Mestre Jedi, para decepção de Anakin; eles lhe dão a missão de espionar o Chanceler, que deixa Anakin dividido entre sua amizade com Palpatine e lealdade aos Jedi. Começa aqui a sedução de Anakin para o Lado Sombrio, fazendo o personagem se desconfiar dos ensinamentos Jedi.

O Conselho Jedi despacha Obi-Wan Kenobi para para o planeta Utapau, após descobrirem que o líder do Exército Separatista, General Grievous (Matthew Wood), está escondido lá. Enquanto isto, Palpatine se revela a Anakin como o Lord Sith Darth Sidious e afirma que apenas o Lado Sombrio concentra poder para salvar Padmé. Após Anakin denunciá-lo, Mace Windu (Samuel L. Jackson) tenta prender Palpatine, mas Anakin chega na hora do duelo e interrompe a luta. Isso resulta na quebra do Código Jedi e contribui para queda definitiva de Anakin. Em seguida, Palpatine solta uma descarga de raios elétricos, matando Windu. Sidious rebatiza o jovem Skywalker como Darth Vader e lhe ordena a matar todos presentes no Templo Jedi, incluindo as crianças.

A Ordem 66, que marcará o grande expurgo Jedi, é repassada aos soldados clones do grande exército da República, que exterminam aproximadamente 10.000 Jedi pela Galáxia. Obi-Wan Kenobi e o Grão-Mestre Yoda (Frank Oz), que estava em Kashyyyk, planeta natal dos wookies, também sofrem atentados, mas conseguem sobreviver e constatam a traição de Anakin ao regressarem ao Templo. Sob ordens de Sidious, Vader vai para o sistema Mustafar, onde mata todos os líderes separatistas, incluindo o vice-rei da federação de comércio. Antes, despede-se de Amidala, prometendo um pronto regresso onde tudo terminaria bem. Sidious se reúne com o Senado Galáctico e, durante um emocionado discurso, transforma a República no Império Galáctico, do qual torna-se Imperador. Ele consegue isto acusando falsamente os Cavaleiros Jedi de uma suposta rebelião contra a República, e que por este motivo eles foram eliminados pelos soldados-clones, recebendo aplausos dos senadores, que lhe deram poder absoluto.

Obi-Wan revela a Padmé que seu marido converteu-se ao Lado Sombrio; incrédula, ela parte para Mustafar e entra em profunda tristeza ao notar a transformação de Anakin. Vader, ao ver Obi-Wan (que havia viajado na nave de Amidala escondido de todos), acredita que o seu ex-mestre veio junto com ela para matá-lo e sufoca sua amada em fúria. Obi-Wan o impede de continuar e entra em um selvagem duelo com Vader no planeta de lava. Yoda parte para Coruscant para matar o agora Imperador Palpatine, mas acaba falhando, precisando fugir. É resgatado pelo senador Bail Organa (Jimmy Smits), leal aos Jedi. Em Mustafar, Vader e Obi Wan travarão uma das batalhas mais épicas da história da galáxia, que definirá o futuro do universo.

O épico prelúdio

O terceiro capítulo dessa trilogia já começa com tudo. Em uma batalha simplesmente épica, com vários fighters e destroyers, nos é mostrado todo o ápice das Guerras Clônicas que estão atualmente acontecendo na galáxia. A sequencia inicial é primorosa e empolgante, a computação gráfica mostra uma evolução considerável com a mostrada nos filmes anteriores e, diferente dos Episódios I e II, aqui nos sentimos realmente dentro da guerra, preocupando com os personagens. Desde o início, a figura do Anakin é construída para nos mostrar quem realmente o personagem vai se tornar ao final do longa; e a cena dele decapitando o personagem de Christopher Lee é assustadoramente bem feita e conduzida. Aos poucos vemos sua sedução ao Lado Sombrio sendo feita e o espectador consegue comprar tudo aquilo, afinal, nada fica jogado. Ao final de toda a abertura temos, talvez, o primeiro momento badass do Anakin nessa trilogia, quando o personagem controla uma nave gigantesca com suas habilidades e consegue pousá-la sem esforços maiores.

George Lucas coloca no Episódio III várias justificativas para o jovem Skywalker render-se ao Lado Sombrio,  ligadas à perda e à cobiça pelo poder. Assim como aconteceu em Ataque dos Clones, alguns pesadelos começam a atordoar a mente do personagem; no Episódio II, eles eram referentes à sua mãe, que, ao final de tudo, acabou falecendo. Aqui, Anakin tem pesadelos recorrentes envolvendo sua amada, Padmé, e teme que o mesmo que aconteceu à sua progenitora aconteça com a mulher que ama. Todo mundo teme perder alguém que gosta, ou que lhe faça bem, e, todo esse sentimento, em nós, público, é muito fácil de se relacionar e entender. O outro lado da moeda, que fará o jovem Skywalker abster-se do Lado Luminoso é a ambição em se tornar alguém muito poderoso. Durante toda a trilogia nos é falado que o personagem é alguém muito importante e forte na Força, o Escolhido, porém existem um certo o descaso por parte dos Jedi da Ordem dos Cavaleiros quanto a isso. Ele não se torna um sagrado mestre e nem sabe como reverter toda essa situação, isso acaba despertando em sua figura o desejo por poder, outro fator que é facilmente relacionável.

“O Lado Sombrio é o caminho para habilidades que muitos não consideram naturais.” – Palpatine.

Durante o progresso de sua influenciação, temos uma cena memorável, junto com o personagem de Ian McDiarmid, onde Palpatine conta a Anakin o conto de Darth Plagueis, o Sábio. Toda a passagem é surpreendente e impressionante, e ambos os atores arrasam, nos entregando belíssimas atuações. Talvez esse tenha sido o estopim para que o personagem de Hayden Christensen tomar sua decisão, pois toda a conversa se dá ao fato da morte poder ser manipulada, controlada ou impedida pelos seres de poder extremo.

Palpatine: “É irônico. Ele [Darth Plagueis] podia evitar a morte dos outros, mas não a própria.”

Anakin: “É possível aprender esse poder?”

Palpatine: “Não como um Jedi.”

Palpatine, como todo o seu ar manipulador, coloca na cabeça do confuso e perdido Anakin que os Jedi querem tomar o controle da república, como uma espécie de milícia. Todas as falas e persuasões do personagem de Ian McDiarmid levam o jovem Skywalker ao impensável: ele perde a fé na Ordem Jedi e começa a repugná-los. Posteriormente, Anakin se entrega completamente ao lorde Sith, quando Mace Windu, acompanhado de mais alguns Jedi, atacam Palpatine com a intensão de feri-lo ou matá-lo. O Jedi acusa Windu da quebra do Código Jedi, quando o mestre está prestes a matar o Sith, e por vez toma sua decisão. Os Jedi, em sua cabeça, não eram nada do que ele imaginava. A partir daí, é colocada em prática a citada e famosa Ordem 66, que causará o Grande Expurgo Jedi. A cena em si, da execução da Ordem, é um deleite à parte; tudo é muito lindo e bem filmado, além de ter todo um ar de tristeza. Entrecortando com as cenas do “trabalho sujo” feito pelo Exército Clones e pelo Anakin, nos é mostrado a formação do famigerado Império Galático.

“Então é assim que a liberdade morre… com um estrondoso aplauso!” – Padmé Amidala.

Seguindo isso, temos a tão aguardada batalha final. Ewan McGregor e Hayden Christensen protagonizam uma das cenas mais marcantes de toda a franquia, uma linda luta de sabres de luz no planeta de Mustafar. O grande  combate entre amigos, quase irmãos, onde nenhum dos dois, no fundo, gostaria de estar fazendo aquilo. O embate, em si, é visualmente lindo, um real deleite visual, porém possui alguns momentos repetitivos, devido à alta quantidade de movimentos coreografados que não inovam muito entre si. Mas, ainda assim, é uma cena memorável e um ponto importantíssimo na jornada desses dois icônicos personagens. Mestre e aprendiz duelam juntos, pela primeira vez. O seu desfecho não é surpreendente, claro, pois já sabíamos quem venceria e o que aconteceria, mas ver como tudo acontece é um brilho para os olhos dos espectadores. Uma épica batalha, para um épico filme.

“Você era o Escolhido! Foi dito que você iria destruir os Sith, não se juntar a eles! Iria trazer o equilíbrio à Força, não jogá-la nas trevas! Você era o meu irmão, Anakin. Eu amava você.” – Obi-Wan Kenobi.

Sobre as partes técnicas: Ewan McGregor novamente arrebenta como Obi-Wan, assim como Natalie Portman faz mais um bom trabalho como a proativa Rainha Amidala. Hayden Christensen mostra uma evolução e um crescimento considerável, mas ainda assim fica longe de nos mostrar uma atuação 100% boa. Ian McDiarmid, como sempre, é imponente e amedrontador, remetendo algumas de suas atitudes diretamente ao Episódio VI. Samuel L. Jackson e Frank Oz ganham mais espaço e agora, finalmente, tem um tempinho de tela para brilhar. O Yoda de Oz é muito mais reflexivo e autoconhecedor da Força, como realmente deveria ter sido nos capítulos anteriores dessa trilogia. Anthony Daniels e Kenny Baker retornam como C-3PO e R2-D2 respectivamente, mas dessa vez estão mais para o lado do fanservice do que qualquer outra coisa. Falando em fanservice, quem dá às caras também é o wookie mais amado da galáxia; Chewbacca possui um rápido cameo, e faz o coração de muitos fãs palpitar com seus poucos segundos em tela.

Falar da trilha sonora de Star Wars é chover no molhado. John Williams nos presenteia dessa vez com a icônica Battle of the Heroes, que se tornou, sem dúvidas, uma das faixas mais memoráveis de toda a franquia. O astuto compositor inova, sem perder a essência. É notável a quantidade de pessoas que ficaram decepcionadas com essa segunda trilogia, já que a mesma possui uma quantidade considerável de defeitos e coisas que foram longe demais, mas não podemos tirar seu mérito de ter sido a porta de entrada para diversos novos fãs. Eu, por exemplo, reconheço todos os seus defeitos, e, sinceramente, aprendi a conviver e até mesmo gostar de alguns deles. Fato é que, se não fosse essa trilogia prelúdio, talvez eu nunca tivesse conhecido Star Wars e, talvez, a saga não tivesse tantos fãs quanto tem hoje.

A Vingança dos Sith, sem dúvida, é um dos meus filmes prediletos da franquia, e de todos os tempos, morando no meu coração, porém ele não escapa dos problemas. A película, em certos momentos, apela para diálogos ruins e toscos, e novamente aposta cegamente em personagens coadjuvantes sem muito carisma. Mas, no geral, o filme funciona e possui uma história interessante. George Lucas mostra uma evolução notável dos dois capítulos anteriores aqui, na história, no visual, e até mesmo na utilização exagerada de computação gráfica; como se, lá no fundo, aquele velho e criativo diretor estivesse mostrando que ainda existe.

Star Wars – Episódio III: A Vingança dos Sith (Star Wars – Episode III: Revenge of the Sith) – EUA, 2005, cor, 140 minutos.
Direção: George Lucas. Roteiro: George Lucas. Produção: Rick McCallum. Música: John Williams. Cinematografia: David Tattersall. Elenco: Ewan McGregor, Natalie Portman, Hayden Christensen, Ian McDiarmid, Ahmed Best, Samuel L. Jackson, Christopher Lee, Anthony Daniels, Kenny Baker, Frank Oz, Jimmy Smits, Matthew Wood, etc.

Compartilhe

Sobre o Autor

Victor Dourado

Fissurado por quadrinhos, cinema, games e literatura. Estudante de Matemática e autor nas horas vagas. Posso também ser considerado como um antigo explorador espacial, portador do jipe intergaláctico que fez o Percurso de Kessel em menos de 12 parsecs.

  • Leo

    Bela crítica.
    Gosto muito do episódio III. Junto com o V são meus favoritos. As lutas são empolgantes, o imperador e Obi-wan estavam ótimos, acho interessante ver também como os jedi foram arrogantes e num instante praticamente foram dizimados da galáxia. Lembro que o próprio mestre Yoda admite que a ordem estava ficando para trás. Mace Windu que o diga, sempre achei ele muito arrogante sem contar que nunca deu um voto de confiança para o Anakin….

    Mas fico com uma duvida até hoje, na luta como o Windu o Palpatine estava fingindo para ganhar a compaixão de Skywalker ou de fato já não tinha mais forças para reagir?
    Acredito que não passou de uma encenação dele…
    E claro a trilha sonora épica como deveria ser, uma das poucas coisas que se salvam da trilogia prequel.

    • Muito obrigado!
      Eu amo também o episódio 3. A Ordem Jedi está muito ultrapassada. Desde aquela época.
      Hum, não sei. Acho que ele realmente não tinha forças para reagir, e pediu para o Anakin o ajudar.

      • Leo

        Sim, essa regra de os jedis serem proibidos de amar acho que mais atrapalhou do que ajudou a ordem. Os siths ao longo dos seculos foram se reinventando com novos codigos e modos de agir enquanto que os jedi pararam no tempo.

        Ali é dificil saber, talvez devido ao espaço curto e não poder se movimentar muito o Palpatine estava na maior fria talvez. Se me lembro bem, o estilo de luta do Windu é altamente eficaz contra o lado sombrio embora tenha seus riscos.

        • Concordo. A vida, tão endeusada pelos Jedi, não floresce sem o amor. Não tem jeito.

  • Dave Mustaine Kryptoniano

    Mais uma ótima crítica seu Ameaça Fantasma.

    A Vingança dos Sith é sem sombra de dúvidas o melhor filme dessa trilogia prequel e é também um dos mais legais da saga em geral,tem seus defeitos,mas no geralzão é um filme excelente. O desenvolvimento do Anakin nesse filme ficou muito bom,a forma como ele vai se corrompendo até culminar no surgimento de Darth Vader é excelente. O romance dele com a Padmé ficou bem mais convincente (sem conversinha sobre areia dessa vez,rs). Ewan McGregor e Ian McDiarmid entregaram atuações excelentes mais uma vez,Yoda e Mace Windu ganhando mais espaço também foi ótimo. General Grievous é um personagem desperdiçado que nem o Darth Maul,tem um visual foda,mas é completamente insignificante,muito mal aproveitado (e eu sempre achei ele um bundão covarde,principalmente na animação A Guerra dos Clones).

    Acho que não preciso falar nada a respeito daquela perfeição que é a batalha final entre Anakin e Obi-Wan,aquilo é de arrepiar!

    • Olha o respeito, seu porra! Muito obrigado.

      Concordo. O Episódio 3 é ÉPICO. Cada pedacinho dele.
      Podiam ter pegado esse Anakin e seu desenvolvimento, e colocado em todos os filmes dessa trilogia. Lucas mandou mal demais. Concordo também; toda a transformação em Darth Vader é sensacional e muito bem pensada.

      Esse é o mal dos vilões desse filme. Só têm visual, desenvolvimento que é bom, nada. Mas o Grievous, ainda assim, é mil vezes melhor que o Maul.

      Mano, a batalha final é de arrepiar MESMO. Linda, linda, linda!

  • Dave Mustaine Kryptoniano

    Bom,mesmo tendo um milhão de defeitos e coisas erradas,eu gosto demais dessa trilogia prequel,gosto de todos os filmes de Star Wars,até dos “ruins”. Assim como voce,também tenho um carinho enorme pela trilogia prequel que me faz perdoar os seus vacilos.

    Tem um vídeo que eu achei bem legal,que junta vários momentos dos filmes da trilogia prequel (e uma parte do Retorno de Jedi no final) com a música Dream Of Mirrors,do Iron Maiden. A letra da música não tem nada a ver com os filmes,mas o ritmo e a melodia se encaixaram perfeitamente.

    • Eu pego no pé dos filmes, mas sem eles eu não estaria aqui nesse momento, falando de Star Wars com você.

      Caralho, video foda mesmo. O editor colocou uns momentos marcantes (e de guerra) junto com os acordes pesados. Foda.

      • Dave Mustaine Kryptoniano

        É,a trilogia prequel acaba sendo um guilty pleasure,tem defeito pra cacete,mas foda-se,é legal,rs.

        Como fica o seu ranking de melhor filme de Star Wars para pior filme de Star Wars?

        • Melhor pra pior?

          Episódio V
          Episódio VIII
          Episódio IV
          Rogue One
          Episódio III
          Episódio VII
          Episódio VI
          Episódio II
          Episódio I

    • Estephano

      Rapaz, com Iron Maiden, até se eles pegassem os piores momentos da saga o vídeo ainda ia ser bom. kkkkk

      • Dave Mustaine Kryptoniano

        Com certeza!

  • Ótima crítica, Sabixão.
    Não adianta falar nada pra mim, porque esse filme sempre será o meu favorito da franquia.
    Acho que sofro da mesma coisa que o Dave, aquele prassador. Assisto os prequels desde que eu tinha uns 6 anos.
    Lembro que quando minha mãe me apresentou “O Império Contra-Ataca”, era um vídeo no Youtube. Eu gostei muito, mas não entendia nada. Acho que eu tinha uns 4 anos e assistia todo dia. E uma coisa parecida aconteceu quando um primo meu, também fã de SW, me emprestou os DVDs da franquia inteira, menos o episódio VI. Assistia todo dia também.

    Bem, pra descrever as prequels tem uma frase que combina bem: “Depois da tempestade vem a abundância”.

    Primeiro textão que eu faço em críticas. Espero continuar assim.

    • Eu cresci com os prequels. Fiquei anos só com eles, fui conhecer a trilogia clássica só depois. Eu amo com todas as minhas forças esse filme também.
      A Vingança dos Stih, ao lado de Homem-Aranha 1 e de Toy Story 2, é o filme que mais devo ter assistido na vida.

      Era tão bom ser pequeno e assistir o mesmo filme, todos os dias, incontáveis vezes… kkkk
      Saudades dessa época.

      Muito obrigado, seu porrinha!

      Continue. Isso é bom. Seu merda

      • Acho que o episódio V deve ser um dos filmes que eu mais vi na vida. Todo dia quando eu acordava corria pro computador assisti. Um dia peguei uma gripo ou febre, não me lembro ao certo. Aí eu acreditava que quando eu assistia, eu melhorava kkk
        E o pior é que quando terminava o filme, eu realmente me sentia melhor.
        Outro filme que eu assistia pra caramba era um live-action do Ben 10 original. Eu tava brincando na sala aqui de casa e enquanto isso ficava vendo/ouvindo o filme. Assim que acabava eu colocava de novo. Uma coisa parecida se reprisou com uma animação de Hot Wheels quando eu tinha lá pelos meus 7 anos. Não tinha nada pra fazer, então eu assistia aquilo sem parar.

        Eu tentarei prosseguir com os textões.

        • Mano… eu também AMAVA o live-action de Ben 10 kkkkkkkkkkkk
          Assistia repetidas vezes. Lembro que, na época que lançou, fiquei um pouco triste por não ter todos os personagens aparecendo. Só apareceu o Chama, o Massa Cinzenta, o Diamante e o Besta, se não me engano. Enfim… mas eu amo aquela merda de filme kkkkk

  • Estephano

    Excelente texto, mano. Esta faltando só três. rs

    Bem, como falamos lá na crítica de “O Ataque dos Clones”, eu não acho que esse filme faça todos os três “valerem a pena”, mas é indiscutivelmente o melhor filme da trilogia. Eu ainda tenho alguns momentos de vergonha alheia (você também pelo que disse no texto), mas no geral é um filme bem melhor dirigido que os dois anteriores.

    A trama é a mais interessante dos três filmes, e acho que o Lucas tem uns conceitos muito bons nas ideias dele (não foi por acaso que ele criou esse universo incrível), mas acho que na hora dele mesmo executar, ele peca um pouco. Um dos principais problemas que eu vejo nele é na direção de atores, parece que ele não consegue extrair tudo que o ator tem de bom, e acaba ficando meio engessado as coisas.
    Gosto muito do Obi-Wan do Ewan McGregor, parece que farão um filme dele, espero que mantenham o ator, o cara manda muito bem. O visual do General Grievous é do caralho, a forma como ele se movimenta, com o visual e voz o deixam “badass” demais.

    No fim, acho que esse filme acabou sofrendo um pouco pelos problemas dos dois filmes anteriores, acho que se ambos tivessem tido mais êxito na construção do enredo e dos personagens, esse seria um filme ainda melhor.

    • Muito obrigado, meu amigo! Não dei conta de lançar os outros dois, então pulei direto pro episódio 8 kkkkk

      Um filme MUITO superior aos anteriores. Eu adoro ele, mas, claro, tem muito momentos vergonha alheia kkkkk
      Também acho que o que mais prejudica o Lucas é a direção de atores. Ele é um gênio, isso é inquestionável, mas como o Rodrigo falou pra mim um dia… Um diretor bem mediano.
      É, com toda certeza, a melhor trama dessa trilogia, com a melhor execução.
      O Ewan é muito foda, eu amo o Obi-Wan dele. E, mano, É LÓGICO que a Disney vai colocá-lo pra interpretar o personagem no filme solo. Não seriam LOUCOS de não colocar kkkkkkkkkkk

      Sem dúvida. Se os dois filmes tivessem tido uma execução/produção/história melhor, esse terceiro capítulo seria ainda mais épico!

  • Herbie: The Love Bug

    Excelente crítica, Jeepe.
    Esse filme eu gosto. É muito melhor que os anteriores da trilogia prequel. O que ferra mesmo é esse Anakin kkk mas penso da mesma forma que você, ele não tava tão ruim como anteriormente.

    • Muito obrigado, Herbie!
      Eu gosto do Anakin nesse filme. O Hayden dá um salto gigantesco em atuação e carisma.

  • Aragorn II, King of Gondor

    Como eu amo esse filme… hehehe!

    Foi o Star Wars que eu mais assisti na vida, sem dúvidas. Assistia direto, e, por causa dele, gostava mais do Anakin do que do Luke quando pequeno. A cena dele matando os pequenos Younglings me partiu o coração com força. Eu ficava pistola com o que ele estava fazendo, mas simplesmente NÃO CONSEGUIA parar de torcer pelo cara, até o final.
    Trilha sonora foda, momentos épicos, e, ao meu ver, a luta mais EMOCIONANTE dos primeiros seis episódios (acho a do Episódio I mais criativa, but okay). O último diálogo do Obi-Wan com o Vader (porque ali ele já era o Vader) é uma das mais tocantes da saga. Ewan McGregor sempre faz um trabalho EXCEPCIONAL, e estou ansioso DEMAIS pro filme solo dele. Vai ser absolutamente FODA!!

    Apesar de todos os erros – e de dois filmes que fazem força para serem ruins -, eu gosto muito da Trilogia Prequel. Ainda assim, particularmente, gostaria de ver remakes deles um dia. Claro, com uns bons 30 ou 40 anos de diferença, mas gostaria, porque remakes não iriam ”estragá-los”. Seria a oportunidade perfeita de corrigir os erros do Lucas à época, e realmente REFAZER esses episódios que são, para a maioria, os pontos fracos da Saga.
    O problema é a falta do Ewan McGregor e dos outros atores que marcaram tanto….

    Mas… o que seria realmente ideal é o filme das Guerras Clônicas do qual tanto falamos. Perfeito para redimir alguns dos atores das prequelas, e fazer jus a tudo o que esses filmes têm de bom. Ainda mais agora, com o trabalho excepcional que a Disney tem feito com a franquia…

    Enfim, acho que nós, fãs, podemos sonhar, né?

    Ótima crítica, seu pedaço de lixo Mustafariano.

    • Como eu amo esse filme (2)… kkkkkkkkkk

      Esse, com toda certeza, foi também um dos filmes que mais assisti na vida. É impossível não torcer pro lado do mal kkkkkkkkkk. Também não via a hora do Anakin acabar com geral.
      Sério que achou essa trilha a mais emocionante de todas? Eu ainda acho a de Uma Nova Esperança a mais épica e emotiva. Mano, mas pior que todos os filmes têm trilhas épicas kkkkkkkkkk. Fica difícil escolher.
      O diálogo é sensacional. Concordo também… uma das coisas mais tocantes de toda a saga. Vader e Kenobi, enfrentando-se pela primeira vez.

      Remakes, mano? Nunca tinha pensado nisso. Faria sentido pra caramba, mas eu acho que não farão. Nunca. Ainda mais porque os novos filmes estão apoiando sua mitologia canonicamenete ligada aos prelúdios, sem falar no filme solo do Obi-Wan com o Ewan… kkkkkk

      O nosso filme das Guerras Clônicas ainda está vivíssimo, né? kkkkkk
      Sonhar não custa nada.

      Muito obrigado, Jar Jar!

  • Dave Mustaine Kryptoniano

    Mais ou menos parecido com o meu.

    01-O Império Contra-Ataca
    02-Uma Nova Esperança
    03-O Despertar da Força
    04-O Retorno de Jedi
    05-A Vingança dos Sith
    06-Rogue One
    07-O Ataque dos Clones
    08-A Ameaça Fantasma.

    Como ainda não vi Os Ultimos Jedi não dá pra inclui-lo na lista,se tudo der certo,eu o assistirei na quarta-feira,aí eu passo lá na sua crítica.

    • Os episódios 1 e 2 sempre ficam em último kkkkkkkkk
      Em todas as listas, de todos os fãs kkkkkkkkk

      Beleza. Eu AMEI PRA CARALHO o filme. Tomara que chegue na crítica gritando igual um louco kkkkk

  • Dave Mustaine Kryptoniano

    Cara,levando em consideração o tipo de gente que fica hateando esse novo Star Wars,eu tenho certeza absoluta que também vou amar e que chegarei na sua crítica gritando igual um louco kkkk

  • E pra um filme infantil, tava com uns efeitos bãos.

  • Aragorn II, King of Gondor

    ”MATA ESSA PORRA, ANAKIN!”

    Trilha sonora não, seu Tiririca! Eu falei da LUTA, PORRA! Kkkkkkkkk!
    (Tá, chamar de Tiririca foi meio ofensivo demais. Disgurpe)

    Mas, sim, TODOS os filmes têm trilhas épicas pra cacete. Não dá pra escolher. O John Williams simplesmente faz um trabalho que beira a perfeição TODAS as vezes. Pense num véio foda…
    Meo, acho que foi uma das primeiras vezes que eu senti vontade de chorar num filme foi quando vi essa cena pela primeira vez. Fiquei MUITO na bad. Me arrepia até hoje só de lembrar do Obi Wan gritando.

    Pois é. Pensei nisso porque, tipo, o Lucas cagou DEMAAAIS nos dois primeiros filmes. Na moral, eu aceitava até uma série de animação consertando umas cagadas. Ficaria felizão! 😛
    Também duvido que role pelos próximos duzentos anos… kkkkkkkkk! A não ser que a Disney banque a louca dos remakes daqui um tempo. Mas mexer com Star Wars, mesmo com ESSES filmes da saga, é bem difícil.

    MAIS VIVO QUE NUNCA! Kkkkkkk!
    (Disney, se você estiver lendo isso…. just DO IT!)

    • Chamar de Tiririca pode fazer até perder amizade. Na moral.

      Pensa num véio foda! kkkkkkkk
      Eu também me arrepio. Aquela cena foi foda demais!

      Sim, se mexer nos prequels pode ser odiada pelo resto da eternidade. Os caras não são loucos a esse ponto. Sem falar que a missão deles agora é outra: seguir em frente com a histórias, não voltar.

      • Aragorn II, King of Gondor

        Kkkkkkkkkk! <3 <3

        Sim.. heheheh! Bom, espero que, se for pra seguir nessa linha de ter um Star Wars todo ano (e tomara que continue assim), uma hora façam a porra do filme das Guerras Clônicas, e outros spin-offs situados nas prequels.

  • Ótimo texto, @JipeiroEspacial:disqus O cerne desse filme seria então a queda de Anakin para o lado negro da Força, e pelo que você diz, o Lucas conseguiu conduzir bem esse desenvolvimento – tirou o gosto ruim dos dois filmes anteriores? rs Não me lembro muito desse filme. Talvez mais pra frente termine a saga e veja esses dois que me faltam, o II e o III.