ATENÇÃO! Não leia essa história sem antes ler os capítulos anteriores.
Capítulo 1: Sórdido Desfecho.
Capítulo 2: Hegemonia Mística.
Capítulo 3: Audaciosos Profetas.
Capítulo 4: Zeloso Protetor.


O ÚLTIMO TROVÃO
Capítulo 5 – Antagonismo Divino


1

GRÉCIA. Início dos Tempos.

Passos largos. O titã que corria, descendo a ladeira do monte que levava até o Olimpo, não parecia querer descansar. Estava determinado, segurando uma tocha na mão. Era noite e seu caminho era iluminado apenas pelas chamas que segurava. O homem suava, com um frio na barriga. Sua determinação era admirável. Passos fortes, aumentava a velocidade. Podia ouvir o ronco de uma divindade, que repousava logo acima. Ele tinha que ser rápido e fazer o que tinha que ser feito sem levantar suspeitas. Pagaria caro se fosse pego.
Finalmente, quando chegou ao subsolo, avistou um homem. Vestes normais, vindas de um ser simples, que nunca esbanjaria luxúria.
— Aqui, tome! — O Titã disse, erguendo suas mãos e esperando que aquela pessoa agarrasse a tocha.
O homem não conseguiu entender a situação. Estava completamente perdido.
— Vamos, segure! Não temos muito tempo! — A criatura insistiu, e o homem novamente não esboçou reação alguma.
Um estrondo foi ouvido. Um gigantesco raio caíra sobre a Terra. A divindade havia acordado.
— Ele despertou. Óh, não. Ele despertou. — Rogou o Titã, totalmente desesperado.
O homem finalmente pegou a tocha das mãos da criatura, tremendo de medo.
— Guarde-a com cuidado e sabedoria. Eu juro que só quero ajudar. — O ser terminou dizendo, já sabendo do castigo que o aguardava.
De repente, o grande deus dos deuses apareceu. O pobre titã, que apenas queria igualdade entre deuses e homens, deixou-se levar. Durante 30 mil anos, pagou caro por sua indolência e desobediência, recebendo tipos impensáveis de tortura.

2

PEDRA DA ETERNIDADE. 2023 d.C.

— Billy, volte aqui! Billy!
Ele corria de sua irmã, aos prantos. Havia acabado de perder um grande amigo.
— Billy, por favor! — Mary suplicava.
O garoto parou. Ele ainda chorava muito. Não conseguia se controlar. As chamas grudadas nas paredes tentavam iluminar um pouco o interior da escura estrutura de pedra, antigo lar dos grandes magos. Billy estava com a aparência normal; calça jeans azul e camiseta branca de manga curta. Havia, há poucos minutos, deixado de ser o grande herói Shazam.
Uma grande batalha ocorreu. O maldoso Sr. Cérebro foi o causador de um grande tumulto ocorrido do centro da cidade. Billy Batson, o Shazam, ao lado de todo o resto da Família Marvel e do Tigre Malhado, lutou contra o pequeno exército da criatura. Pânico na cidade, mas tudo havia sido controlado e colocado em ordem. Uma pequena batalha, que resultou na morte de Malhado. O garoto amava aquele tigre. Por vezes ele havia sido sua única companhia, seu único amigo. Maldito seja Cérebro por ter causado tudo aquilo. Maldito seja.
— Billy, está tudo bem! Não adianta você ter corrido pra cá, longe de tudo e de todos. Tem que encarar o que aconteceu e tentar superar. — Disse Mary, agachada, encostando uma de suas mãos no ombro de seu irmão adotivo, que estava sentado no chão, apoiando suas costas em uma das paredes.
— Malhado quis lutar. Ele sabia das consequências. Eu também estou triste, mas temos que tentar vencer tudo isso. Juntos!
— Você não entende, Mary — Respondeu Billy, soluçando e com os olhos cheios d’água. — Não entende e provavelmente nunca entenderá. Malhado era um irmão. Família. Juramos proteger um ao outro, e eu falhei.
— Mas, Billy…
— Prometa pra mim uma coisa, Mary. Prometa que nunca mais vai se transformar. Prometa nunca mais usar os seus poderes. Eu perdi Malhado, e não quero perder mais um membro da minha família.
— Billy…
— Prometa!
— Eu prometo.
O garoto continuou chorando, e sua irmã perpetuou suas condolências. O menino, após voltar pra casa, convenceu todos os seus irmãos, que também dispunham poderes mágicos, a fazerem a mesma promessa. Só um Shazam existiria, e se perecesse ante a um inimigo, só um morreria.

3

ESTADOS UNIDOS. Filadélfia. Dias de hoje.

— Está pronto, finalmente! Conseguimos! — Disse o cientista careca, de jaleco velho.

— Você tem certeza de que isso dará certo, Silvana? Se desapontarmos Adão Negro, seremos os primeiros a morrer. — Perguntou e exclamou ao mesmo tempo a minhoca falante.

— Dará tudo certo. Chegou a hora da ciência e magia caminharem juntas! Faremos desse mundo um lugar melhor, ajudando a reorganizar a sociedade. Escravizando os infiéis, e governando os dignos.

Silvana fitou a pequena minhoca nos olhos.

— Seremos os reis do mundo, Cérebro. Consultores de renome de Adão Negro. Sempre quisemos derrotar Marvel, mas fomos burros o suficiente para jamais percebermos que só havia um jeito de derrotá-lo —Ele fez uma pequena pausa. — Nos unindo!

O homem careca agora caminhou em direção à pequena criatura.

— Prepare seu exército! O soro deverá ser aplicado em cada um dos soldados. Está na hora do mundo conhecer a mais nova Sociedade Monstruosa do Mal!

O grande exército Jacarés falantes, e agora com fisionomia e atitudes modificadas, finalmente começou a ser preparado, no intuído de fornecer a Adão Negro uma ajuda maior para a dominação da população. Causariam medo e pânico ao povo, fazendo-os se submeterem aos desejos do tirano. O mundo nunca mais seria o mesmo após aquele dia.


O senhor e a senhora Vasquez chegaram cedo à cidade, trazidos por dois de seus filhos adotivos, Pedro e Darla. Todos foram imediatamente para a casa de Mary, Billy, Eugene, Freddy e Richie. Saudade era pouco para definir o que sentiam naquele momento. Eugene estava de folga e teve tempo para arrumar a casa e deixar tudo em ordem. As visitas foram recepcionadas com um show de emoções, beijos e abraços. Billy, Mary e Richie chegaram por volta do meio dia em casa, após saírem dos trabalhos e escola respectivamente. Mais um show de emoções, abraços e beijos aconteceu. Finalmente todos estavam ali, reunidos depois de anos. Hora do almoço em família.

Naquele mesmo dia era aniversário de Mary. A mais velha dos irmãos completava 37 anos, e diz não ser possível receber um presente melhor do que havia ganhado. Tudo ideia do Billy, que genialmente quis reunir todo mundo. Richie era admirado pelos avós e não escondia sua satisfação. Os irmãos foram os poucos colocando o papo em dia, falando sobre suas vidas e de tudo que aconteceu desde que se separaram, anos atrás, por decorrências profissionais.

Darla contou sobre seus namoros, Pedro sobre o emprego, e todos os outros tiveram ouvidos para os pais, que já bem velhos contaram histórias de sua adolescência e vida adulta. Histórias que já haviam sido contadas inúmeras vezes, mas ninguém ligada, todos queriam escutar de novo e de novo. Mais tarde toda a família gostaria de sair, ir para algum lugar bacana e comemorar o aniversário de Mary. Por mais que ela não quisesse essa atenção toda, todos ali queriam dar um ótimo dia à irmã. O almoço prosseguiu com uma alegria sem igual, diálogos que relembraram conversas antigas e aventuras heroicas antigas. Risadas, lembranças boas e saudáveis, até tudo começou a mudar drasticamente, de uma hora para a outra.

A sala onde toda a família se alimentava ficou escura, no meio do dia. Um ar frio parecia imperar, não só naquela residência, mas em toda a cidade. Sem perceber momentaneamente, a grande estrela de fogo de nosso sistema solar havia desaparecido. Em menos de um único segundo, o sol pareceu ter sido roubado pelos deuses, quando a lua sobrepujou-se sobre ele. Um grande eclipse aconteceu e a luz se esvaiu como a esperança.

Billy correu para a janela, preocupado, tentando entender a situação. Não era um evento da natureza, alguém realmente tinha interferido em algo. O céu estava vermelho, como sangue. Billy olhou para seus familiares, que também estavam se entender tudo aquilo.

— Adão Negro. Só pode ser ele. — Disse Batson. — Tenho que fazer alguma coisa.

— Billy, espere — Freddy falou, em súbito — Eu não sei o que está acontecendo, mas não deve ser boa coisa. Não pretende fazer tudo sozinho, não é?

— Pretendo e vou. Não quero que ninguém se machuque.

— Mas, Billy… — Começou Eugene, que foi rapidamente interrompido.

— Vocês prometeram! Anos atrás, prometeram que nunca mais pisariam em um campo de batalha — Ele desvia o olhar e fita Mary nos olhos — Vocês prometeram.

A família estava calada, sem muito o que fazer.

— Eu amo vocês. Cada um de vocês. E darei minha vida se necessário para protegê-los. — Billy disse em voz alta, em um tom completamente heroico — Eu voltarei logo, me esperem para o jantar — Ele terminou dizendo, com um leve sorriso no rosto.

Ninguém ali sorria. Batson saiu correndo pela porta, e se transformou no grande herói quando chegou ao térreo. Pela janela, a família observou um borrão vermelho e branco decolar. Todos estavam sem reação e morrendo de medo ao mesmo tempo. Os olhos de Richie estavam molhados. Aquela poderia ser a última vez que veria seu herói com vida.


Um boletim de última hora se iniciava. Todos aqueles antenados e presos a algum tipo de tecnologia foram informados sobre o que acontecia na pobre Filadélfia. Televisões do mundo inteiro começaram uma transmissão, enquanto as redes sociais pelo mundo a fora só falavam disso também. Haviam os preocupados e descrentes, haviam os que estavam contando piadas sobre o assunto, e haviam os esperançosos.

— Atenção, pessoal. Um grande tumulto se alastra pela cidade mais populosa da Pensilvânia. Ao que parece, o terrível Adão Negro é o causador de tudo. — O jornalista de um dos mais assistidos telejornais dos Estados Unidos comunicou, assim como todos, preocupado.

— Voltaremos em breve com mais informações.


Lá estava o Relâmpago Vermelho, observando tudo o que acontecia, e ouvindo o inescrupuloso discurso de seu antagonista. Pedras em volta de seus pés não pareciam atender a gravidade, quando Shazam decolou rumo à entidade das trevas.

Um enorme baque foi sentido e os dois deuses começaram aquele que seria o embate final entre eles. Os heróis da Liga não podiam ajudar; os encapuzados aposentados não tinham tempo e nem disposição para chegar à Filadélfia e dar assistência ao seu amigo. Como pessoas normais, eles só podiam rezar e esperar pelo melhor. A sina da humanidade ganharia seus contornos com a divindade que, no final, ficasse de pé.

Nos céus, um colocava suas mãos na cara do outro, com força. Como um cometa sem rumo, eles vagavam pela imensidão agora vermelha e desprovida de luz. Nenhuma intervenção humana poderia acontecer naquele momento. O eclipse não terminava; é como se o sol e a lua estivessem parados no tempo, não dando espaço para o retorno da esperança. Nas ruas, o grande exército de criaturas capturavam os fiéis e devoravam os infiéis. Silvana e Cérebro os controlavam, do laboratório. Rios de sangue começaram a ganhar cursos rumo aos esgotos da cidade.


— Eu fiquei sabendo que existem jacarés gigantes por lá, arrancando as cabeças das pessoas. Um pânico completo. — O jornalista comenta, rodeado de outros profissionais do ramo, em uma transmissão ao vivo.

— Fiquei sabendo de coisa pior. — Outro profissional comenta.

— Onde está a Liga da Justiça quando mais precisamos dela? Pelo visto estão ocupados demais esquentando a porra do sofá que estão sentados. — Um terceiro jornalista na mesa de discussões brada, olhando diretamente para a câmera.

— O desgraçado do Batman continua desaparecido há dez anos. Ele tem contato com esses deuses… Deveria ser o primeiro a fazer alguma coisa.

— Deuses… essa é a maior baboseira que já escutei na vida. Esses seres nunca foram deuses. Nunca sequer foram homens ou heróis de verdade. Estão aqui só para atrapalhar nossas vidas.

— Então não vamos considerar tudo o que fizeram até hoje? Os atos heroicos, as diversas vezes que salvaram a Terra…

— Cale a boca. As destruições provocadas por esses patifes custaram inúmeras vidas. Na história, mais mataram do que salvaram!

— Você está louco, meu camarada.

— ELES trouxeram esse pavor à Terra. Consertaram a cagada que eles mesmo iniciaram. Não fizeram mais que suas obrigações.

— A verdade, senhores, é que tudo está perdido desde a morte do Superman. Ninguém nunca conseguiu substituí-lo à altura. Não sei explicar, mas sem ele, tudo começou a desandar.

— Espero que após tudo isso se resolver, caso venha a se resolver, o presidente tome alguma atitude. Chega de termos que nos submetermos a tais acontecimentos. Chega de falsos deuses em nosso mundo.

A discussão acalorada continua acontecendo, enquanto milhares de pessoas estavam antenadas, tendo ou não suas opiniões moldadas, ao passo que, mais caos se espalhava pelo território da Filadélfia.


Shazam, no ar, foi acetado em cheio pelo pulso azul, cheio de energia, de Adão Negro. O herói cuspiu sangue instantaneamente. Ambos voltaram a colidir seus corpos, e retornaram quase para a localização de onde partiram. Caíram com tudo contra o duro concreto das ruas do centro da cidade. Uma grande cratera foi feita, e as duas criaturas místicas começaram a se machucar de uma forma mais eficiente. Seus corpos já não estavam com a totalidade de disposição.

— Você diz que luta pela humanidade… — Inicia o ser sombrio — Anseia salvá-los, mas não vê o que está escancarado aos olhos dos inteligentes. Só há um jeito de salvá-los… acabando com eles. Recomeçando apenas com os submissos e respeitosos. É isso que irei fazer… cumprirei a primeira missão incumbida a mim. Serei o salvador, aquele que os livrará do pecado.

— Cale essa droga de boca, seu estúpido. — Roga nosso herói, com tom de voz elevado.

— Ainda dá tempo de se juntar a mim, garoto. Pense se governássemos tudo isso juntos? Seremos seus reis. Seus deuses.

— Por que ainda me chama de garoto, seu verme? — Billy roga, um pouco zonzo — Eu te matarei, nem que seja a última coisa que eu faça.

O ser sombrio sorri. Não confia, e muito menos teme aquelas palavras. Em sua mente, só um sairia vivo daquele confronto, e definiria os cursos que o pobre povo da Terra percorreria pelo resto de suas miseráveis vidas.

— Você não usa uma auréola, garoto, mas foi escolhido para salvar a Terra de algo muito pior do que a morte. Essa não é a maior de todas as piadas? O destino de toda a humanidade depende de dois monstros vis como nós. — Brada Adão Negro, não escondendo o sorriso em seu rosto.

— O único monstro aqui é você, seu estúpido. Já que se diz tão bom, vamos ver se consegue me derrubar.

O ser sombrio sorri mais ainda. Mais uma vez, os seres divinos foram para cima um do outro, como lutadores de um grande ringue. Trocaram socos poderosos, um atrás do outro. A batalha continuou e devastou boa parte da cidade, deixando uma vasta trilha de destruição. Alguns dos mais poderosos heróis da Terra já haviam sucumbido, agora era a hora do da divindade mágica vermelha fazer o mesmo.

Restavam apenas uma única esperança, em um único homem, mas ela se perdera após o poderoso golpe da criatura sombria. Como boxeadores exaustos, que tentam um golpe desesperado, os combatentes se chocam num último explosivo esforço. No futuro, as testemunhas remanescentes se lembrarão da potência destes golpes, de como sentiram no ar as ondas de choque; já outros se lembrarão da imensa cratera deixada no local do embate das divindades. Shazam caiu no chão, desacordado, e Adão Negro se perpetuou em pé, ainda consciente de tudo.

— Vocês viram, não é? — A criatura sombria começa — Testemunharam como verdadeiros deuses guerreiam. Viram o que acontecem com os tolos que ousam me derrubar? Acabam sendo derrubados.

Ele, com sangue frio correndo por suas veias, dá um poderoso chute no rosto do herói. O barulho é alto. Seu maxilar havia deslocado. A entidade das trevas ainda tem tempo de cuspir sobre o corpo do relâmpago escarlate, demonstrando nojo. Seu olhar maléfico agora pairava contra as pobres pessoas que ainda estão no local.

— Agora ajoelhem-se, pois eu sou seu novo líder. — Ele terminou dizendo.

A população começou a colocar seus joelhos ao chão. Não só eles, mas todos ao redor do mundo puderam ver o Relâmpago Vermelho cair. Sua família e amigos, seus seguidores e fãs. O mundo estava sem um protetor, desprovido de um salvador. Estava entregue ao demônio. Uma nova era estava prestes a começar.

[CONTINUA…]


Referências:

– Shazam: Com Uma Palavra Mágica, por Geoff Johns e Gary Frank.
– O mito de Prometeu.
– A explicação dos gregos e hindus para a ocorrência dos eclipses.
– Batman: O Cavaleiro das Trevas, por Frank Miller.
– A Morte do Superman, por Dan Jurgens.
– Odisseia Cósmica, por Jim Starlin.


Atenção! Esse é o quinto post, de um total de seis. A última parte sairá em breve (ou não).

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Sobre o Autor

Victor Dourado

Fissurado por quadrinhos, cinema, games e literatura. Estudante de Matemática e autor nas horas vagas. Posso também ser considerado como um antigo explorador espacial, portador do jipe intergaláctico que fez o Percurso de Kessel em menos de 12 parsecs.

  • AH NÃO JIPEIRO QUANDO O HYPE TAVA SAINDO DO PLANETA (JUNTO COM A OST 10/10 NO AUGE) VEM ESSE CONTINUA TU QUER ME DEIXAR DOIDO?????????????? Aliás perdão a demora os dias tão corridos não tive tempo pra nada nessa semana. Vou tentar acompanhar periodicamente os posts de novo, espero conseguir. Inclusive, não tem uma maneira de receber os posts novos do site via e-mail? No mais, parabéns por mais um excelente texto, que venham os feels do capítulo final (tô sentindo algo no nível Reino do Amanhã)

    • kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      Porra, mano! kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      Sem problema, meu amigo. E você não demorou nada, acredite! Tá meio corrido por aqui também, então te entendo completamente. Não sei se tem como receber aviso de posts novos pelo e-mail. Vou ver com o Rodrigo e te falo.

      Muito obrigado, meu amigo. Espero que o capítulo final não te decepcione.
      Aliás, não sei se percebeu, mas os nomes de cada capítulo estão formando uma “coisinha” a mais. Fazem parte de uma ideia antiga que tive, antes de começar a escrever os textos… kkkkkkk

      • CARALHO EU NÃO TINHA ME TOCADO DESSA TU É MUITO SAFADO MESMO HEAUEAHEUAEHAEUAHEAUEHEUH Tenho certeza que não irei me decepcionar, se continuar do jeito que tá vou amar e muito

        • Se liga nas letras iniciais de cada subtítulo… kkkkkkkkkkkkk

          • Spoiler do próximo capítulo: já sei que começa com M EHAUHEAUEHAU

    • Black, o Rodrigo colocou, logo abaixo da barra de pesquisa, um campo para colocar seu e-mail e receber as notificações de novos posts! Aí, sempre que sair coisa nova, será notificado.

      • Já me inscrevi, valeu aos dois, agora fica melhor pra mim

  • Aragorn II, King of Gondor

    Hahaha…. a ansiedade para o próximo capítulo é de MAIS DE OITO MIL!!

    Ótimo post… aguardo ansiosamente!

    • Falei pro Black ali em baixo… Agora já sabe o motivo de cada nome dos capítulos, né?
      O que achou da ideia? kkkkkk

      Muito obrigado, seu cagão!

      • Aragorn II, King of Gondor

        GENIAL! Kkkkkkk… imaginando o que vai rolar com esse ”M”, mas achei foda!!

        Hm… ”Misticismo”… ”Morte”… será?

  • Agente Smith

    Jipeiro, Jipeiro, tá foda pra caralho meu amigo! Tinha certeza que sairia outra história ainda mais foda. Eu sabia que a porra ficaria ainda mais séria, eu sabia! kkkkkkk. E não deu pra ler a história sem essa música tema do Zod, ficou ainda mais real na minha mente. Um detalhezinho que percebi: “enquanto as redes sociais pelo mundo a fora só falavam disso também. Haviam os preocupados e descrentes, HAVIAM OS QUE ESTAVAM CONTANDO PIADAS SOBRE O ASSUNTO…”, certamente eram brasileiros os que estavam zoando com isso kkkkkkk. Mas voltando ao assunto, gostei muito desse novo capítulo, estou ainda mais ansioso pra ler mais um destes capítulos. Muito obrigado meu amigo por escrever verdadeiras obras de arte!

    • SÉRIO? <3
      Muito obrigado, mano! Essa música do Zod é foda demais, e nem preciso falar que esse final foi muito inspirado em MoS, né? kkkkkkk

      Os Brs estão em todos os lugares… kkkkkkkkkkk
      Mano, quero saber que dia VOCÊ vai começar a contar suas histórias aqui. Não vejo a hora de lê-las!

      • Agente Smith

        Claro que falo sério <3
        A verdade é: Qual das músicas de MoS não é foda? kkkkkk, nem precisa kkkkkk, e foi graças a essa inspiração que fez tudo ficar mais palpável e mais real na minha mente, eu amo de coração histórias que conseguem se materializar na imaginação, e a sua fez isso!

        Os Brs na história deveriam estar fazendo montagens do Shazam e o Adão Negro com o meme dos sósias do Vin Diesel kkkkkk.
        UM DIA, meu amigo, eu ainda preciso melhorar muito minha forma de escrevê-las, corrigir alguns erros nelas, desenvolver melhor, e tenho em quem me inspirar (Os mitos que já citei naquela vez e VOCÊ!), uma vontade que tenho é de escrever histórias com você, seria uma honra imensa, você é o Jack Kirby da nossa geração, talentos como você não podem ficar no anonimato!
        Você devia, bem, pode parecer muita viagem minha, mas você podia tentar falar com algum pessoal ligado a DC no Brasil, e pedir pra eles publicarem esse seu arco, seria incrível! Pode ser uma baita viajada minha, mas vale a pena tentar! Mesmo se não fosse quadrinho, seria ótimo uma filme animado, esse arco seu tem tudo pra ser um dos grandes épicos da história da DC! Com os traços de algum desenhista como o Alex Ross então… Caralho DC, contrata logo o Jipeiro!!!

        • Materializar a imaginação é difícil, mas é recompensador quando conseguimos kkkkk
          Meu amigo, revise, e quando tiver a certeza que está bom, fale comigo. Honra seria ver você publicando suas histórias aqui <3

          Quando eu concebi essa história, lá no início do ano, eu fiquei pensando… "E se eu fosse em uma Comic-Con e entregasse esse roteiro nas mãos do Ivan Reis?". Bem, quem sabe um dia. Sem falar que o Ivan é meu desenhista predileto. Já pensou ELE DESENHANDO ISSO? Seria um sonho.

          Meu amigo, muito obrigado pelos elogios. Sério, eu fico até sem graça kkkkk <3

      • Agente Smith