ATENÇÃO! Não leia esta história sem antes ler o capítulo anterior.
Capítulo 1: Sórdido Desfecho.


O ÚLTIMO TROVÃO
Capítulo 2 – Hegemonia Mística


1

ESTADOS UNIDOS. Filadélfia. Dias de hoje.

William Joseph Batson remexia de maneira desengonçada em sua cama, transparentemente inquieto. Tua face branca era revestida por uma camada grossa de suor, que se estendia por todo o resto de seu corpo. A coberta que usou para protegê-lo na noite anterior, há muito estava estirada no chão, como se estivesse sido lançada com força bruta. Tua camisa branca e apertada encontrava-se igualmente encharcada, as poças de suor localizadas abaixo de seu pescoço e axilas; a coloração mudava de uma forma tão direta que, até os mais desatentos notariam o tecido um pouco escurecido com facilidade.
ㅤㅤO homem umedecido, de súbito, deu um pulo no ar. Isto foi capaz de fazê-lo abrir seus olhos e, finalmente, respirar um pouco — por alguns segundos, teve a sensação que nem isso mais conseguiria fazer. O despertar denotou um Billy assustado e confuso demais para notar qualquer aleatoriedade que estivesse à sua frente. Deparou-se no átimo seguinte com a cama empapada descrita; seu travesseiro parecia ter sido tirado do interior de uma piscina e o lençol esticado estava tão repleto d’água que o incômodo causado só seria transtornado quando o mesmo fosse trocado. Entretanto, um sentimento calmo e aliviante se preponderou sobre sua mente nos segundos seguintes e houve um longo e calmo suspiro. Era tudo um sonho, ou parecia ser.
ㅤㅤUm acordar alegre reinou, após, refletindo que aquele sonho incrivelmente maléfico e assustador não passara de uma criação de sua fértil imaginação — assim ele permitiu-se concluir. Sentiu-se na indolência de neblinas, em verdadeiras notas de cifras delicadas e agradáveis; sua audição conseguiu captar os belos sons emitidos por pequenos passarinhos que esvoaçavam logo ali, bem perto da janela, localizada no sexto andar de um dos maiores edifícios centrais da cidade. O monumento de concreto situava-se próximo à sede da Radio WHIZ, local onde Billy trabalhava há muito, muito tempo, desde quando atingiu idade suficiente para procurar o primeiro emprego. Cresceu dentro daquele ambiente e hoje era, claramente, um dos radialistas mais importantes do espaço; ansiava, dia após dia, uma promoção profissional, no fundo sonhando em ser o virtuoso Editor Chefe do departamento de noticiários. Encontrava-se no grande auge de sua forma física; o provecto garoto agora possuía um real corpo de homem e esbanjava uma juventude infindável aos 33 anos de idade.
ㅤㅤSeus pés foram de encontro ao chão quente do apartamento, deixando-o ainda mais aconchegado e tranquilo ao levantar. Atualmente morava naquele lugar na companhia de quatro pessoas, que considerava, além de essenciais, parte de crucial de sua vida e felicidade; três delas eram seus irmãos adotivos: Mary, Freddy e Eugene. Os outros dois irmãos, Pedro e Darla, atualmente ainda moravam na casa de seus pais adotivos, o senhor e a senhora Vasquez, para cuidar do casal, que agora idosos necessitam de uma atenção especial, de carinho ferrenho e de cuidados bem dados.
ㅤㅤ— Bom dia, Mary. — Disse Billy, adentrando a cozinha e sentindo o cheiro das deliciosas panquecas feitas por sua irmã, que tinham presença garantida em todos os cafés da manhã daquela casa.
ㅤㅤNão que ela tivesse obrigação de cozinhar para todos durante a aurora diária, fazia aquilo por total prazer e zelo. Todos naquela casa dividiam tarefas, sem reclamar. Até mesmo o novato da família.
ㅤㅤ— Bom dia, Billy. — Respondeu ela, sorrindo e vislumbrando as feições alegres do querido irmão super-poderoso.
ㅤㅤEugene havia saído mais cedo para trabalhar, assim como Freddy. Billy e Mary, que era tutora em um dos orfanatos locais, entretanto, possuíam a sorte de entrar no serviço um pouco mais tarde — e, dito isso: o quão afortunados eles eram por isso, ninguém merece acordar cedo demais unicamente para fazer obrigações de maneira forçada.
ㅤㅤDe supetão, uma pequena criança entrou pela porta da área gastronômica com um sentimento de alegria que trasbordava pelo corpo, desejando bom dia aos dois. Richard “Richie” Vasquez, um adorável e inteligentíssimo garoto de doze anos de idade, que fora adotado por Mary há poucos meses. Para Billy, Richie lembrava muito ele, em sua infância atormentada e ansiosa por cuidados paternos. Quando Mary optou por perfilhá-lo, Batson deu-lhe total apoio; mais que isso, na verdade: entrou na responsabilidade social como, praticamente, a figura paterna da criança.
ㅤㅤOs longos minutos de conversa entre os irmãos e o garoto durante o café da manhã passaram como curtos e imparáveis segundos, demonstrando o quanto eles adoravam sentar à mesa unicamente para jogar conversa fora — perdiam totalmente a noção do tempo, na maioria das vezes. Em seguida, logo despediram-se um dos outros, para seguir suas devidas obrigações: escola e trabalho. Dessa vez, Richie estava mais atrasado do que nunca, e sabia que se chegasse fora do horário mais uma vez naquela semana, o treinador Kurtney o faria dar, no mínimo, umas quinze voltas ao redor do campo de futebol. O garoto não possuía poderes — ou, quem sabe, ainda não os descobrira —, porém praticamente voou de encontro ao portão da escola. Billy e Mary tinham mais sorte, até que não estavam tão atrasados quanto o garoto, o que rendeu a eles uma caminhada tranquila até seus respectivos serviços.
ㅤㅤBatson, seguindo os conselhos de seu antigo amigo, e por vezes tutor, Clark Kent, decidiu que trabalhar na sessão jornalística da rádio era a melhor de todas as ideias, uma vez que, para ficar atento sobre os crimes e eventualidades que aconteciam na cidade, ele deveria estar por dentro das notícias sendo espalhadas da maneira mais ligeira possível, podendo se disponibilizar quando necessário. O virtuoso Superman, considerado por muitos como o maior herói que o mundo já viu, havia falecido décadas atrás em decorrência de um confronto astronômico com um terrível monstro, repleto de espinhos; teu Apocalypse. Infelizmente, diferente das lendas ou do que surgiu como crença local, o herói jamais retornou. Todavia, ainda permaneceu como um símbolo de heroísmo e esperança aos habitantes da Terra; inspiração descomunal para todos, inclusive para Billy.
ㅤㅤApós o trágico acontecimento, que reverberou por todo o universo conhecido, o Capitão Marvel, aos poucos, conseguiu tornar-se um dos integrantes mais importantes da Liga da Justiça, ao lado do seu grande amigo Wally West, o segundo Flash, e do Aquaman, um dos únicos remanescentes da formação inicial do super-grupo após a morte do Superman. Arthur Curry, devido à experiência e sabedoria, era o membro mais respeitado e temido de todos. As habilidades místicas e acima da média do Shazam o conduziram para tomar à frente do super-grupo após a saída e aposentadoria de Curry do circuito dos super-heróis — com a decisão, permitiu-se dedicar todo o seu tempo apenas para o Trono de Atlântida, o maior dos sete reinos marítimos.
ㅤㅤCom o tempo, ele se tornou o que, intrinsecamente, todos esperavam: o novo símbolo de esperança da humanidade, como um dia o grande falecido kryptoniano havia sido. O misticismo adotado pelo Shazam fez o mundo inteiro se submeter à presença da magia e ela logo se tornou uma força poderosamente hegemônica no planeta; agora trabalhada por muitos seres, em especial os humanos, que por toda vida ansiaram dominá-la.
ㅤㅤPorém, os temidos tempos difíceis e sombrios pareciam cada vez mais se instaurar no planeta. O forte poderio de Adão Negro e Doutor Silvana mostrava-se, dia após dia, mais ameaçador e perigoso. E, por mais que o Capitão Trovão estivesse ali para ser o opulento zeloso protetor da humanidade, a esperança via-se, aos poucos, sendo esvaída do coração das pessoas.

2

EGITO. Tumba de Ramsés II, Vale dos Reis; perto da antiga Kahndaq.

ㅤㅤUm ser de totais vestes negras apresentava-se mudo, praticamente estático vislumbrando o ambiente ao seu redor. Posteriormente, a imobilidade corporal fora quebrada, quando suas ásperas mãos entraram em contato com a morfologia das paredes daquele provecto templo egípcio, divagando sobre memórias antigas que nem a ele pertenciam. Encontrava-se na grandiosa tumba daquele que nomeou de seu próprio pai; antigo imperador temoroso daquelas terras, que compartilhava com ele a ânsia pela soberania.
ㅤㅤEm sua mente perturbada, Adão Negro repulsava um dia ter sido o grande escolhido pelo conselho de magos para ser o protetor da humanidade. Aquela atitude era vista, por tua índole, de maneira tão boba e sem noção. Suas memórias ruins não paravam de refletir a respeito do magistral Mago Shazam, o ser responsável por aprisioná-lo em outra dimensão, séculos atrás, no intuito que cumprisse sua graúda pena. Hoje, livre de tal punição, ele retornara em busca de saciar seu ímpeto ditatorial e não descansaria enquanto não conseguisse alcançar todos os seus objetivos, há muito saciados pela mente diabólica de detinha. Mas sabia que não possuía poder suficiente para fazer tudo o que almejava sozinho. Contava com ajuda, embora claramente detestasse todas elas.
ㅤㅤO Mago Shazam morrera no dia em que Adão Negro se libertara, com a ajuda do maluco e sem escrúpulos Doutor Silvana, cientista hoje rebaixado a um mero capacho do mago sombrio; mas de personalidade forte, vale ressaltar. Diferente do que o vilão elétrico imaginava, Silvana era mais esperto e sagaz do que muita gente, e, certamente, não fazia tudo aquilo por acaso. Possuía, assim como o vilão negro, pretensões muito maiores.
ㅤㅤO atual lugar guardava muita poeira, que rolava no ambiente com as minguadas correntes aéreas. Era sujo, assustadoramente claustrofóbico; um recanto tão desolador quanto os pensamentos de Ramsés. Mas Adão Negro não se importava, diferente dos mortais ele era superior em todos os aspectos: principalmente em relação às doenças e problemas imunológicos do corpo humano e, claro, em relação ao próprio medo. Não permitia-se sentir um resquício sequer de pavor, seja qual fosse a condição. Considerava a si mesmo como um deus, perfeito e intransigível.
ㅤㅤRamsés II havia sido um grande rei do Antigo Egito. Segundo as lendas, fora o terceiro faraó da décima-nona dinastia, uma das estirpes que compunham o, por todos conhecido, Império Novo. Ele ajudou a combater as pavorosas Pragas do Deserto durante teu reinado; no decorrer de tua monarquia, construiu o templo de Abu Simbel, em homenagem a si próprio, e concluiu o enorme vestíbulo hipostilo do templo de Amón, em Karnak, destinado ao grande deus Amon-Rá. No total, houveram onze Ramsés ao longo dos reinos do Egito, mas apenas ele fora chamado de Ramsés, o Grande.
ㅤㅤAdão, considerado pessoal e insanamente como o herdeiro do Rei dos Reis, fora escravizado injustamente e escondido de seu pai durante sua pretérita vida. Seu sobrinho, Aman, pouco antes de sofrer uma tentativa de assassinato pelas mãos das autoridades egípcias, havia sido escolhido, após uma longa reflexão, para ser o mais novo Campeão do Conselho dos Magos. O garoto, vendo a situação de seu tio, decidiu irracionalmente tentar salvá-lo, mesclando seu corpo ao dele, resultado na origem do primeiro escolhido dos Magos da Eternidade: hoje mundial e historicamente conhecido como Adão Negro — um ser da pior estirpe. O mesmo dedicou sua existência, desde então, a libertar todos os povos ligados à escravidão; porém, como todo grande poder, isto o corrompeu. Destruiu tantos seus ideais que, involuntariamente, refletiu sobre o único jeito de acabar com aquilo que pretendia: para findar a injusta servidão mundial, deveria ele próprio tomar conta dela.
ㅤㅤLogo, a humanidade se transformaria em algo parecido com a tumba de seu pai, e isso era tão cruel quanto parecia ser. Durante dias, poeiras e cinzas tomariam conta do ambiente planetário conhecido, até novos ares pairarem sobre as localidades. O poderoso ser, inescrupulosamente deduziu que só havia um jeito de libertar a humanidade da escravidão que ela mesma criou: devastando-a, criando uma nova raça e recomeçando, na tentativa de criar uma sociedade contemporânea, com os novos princípios que ele mesmo proporia. Só assim estaria, então, alcançando todos os seus objetivos. O mundo teria um novo mestre, um astuto, corajoso e porvindouro líder. O único capaz de consertar o que todos nós bagunçamos.
ㅤㅤAssim desejava Adão Negro, o último dos descendentes do grande Ozymandias.

3

ESTADOS UNIDOS. Filadélfia.

ㅤㅤA calda flamejante deteriorava com a intensidade da força aérea que acometia tuas partes brancas. Uma quantidade imensurável de fumaça saía por duas diminutas turbinas metálicas, localizadas logo abaixo das grandiosas asas do pássaro voador, completamente grudadas sob elas. O céu, que antes encontrava-se completamente azul, enegrecia segundo após segundo, cada vez mais, em decorrência de todo aquele gás negro e venenoso jorrado pelo ambiente ao redor dos roletes prateados de ar. Gritos incessantes saíam de dentro do veículo aéreo, as esperanças diminuindo exponencialmente da mente de cada uma daquelas pessoas, imaginando-se de encontro marcado com a Morte.
ㅤㅤNum único segundo, como um raio, tudo clareou, e o grandioso e imponente avião pareceu impensavelmente estacionar no ar. A aragem foi novamente tomada pelo anil e todo aquele gás, antes desolador, findou-se de uma só vez. Com o baque, segundos depois produzido, a aeronave pareceu traçar calmamente um rumo até o solo. Pela janela, um pequeno garoto avistou um ser de uniforme vermelho tomar posse do veículo voador, sua reluzente capa branca ondulava sobre a luz do Sol.
ㅤㅤ— Mamãe, mamãe… — cutucou a moça logo na poltrona ao lado. — Olhe só! É ele! É ele mesmo!
ㅤㅤNos segundo seguintes, o Relâmpago Vermelho conseguiu levar o avião de encontro ao solo, da maneira mais delicada e agraciada possível. Pousou o pássaro metálico, cauteloso, e depois, arrancou a porta com toda a sua força, acionando o grande escorregador de borracha inflável, que servia como uma saída segura e prática dos passageiros em casos de acidentes. Todos os tripulantes correram, agora um pouco menos desesperados, no intuito de sair da maneira mais rápida possível do avião que quase os matou. Nasceram de novo, obtendo uma segunda chance para viver.
ㅤㅤ— Shazam! — disse o comandante, sendo a primeira pessoa a sair da aeronave. — Deus lhe pague, meu filho!
ㅤㅤCom um simples e magnífico sorriso, o elemento que jamais deixava a barba por fazer retribuiu a honradez. Era sempre um prazer salvar as pessoas, ficava tão agraciado quanto as possíveis vítimas. Naquela altura da vida, já perdera as contas das vezes que fora obrigado a impedir a queda de um avião; isto o levou a ficar experiente e jamais cometer falhas quanto a tal fato.
ㅤㅤTudo estava bem, como sempre, em mais um simples dia heroico do maior símbolo de esperança mundial.

4

ㅤㅤUma careca reluzente andava de um lado para o outro, correndo em cada uma de suas ações. Entre os diversos frascos elaborados por si mesmo, espalhados pelo teu laboratório decrépito e antigo, contendo em cada um experiências malucas, haviam vastos e igualmente perturbadores aparelhos eletrônicos; a maioria de suas bugigangas guardava um real e único intuito: destruir o Capitão Trovão. Ele trajava um jaleco todo branco, um pouco envelhecido e muito usado, embora não possuísse rasgo ou sujeira alguma. Caminhava de um jeito esquisito, devido à idade já avançada, marcando a presença de uma das muitas peculiaridades estranhas que detinha; mas continuava firme e forte servindo àquele que nomeava, a contra-gosto, de senhor, e, obviamente, ao seu propósito de vida. Este era o primordial de seus pensamentos, aquele que satisfaria o seu narciso.
ㅤㅤUm grande clarão aconteceu, absorvido pelo laboratório por meio das pequenas janelas de vidro acima do ambiente, quase coladas ao teto. O estrondo ensurdecedor fora contemplado pelos ouvidos já praticamente inoperantes do velho cientista de uma forma bem monótona.
ㅤㅤCom a entrada daquele ser de vestes negras no ambiente, o local esfriou-se assustadoramente rápido. Ele carregava mais do que treva e desesperança: carregava a álgida sensação de impotência dos mortais perante tua carne.
ㅤㅤ— O seu prazo está acabando, doutor — disse assim que obteve a certeza que seria ouvido. — Não vai querer me ver mais zangado do que já estou.
ㅤㅤ— Está quase pronto, milorde — Silvana respondeu, tremendo apreensivamente com sua presença. — Só preciso de mais 48 horas. É o prazo máximo!
ㅤㅤUm único olhar sobre ele foi lançado, de maneira ferrenha. Adão Negro o vislumbrava como um nobre senhor, muito embora soubesse de sua fragilidade intelectual e corporal. No fundo, impensavelmente, olhava para o homem que o libertou com uma singela graça. Todavia, jamais ousaria transmitir sequer partes deste seu pensamento. Após a fala do cientista maluco, nenhuma outra palavra foi dita. O silêncio preponderou sobre o ambiente durante alguns poucos segundos, até ser quebrado pelo pequeno ser das proximidades, que fez ambos virarem suas atenções.
ㅤㅤ— Não se preocupe, Adão Negro… — dissertou a criatura peçonhenta, pertencente à classe Chilopoda. — Logo o desejo de todos aqui será realizado. Estamos confiantes e trabalhando juntos nisto!
O Relâmpago Trevoso dessa vez lançou seu olhar maligno perante à pequena criatura. Ela, diferente de Silvana, o encarava com desdém. Mesmo sendo uma pequena centopeia verde, que visualmente não transmitia pavor algum ao vilão sombrio — e, muito possivelmente, a nenhum ser —, ela o encarava com o mais cínico e irônico dos olhares. E nada mais foi dito posteriormente.
ㅤㅤAdão Negro, então, deu meia volta e traçou rumo à porta de saída. Enquanto seus servos trabalhavam, a divindade das trevas teria que resolver outras coisas; havia muito o que ser feito, preparado e milimetricamente pensado. Era preciso deixar tudo em ordem e esperar a tão aguardada hora do prognóstico feito pelos deuses e magos.

Continua…


Inspirado nos personagens da DC Comics.
Shazam foi criado por Bill Parker e C. C. Beck.

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Sobre o Autor

Victor Dourado

Fissurado por quadrinhos, cinema e literatura. Estudante de Matemática e autor nas horas vagas. Posso também ser considerado como um antigo explorador espacial, portador do jipe intergaláctico que fez o Percurso de Kessel em menos de 12 parsecs.

  • Muito bom Jipeiro (ou prefere Victor?), muito bom! Essa mistura de conteúdos tá ótima, gostei essa introdução egípcia na história. E cara, Bob Dylan? Aí sim! Próximo capítulo eu coloco The Times They Are a Changin’ pra tocar enquanto leio. Creio que dará uma atmosfera bem condizente com a leitura (e que venha o próximo o quanto antes).

    • Pode me chamar de Jipeiro mesmo, meu amigo.

      Mais uma vez, muito obrigado, Black. Eu dei uma misturada com várias coisas, várias mitologias e histórias. Tomara que não desrespeite nenhuma crença.

      Posso ser sincero? Acho que The Times They are a Changin’ não vai combinar muito com o próximo capítudo, não! Kkkkkkkkkkkkkk

      • Porra HUEAHUEAHUEA qual música cê recomendaria então? E nem precisa e limitar ao velho Bob. Se sua intenção é apenas usá-las pra contar uma boa história, pode ir tranquilo que não haverá desrespeito, mas sim uma baita homenagem.

        • Bem, acho que por enquanto nenhuma. No penúltimo capítulo, quando a parada começar a ficar séria, eu vou disponibilizar uma música dentro do próprio texto, para que os leitores possam escutá-la durante a leitura.

          Obrigado, meu amigo. Eu as coloquei nesse intuito. Tomara que dê certo! kkkkk

          • Entendo, é que no Minilua eu sempre lia os artigos com as músicas que eles colocavam (nas próprias matérias) pra ajudar a entrar no clima. Lá dava muito certo, esperamos que o mesmo aconteça aqui né kkkkj

      • Agente Smith

        Eae Jipeiro, como é que tá?

        Sou eu o Justiceiro, aquele que comentava na Geeks In Action e no Legião dos Heróis, tive uns problemas com minha conta e tive que criar outra, agora deixei a imagem do meu anti-herói favorito descansar um pouco pra que um dos melhores vilões do cinema assumisse kkkk. Além do problema na conta meu PC ficou acabado, só semana passada consegui consertar, e agora ele está 100%. Vi que perdi muita coisa pra comentar tanto no Legião quanto no Geeks In Action. Gostaria de pedir perdão por qualquer coisa que fiz antes e dizer que estava com saudade de comentar e de ter ideias com você kkkkkkk, e que enquanto o meu PC estava no conserto eu pude inventar mais histórias com as quais um dia eu possa publicar (e quem sabe não podemos trabalhar juntos? kkkkk)

        • E aí, Justiceiro! Que saudade, mano <3

          Eu tinha visto que você havia excluído sua conta, mas como não tinha mais por onde falar contigo, não pude dizer nada.
          Que bom que voltou, e tudo parece ter resolvido. Estou com saudades de nossas conversas/ideias! kkkkkkkkk

          Trabalhar juntos? Seria uma honra!

  • Aragorn II, King of Gondor

    Tem texto do Shazam melhor que esse? Não tem!

    Hahaha… Último Trovão = <3

    • Pedro, o Homem Sem Medo

      Temos um fanboy do Jipeiro…kkkkkkkkk
      Ele manda muito bem mesmo. Adorei a narrativa do Adão Negro.

      • Aragorn II, King of Gondor

        Hahaha…. sim! Essa fic é fenomenal!

        Bom que apareceu… hahaha!

      • Muito obrigado, seu marveco safado!

    • Porra, mano <3

  • Finalmente consegui parar e ler. Muito bom. Pelo visto a história vai ser ampla, hein? Abriu várias linhas narrativas com essa segunda parte. Na expectativa.

    • Pedro, o Homem Sem Medo

      E eu finalmente tive tempo pra aparecer, Rodrigo.

    • Muito obrigado, Rodrigo!
      Sim, vou dar uma boa ampliada nela. Espero conseguir costurar tudo no final… kkkkkk

      • Costurar muitas linhas narrativas é sempre o maior desafio…rs

  • Pedro, o Homem Sem Medo

    Assim como o vinho, você fica cada vez melhor, Victor. Ainda bem que finalmente posso chamá-lo pelo seu nome verdadeiro.
    Peço desculpas pela minha demora. Estou tendo dias atribulados por causa da faculdade e o trabalho, mas já estou colocando a casa em ordem.
    (Victor é nome de vilão…kkkkkkkkk)

    • Olha ele aí!!!!
      Muito obrigado pelos elogios, Pedro. Estou imensamente feliz que apareceu <3
      Sem problemas. Eu ando meio sumido também, por causa da faculdade. Estou louco para as férias chegarem!!! kkkkkkk

      (Pior que é mesmo. E não é um vilão qualquer… kkkkkk)

  • Agente Smith

    Caramba Jipeiro, ficou ótima, o melhor são essa referências certeiras que você colocou, as fanfics tão muito fodas!

    • Muito obrigado, mano! <3
      Eu estava receoso se colocava ou não as referências no final de cada um dos textos, mas optei por colocá-las! kkkkk

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